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domingo, 29 de setembro de 2013

Não receie o espiritismo

Tem como modelo Jesus. Suas atividades são inteiramente gratuitas e direcionadas exclusivamente ao Bem.
Pugna pela ética e pelo amor posto em ação, ao entender que nesses valores estão os fundamentos da própria vida e a ciência do bem-viver.
Ensina que não estamos precisando nos salvar, porque ninguém está perdido, mas sim evoluir, conforme o Mestre exortou: Sede perfeitos como perfeito é
o vosso Pai Celestial, lembrando que essa perfeição será alcançada através das lutas, dores e alegrias em incontáveis experiências ao longo das reencarnações.
É o Consolador prometido por Jesus, mostrando que nossos entes queridos não se extinguiram com a morte, mas passaram para outra dimensão de vida e que
podem, eventualmente, comunicar-se conosco através da mediunidade.
Estuda e conhece a mediunidade, aplicando-a na ajuda a espíritos sofredores, a pessoas necessitadas e para receber orientações e esclarecimentos dos espíritos
benfeitores.
Não usa rituais, paramentos, nem materiais como velas, defumadores ou imagens, por entender que o caminho para a luz está em nossa vivência e não em práticas
exteriores.
Não adota práticas adivinhatórias como baralho, jogo de búzios ou assemelhados, informando que os espíritos superiores não se prestam a solucionar
problemas do cotidiano, posto que não são nossos empregados, nem babás, mas sábios educadores trabalhando pela nossa evolução.
Também não realiza trabalhos como desmanches ou abertura de caminhos, mas ensina que a vivência no bem nos livra de inúmeros males.
Foi codificado por Allan Kardec na metade do século passado, através de perguntas respondidas por espíritos superiores, e seus conceitos continuam sendo
pesquisados por inúmeras universidades, estudiosos e cientistas, assim como profissionais da saúde em vários pontos do planeta, que os vêm confirmando
um a um.

Fonte: Grupo Espírita Seara do Mestre

sábado, 28 de setembro de 2013

Ouçam todos o programa: Chimarreando

Por
Jair Galgaro

No seguinte endereço:

www.sonsdaterra.com

O programa é apresentado todos os sábados e domingos das 15 as 16 horas e é produzido por mim.
Espero que gostem!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

PAI E MÃE - ACORDEMOS ENQUANTO TEMOS TEMPO...

LEIAM ESSE TEXTO COM MUITA ATENÇÃO!!!!

..Era quarta-feira, 8:00 hs. Cheguei a tempo na escola do meu filho –Não se esqueçam de vir à reunião de amanhã, é obrigatória" – Foi o que a professora
tinha dito no dia anterior.

-Que é o que essa professora pensa! Acha que podemos dispor facilmente do tempo que ela diz? Se ela soubesse quanto era importante a reunião que eu tinha
as 8:30!" Dela dependia uma boa negociação e... tive que cancela-la!

Lá estávamos nós, mães e pais, e a professora.

Começou a tempo, agradeceu nossa presença e começou a falar. Não lembro o que ela dizia, minha mente estava pensando em como iria resolver esse negócio
tão importante, já me imaginava comprando aquela televisão nova, com o dinheiro.

João Rodrigues!" – escutei ao longe – Não está o pai de João?" – diz a professora.

Sim, eu estou aqui" – contestei indo para receber o boletim escolar do meu filho.

Voltei pro meu lugar e disse ao abrir o boletim.... –Para isso foi que eu vim???? Que é isso???" O boletim estava cheio de seis e setes. Guardei rapidamente,
para que ninguém pudesse ver como tinha se saído meu filho.

De volta para casa, aumentava ainda mais minha raiva, cada vez que pensava:

Mas, se eu dou tudo para ele, não tem faltando nada!

Agora ele vai ver!" Cheguei, entrei a casa, fechei a porta de uma batida e gritei: Vem aqui, João!"

João estava no quintal, correu para abraçar-me. –Papai!"

– Nada de papai!" o afastei de mim, tirei o meu cinturão e não lembro quantas vezes bati ao mesmo tempo em que falava o que pensava dele.

– Agora vai para o teu quarto!"

João foi chorando, sua face estava vermelha e a sua boca tremia.

Minha esposa não falou nada, só mexeu a cabeça num gesto de negação e entrou na cozinha.

Quando fui para cama, já mais tranquilo, minha esposa me entregou o boletim do João, que tinha ficado dentro do meu casaco, e disse:

- Leia devagar e depois pense numa decisão..."

Bem no começo estava escrito: BOLETIM DO PAPAI.

Pelo tempo que teu pai dedica a conversar contigo antes de dormir: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para brincar contigo: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para te ajuda com as tarefas: 6

Pelo tempo que teu pai dedica par te levar de passeio com a família: 7

Pelo tempo que teu pai dedica para te ler um livro antes de dormir: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para te abraçar e te beijar: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para assistir televisão contigo: 7

Pelo tempo que teu pai dedica para escutar tuas dúvidas ou problemas: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para te ensinar coisas: 7

Média: 6,22

As crianças tinham qualificado os seus pais. O meu deu para mim 6 e 7 (sinceramente eu tinha merecido 5 ou menos)

Me levantei e corri para o quarto dele, o abracei e chorei.

Queria poder voltar no tempo... mas isso não é possível.

João abriu os olhos, ainda com os olhos inchados pelas lagrimas, sorriu, me abraçou e disse:

- Eu te amo papai!" Fechou os olhos e dormiu.

Acordemos pais!!! Aprendamos a dar o valor certo aquilo que é mais importante em relação aos nossos filhos, já que disso depende o sucesso ou fracasso
na suas vidas.

Já pensou qual seria a 'nota' que seu filho daria para você hoje?

Autor desconhecido.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Caramba, mais essa agora, por essa compania não quero viajar mais!

Folha de S. Paulo- 22-5-13


Azul barra cegos em voo por 'motivo de segurança'

Venceslau Borlina Filho, de Ribeirão Preto

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) pediu explicações à Azul
Linhas Aéreas por ter impedido o embarque de três cegos em um voo no
último domingo de Ribeirão Preto a Belo Horizonte (MG).

Enxadristas, os três participaram de um campeonato em Altinópolis (SP) e
estavam na sala de embarque do aeroporto Leite Lopes quando foram
impedidos pelo comandante de entrar na aeronave.

A empresa alegou motivo de segurança para a medida: apenas uma pessoa
com deficiência visual poderia viajar em um avião - e essa pessoa já
estava na aeronave.

Os clientes foram encaminhados para um hotel e embarcaram no dia
seguinte, cada um deles em um voo. O último cliente só decolou 24 horas
depois do primeiro voo.

Segundo os cegos, a Azul agiu com preconceito e não ofereceu
alternativas ou um questionário onde pudessem se informar sobre o problema.

Um deles, o analista de sistemas Crisolon Terto Vilas Boas, 54, afirmou
que vai solicitar indenização à Justiça. Vilas Boas contou que, durante
um campeonato na Polônia, 192 cegos pegaram um único voo para a Alemanha
e que não houve incidentes.

A Azul lamentou o ocorrido, mas reforçou que agiu pensando na segurança
do voo. "Tal medida é necessária para melhor auxiliar os deficientes em
casos de emergência."

Necessitar de auxílio não é sinônimo de dependência

Jairo Marques



No voo de volta para casa depois de uma exaustiva cobertura da
Paraolimpíada de Londres, no ano passado, viajaram comigo cerca de
outros 50 cadeirantes, afora um monte de cegos e outras pessoas da
delegação brasileira com deficiências diversas.

A logística de embarque foi impecável. Em poucos minutos, tudo estava feito.

A equipe de comissários era a padrão.

O piloto quebrou uma regra de segurança e botou todos em risco ao
decolar com praticamente uma ala da ortopedia do HC ou analisou que não
havia perigo?

Pessoas com deficiência têm suas formas de ter autonomia e não precisam,
necessariamente, de acompanhantes para tudo na vida.

Um cego, em uma situação de pânico, de falta de energia, será o primeiro
a achar a saída usando a audição e o olfato que costumam ser mais
desenvolvidos.

Em um voo lotado de crianças "cadeirantinhas" desacompanhadas ou de
pessoas com movimentos totalmente comprometidos, seria prudente pedir
reforço na equipe de bordo. Mas não é uma regra.

Indiscutivelmente, uma observação de segurança aérea precisa ser
plenamente considerada. O que não é mais possível é projetar em pessoas
com deficiência inabilidades que só quem não vê o ser humano em sua
integralidade é capaz de praticar.

Necessitar de auxílio não é sinônimo de dependência.

domingo, 19 de maio de 2013

Concordo totalmente com ele

Infelizmente, isso é uma realidade:


Caros amigos!
Gostaria de expressar a minha indignação em constatar um fato!
tive a necessidade de adquirir uma lavadoura que lavasse e cecasse tal
não foi a minha surpresa não há nenhuma lavadora acessível para pessoa cega.
estamos em 2013 acho isto um absurdo. liguei para vários amigos cegos do Brasil inteiro e constatamos esta triste realidade.
As empresas precisam saber que somos consumidores que necessitamos apenas de uma adaptação ou seja um programa de voz ou o próprio sistema Braille!
Antes de postar esta mensagem liguei para a Consul, a Sangsug, a Brastemp a LG enfim todas elas desconhecem qualquer projeto de acessibilidade!

Fica aquí o meu protesto!!!

Paulo Cesar da Silva

Nota:

Na verdade, não háh nenhum eletro doméstico adaptado para pessoas cegas,
infelizmente nós temos que fazer uma verdadeira ginástica para usá-los.
Passo por esse tipo de dificuldade aqui em casa também.
Bjs indignados da Angelíssima!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

VOCÊ CONHECE O PODER DA ORAÇÃO ?

Por: Maria, Mãe de Jesus

No livro: "Mensagens de Maria para o mundo", recebido psicograficamente pela
médium americana Annie Kirkwood, Maria, a mãe de Jesus conceitua o que é
oração, quais as formas de orar e a sua importância para quem ora e para
quem recebe uma oração.

A melhor oração é o simples ato de desejar uma aproximação com Deus, nosso
Pai, pois esse é o verdadeiro propósito da oração e da meditação. Lembre-se:
Deus não precisa de oração, você é quem precisa. Assim, comece pela forma de
oração que você conhece e, na medida que você evoluir na oração, as suas
próprias orações mudarão.

As pessoas oram de diversas maneiras, elas oram até mesmo quando não estão
cientes do ato da oração. Todas as pessoas conversam com si mesma; a
conversa estabelecida dentro da sua mente e do seu coração é oração.

Tenha em mente que você pode ter tudo o que desejar. Oriente as suas orações
para o lado positivo. Peça a cura, a fartura, o amor e a serenidade nos
relacionamentos. Porém, se você orientar as suas orações para o lado
negativo, através da preocupação ou da visualização do lado negativo ou
sombrio de uma situação, se você se preocupar ao invés de orar, a sua
preocupação se torna a sua oração.

Orar é falar a Deus à sua maneira. Talvez por meio de imagens, música,
palavras ou pinturas. A maioria das pessoas usa este método para orar. Ao
ouvir música, visualizam cenas ou permitem que as suas mentes construam
imagens de felicidade. Ou então, ficam tristes e vislumbram imagens tristes
e sombrias. Esses sentimentos são orações. Ao observar ou criar uma pintura
ou outro objeto de arte, você está orando.

Porque quando alguém ora para que algo de ruim aconteça à outra pessoa isso
não acontece? Porque este tipo de oração não é honrado. O que você pensa dos
outros se torna antes, a sua oração para si próprio. O modo como você vê a
sua família e os seus amigos, é como você está orando por eles.

Quando você dá graças pelo que tem, a gratidão é oração. Quando você entra
num estado mental de gratidão, está chamando por Deus. Quando você pensa
numa pessoa e é grato pela sua amizade, isso é uma oração pelo amigo e pela
amizade. Quando você está feliz e agradecido por algum bem ou condição da
sua vida, isso é oração. Quando observar a abundância de bens materiais de
outra pessoa, seja grato e saiba que, o quanto Deus deu a essa pessoa, Ele
pode também fazer por você.

Todos os pensamentos, sentimentos e palavras são orações, pois através deles
você sempre está em contato com o Criador. O seu pensamento tem força e essa
força provém da sua mente do seu coração. Os pensamentos cheios de rancor
fazem mal a você. As mágoas antigas e os sentimentos de depressão são
orações. Esses tipos de oração fazem mal a você. Os rumores e os lamentos
íntimos são orações que trazem essas mesmas condições para a sua vida.
Existem também, outros tipos de oração. A admiração por uma paisagem, pelas
flores, pelas plantas, pelos animais e pela vida que há neles é uma oração.
Ao admirar (mas não invejar) uma pessoa, você aprecia a criação de Deus. Ao
admirar um dom, uma arte, a música, você aprecia a habilidade interna dada
por Deus. Por isso, a admiração é uma oração.

Outra forma de oração é a alegria. Ao encarar a vida com humor, você
demonstra a sua confiança na proteção de Deus. Quando você se sente feliz
está grato. O plano de Deus para cada um de nós é o bem. Só nos consideramos
a vida difícil. A procura pela alegria através de influências externas como
a bebida e a droga não nos dão alegria.

Se ao orar, você perceber que imagens de outras pessoas de quem você até já
esqueceu entrar em suas mentes, perdoe a essas pessoas e perdoe também a si
mesmo por qualquer atitude errada. Sejam quais forem os pensamentos que
entrarem na sua mente, pense no amor e no perdão, pois perdoar e dar amor às
pessoas são uma forma de oração.

Ore por si e também pelos outros. Ore à sua maneira. Mas certifique-se que
está sentindo o significado das palavras ou dos pensamentos que profere. Ore
em qualquer lugar, com ou sem música, com ou sem velas ou incenso, num
templo ou na sua casa, ore onde você esteja afastado de distrações. Ore em
qualquer posição que se sinta confortável, mas, principalmente, ore com o
coração.

" Recebi de um amigo de fé, achei lindo e repasso."

domingo, 28 de abril de 2013

A Máfia Médica - doutora Ghislaine Lanctot

A Máfia Médica é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio
de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara
do papel que forma, a nível mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Industria Farmacêutica. O livro expõe, por um lado, a errônea concepção
da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo
dos negócios. Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação,
mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos
ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto
regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno
Muñoz para Discovery Salud: MEDICINA SIGNIFICA NEGOCIO A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que -como ela
mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade.
Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se. - Porquê essa decepção? =Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram reflectir. Por
exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial. Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias
terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas
e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos
secundários. -E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas? =Assim
foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar
e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médico tinha participado em muitos congressos internacionais -em
alguns como ponente – e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente,
ser primeiro aceites pelo comité científico organizador do congresso. - E quem designa esse comité científico? = Pois geralmente quem financia o evento:
a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe
nos congressos de medicina! O controlo é absoluto. - E isso foi clarificador para si…? =E muito! Dar-me conta do controlo e da manipulação a que estão
sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina
está hoje controlada pelos seguros -públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controlo sobre o tipo de medicina
a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. Esse olharmos
para trás das companhias de seguros ou da segurança social… encontramos o mesmo. - O poder econômico? = Exacto, é o dinheiro quem controla totalmente a
Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes….
porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crónicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos,
ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença.
Isso não é rentável, não interessa. A medicina actual está concebida para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se possível,
toda a vida. UM SISTEMA DE ENFERMIDADE -Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como "sistema de enfermidade" =
Efectivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina
que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma
e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos
de todo o tipo. - Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas! = Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica.
De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria
que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que
cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder. - E que papel desempenha o médico nessa máfia? =O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente,
é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar
uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada
a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento
recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça
às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam
servis ao sistema. -O sistema, de facto, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou.
Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito. =A medicina científica está enormemente
limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal
tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a
consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente
e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos. - É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer
os sintomas. = Salvo no que se refere a cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão
de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge. -Pensa que, dão melhor resultado
as chamadas medicinas suaves ou não agressivas = São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar… mas tão pouco
curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio.
Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu
lugar. A auto cura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos
em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão. -E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas,
mediáticas e econômicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo? = Acerca disso, tenho
três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa… mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance há muitos anos
e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não
podem acabar com ele… mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder. - E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o
sistema. = Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína
e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia. A MÁFIA MÉDICA -Quem, na sua opinião, integra a "máfia médica"? = Em diferentes
escalas e com distintas implicações, com certeza, a indústria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias
seguradoras, as Agências dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da
ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro. - Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é "a máfia das máfias"? = Assim
é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a "política de enfermidade" em
todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às directrizes da OMS. Não há escapatória. De facto, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata,
nada pode escapar ao seu controle. - Em que consiste essa declaração? =Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e
normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não
eleito, cujo "ministério da saúde" é a OMS. Desde então, "direito à saúde" significa "direito à medicação". Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos,
a toda a população do globo. - Uma acção que não se questiona = Claro, porque, "quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?"
Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder econômico! - Crê que, nem sequer as organizações humanitárias
escapam a esse controle? = Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as
suas actividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade
servem ao dinheiro. - Uma máfia sumamente poderosa! = Omnipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, "orientam-se " os investigadores.
Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos "alternativos" intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos,
também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial
do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte.
De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões
humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade "fabricam-se" uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética,
em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado.
E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai,
o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas
continuam adoecendo e morrendo da mesma forma. AS AUTORIDADES MENTEM -O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente
começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como ´"as três grandes mentiras das autoridades políticas
e sanitárias". = Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a sida é contagiosa e mentem quando
dizem que o câncer é um mistério. - Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe
parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustenta. Uma coisa com que concordamos,
é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas = Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural
e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas
do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar. Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para
que se destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo,
não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas
vacinas. - A quais se refere? = Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das
mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos;
a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anticorpos das vacinas. - E até que ponto podem ser também perigosas? = As inumeráveis
complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante.
Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra
parte, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras. - Agradeceria que mencionasse algumas
= Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente
e seguro das vacinas… é o que obtém a indústria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto,
a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a "sida silenciosa" e garantir um "mercado da enfermidade", perpetuamente florescente. Mais dados: a
vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios
selectivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um
amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no patrimônio genético hereditário
de quem se queira. -Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza.
Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas
afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação. = Eu afirmo que a teoria de que o único causador
da sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o VIH não implica necessariamente desenvolver
sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se "coloca" num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está
em baixo. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida
é una enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH em 1983, ter reconhecido
já em 1990, que o VIH não é suficiente por si só para causar a sida. Outra evidência é o facto de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e numerosos
casos de vírus VIH, sem sida (soropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus VIH cause a sida, e a demonstração é uma regra
científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovírus inofensivo
que só se activa quando o sistema imunitário está debilitado. - Você afirma no seu livro que o VIH foi criado artificialmente num laboratório = Sim. Investigações
de eminentes médicos indicam que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica
que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe
ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que
se queriam exterminar. -Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a sida = Já no Congresso sobre SIDA celebrado em Copenhague
em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o VIH, o AZT, era absolutamente
ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à sida… mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que
a sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imunodepressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro
grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à indústria farmacêutica. É tão simples quanto isto. -Falemos
da "terceira grande mentira" das autoridades: a de que o câncer é um mistério =O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anômala de células, é
algo tão habitual que todos o padecemos várias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário actua e destrói as células
cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo
e formando um tumor. - E é nesse momento quando se entra na engrenagem do "sistema de enfermidade" = Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece
de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou "formas de tortura": amputá-lo (cirurgia), queimá-lo
(radioterapia) ou envenená-lo (quimioterapia). Escondendo-se lhe, que existem remédios...
alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de "luta intensiva "contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados?
Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se
milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, continuam crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos
quem a criou e quem a sustém. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina
quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do "armamento contra o câncer" ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia
e de toda a indústria hospitalar. A MÁFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA – No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva
da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação? = Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem água e comida, tudo está bem
mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da água desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar.
Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar. -
Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado = Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que
antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou
que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes
quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade.
Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema actual derrubará. Tão simples como isto. - E em que ponto crê que
estamos? = Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista
da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada "medicina científica" e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já
um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade
interior. - E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior? = O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem
nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos comportarmos como
deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade. - E o
que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria? = Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis
e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se
apenas dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos,
dirão: "Isso é impossível". Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem
saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.

Laura Jimeno Muñoz Fisioterapia Brasil

quinta-feira, 25 de abril de 2013

LYA LUFT – BRASILEIRO BONZINHO?

Tempos atrás, num programa cômico de televisão, uma jovem americana radicada no Brasil, a cada comentário sobre violência ou malandragem neste país, pronunciava
com muita graça: "Brasileiro bonzinho!". E a gente se divertia. Hoje nos sentiríamos insultados, pois não somos bonzinhos nem sequer civilizados. O crime se tornou
banal, a vida vale quase nada. Poucos de meus conhecidos não foram assaltados ou não conhecem alguém assaltado: ser assaltado é quase natural — não só em bairros
ditos perigosos ou nas grandes cidades, mas também no interior se perdeu a velha noção de bucolismo e segurança.
Em São Paulo, só para dar um exemplo, os arrastões são tão comuns que em alguns restaurantes o cliente é recebido por dois ou quatro seguranças fortemente
armados,
com colete à prova de bala, que o acompanham olhando para os lados — atentos como em séries criminais americanas. Quem, nessas condições, ainda se arrisca a esta
coisa tão normal e divertida, comer fora? Pessoas inocentes são chacinadas: vemos protestos, manifestações, choro e imprensa no cemitério, mas nada compensará
o
desespero das famílias ou pessoas destroçadas, cujo número não para de crescer. Em nossas ruas não se vê um só policial, daqueles que poucos anos atrás andavam
em
nossas calçadas. A gente até os cumprimentava com certo alívio. Não sei onde foram parar, em que trabalho os colocaram, nem por que desapareceram. Mas sumiram.
Morar
em casa é considerado loucura, a não ser em alguns condomínios, e mesmo nesses o crime controla o porteiro, entra, rouba, maltrata, mata. Recomenda-se que moremos
em edifícios: "mais seguros", seria a ideia. Mas, mesmo nos edifícios, nem pensar, a não ser com boa portaria, ou será alto risco, diz a própria polícia, aconselhando
ainda porteiros preparados e instruídos para proteger dentro do possível nossos lares agora precários.
Somos uma geração assustada, desamparada, confinada, gradeada — parece sonho que há não tanto tempo fosse natural morar em casa, a casa não ter cerca, a meninada
brincar na calçada; e não morávamos em ilhas longínquas de continentes remotos, mas aqui mesmo, em bairros de cidades normais. Éramos gente "normal". Hoje, a população,
apavorada, está nas mãos de criminosos, frequentemente impunes. Na desorganização geral, presídios superlotados onde não se criariam porcos também abrigam pessoas
inocentes ou que nunca foram julgadas. A impunidade é tema de conversas cotidianas, leis atrasadas ou não cumpridas nos regem, e continua valendo a inacreditável
lei de responsabilidade criminal só depois dos 18 anos. Jovens monstros, assassinos frios, sem remorso, drogados ou simplesmente psicopatas saem para matar e depois
vão beber no bar, jogar na lan house, curtir o Facebook, com cara de bons meninos. Num artifício semântico insensato e cruel, se apanhados, não os devemos chamar
de assassinos: são infratores, mesmo que tenham violentado, torturado, matado. Não são presos, mas detidos em chamados centros socioeducativos. E assim se quer
disfarçar
nosso incrível atraso em relação a países civilizados. No Canadá, Holanda e outros, a idade limite é de 12 anos; na Alemanha e outros, 14 anos. No Brasil, consideramos
incapazes assassinos de 17 anos, onze meses e 29 dias.
Recentemente, um criminoso de 15 anos confessou tranquilamente ter matado doze pessoas. "Me deu vontade", explicou, sem problema, e sorria. "Hoje a gente saiu
a fim de matar", comentou outro adolescentezinho, depois de assaltar, violentar e matar um jovem casal junto com outro comparsa. Esses e muitos outros, caso estejam
em uma dessas instituições em que se pretende educar e socializar indiscriminadamente psicopatas e infratores eventuais, logo estarão entre nós, continuando a matança.
Quem assume a responsabilidade? Ninguém, pois estamos em uma guerra civil que autoridades não conseguem resolver, uma vez que nem a lei ajuda. Estamos indefesos
e apavorados, nas mãos do acaso. Até quando?

LYA LUFT é escritora

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Esse tipo de coisa me deixa super indignada!!!

Vejam que absurdo, recebi de um amigo e repasso.


ATLETA PARALÍMPICO"FILIPPE SILVESTRE" É SURPREENDIDO AO ser impedido de REALIZAR EXAME NO
HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO"Tijuca, RJ" POR SER CEGO.
Hoje, dia 19/04/2013, o Atleta paralímpico e medalista pela seleção
masculina de Goalball nas
paralimpiadas de Londres"2012", Filippe Santos Silvestre, foi
surpreendido no HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO "TIJUCA, rJ", ao ser
impedido de realizar um exame"TESTE ERGOMÉTRICO" apenas por ser cego. O maior absurdo, foi
depois de ser preparado para fazer o procedimento, já com os eletrodos
no corpo,
ouvir da médica responsável pelo exame" Doutora LUCIA AFONSO CRUZ
LION", que não realizaria o mesmo no
citado atleta, apenas por ele ser portador de deficiência visual. Ela
deixou bem claro que não faz exame em cegos!!! Este
é mais um caso de preconceito e
descaso que não podemos aceitar que ainda aconteça em nossa sociedade
Agora deixo a pergunta, será que um ser humano que precise fazer este
exame devera deixar que uma doença se agrave pela não realização do
mesmo, apenas por ser portador de uma deficiência que em nada
atrapalharia sua realização?
Vale ressaltar, que Filippe, é
ATLETA, sendo assim, ainda que seja cego, não há novidades em correr em
uma esteira.
Absurdo, descaso, preconceito, ignorância. De alguém que deveria presar
pelo bem estar do outro, alguém que deveria ser esclarecida e
consciente. Não é Doutora LUCIA AFONSO CRUZ LION?
Será que o Brasil realmente está preparado para receber uma
paralimpíada? Será que este será o tipo de tratamento que os atletas
receberão em 2016???
Por favor amigos,, contra o preconceito e a injustiça em nossa
sociedade, Postem algo em seus facebooks, twitter, etc; Eu mesma já fiz
isto, e agora peço a ajuda de vocês, mesmo que seja apenas colando este
texto! vamos usar as
pequenas ferramentas que temos nas mãos para tentar melhorar algo.

Mais uma vez me desculpo com todos, e agradeço pela atençãoõ e
colaboração!

Cordialmente:
Giselle Noschang"

domingo, 14 de abril de 2013

Uma explicação muito importante

Como uma pessoa cega lê livros?

Bom, existem algumas formas para um deficiente visual ler livros.
1. Com a ajuda de um scanner para digitalizar o livro.
O texto, é passado para dentro do computador e aqui no meu caso, o faço
em .txt.
Depois, com a ajuda de um programa, o transformo em .mp3 e o coloco no
meu mp4 e vou ouvindo mas, posso ouvi-los pelo computador também .
Lembrando que existem alguns programas para isso e eles trabalham com
vozes sapi.
Essas vozes, são muito parecidas com a voz humana.
2. Contamos com a boa vontade de pessoas que vão lendo e gravando os
livros para nós.
Existem muitos livros dessa forma, na maioria das vezes, os livros são
gravados em cd em .mp3.
3. e existem pessoas que leem direto para o deficiente visual, nesse
caso, os dois se encontram em algum lugar e a pessoa que enxerga lê o
livro ao vivo.
Era assim que meu avô materno lia os livros de histórias infantis que a
minha mãe comprava para mim, passávamos tardes muito agradáveis, ele
lendo e eu ouvindo e viajando com o que ouvia.
Também, tenho alguns livros em Braille mas, são poucos.
Seria ótimo que as pessoas que tivessem um tempo livre pudessem fazer
esse trabalho!

Outros livros interessantes

Abaixo, vai a relação dos livros, não sei se está completa, os que já li tem um * na frente do
nome.
Tenho alguns aqui mas, gostaria de ter todos dela.

Outros livros psicografados pela médium Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho:

Com o espírito Antônio Carlos:

*- A casa do penhasco
*- A GRUTA DAS ORQUÍDEAS
- Amai os inimigos
- Reconciliação
- Cativos e Libertos
*- Copos que Andam
*- Filho Adotivo
- Reparando Erros
*- A Mansão da Pedra Torta
*- O Rochedo dos Amantes
*- O castelo dos sonhos
- Palco das Encarnações
*- Morri e agora?
- Aconteceu
- Muitos são os Chamados
- O Talismã Maldito
- Aqueles que Amam
- O Diário de Luizinho (infantil)
- Novamente Juntos

Com o espírito Patrícia:

*- Violetas na Janela
*- Vivendo no Mundo dos Espíritos
*- A Casa do Escritor
*- O Vôo da Gaivota

Com o espírito Rosângela:

*- ABORRECENTE, NÃO. SOU ADOLESCENTE!
*-Flores de Maria
- Nós, os Jovens
*- O dificil caminho das drogas
- A Aventura de Rafael (infantil)
O Sonho de Patrícia (infantil)

Com o espírito Jussara:

- Cabocla

Com espíritos diversos:

*- Em missão de socorro
- Valeu a Pena!
- Perante a Eternidade
- Deficiente Mental: Por que Fui Um?

Livros em outros idiomas:

- Violetas eu la Ventana
- Violets by my Window
- Reconciliación

Filho adotivo - Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho -

Esse eu li e recomendo!


Conheça o drama de dois irmãos que, sem saberem, namoram e desejam se casar; e a aflição da mãe, já desencarnada, por alertá-los contra o perigo. Espíritos
amigos entram em ação e tecem uma verdadeira lição de carinho e fraternidade.

EM MISSÃO DE SOCORRO - Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho

Espíritos
Guilherme, Leonor e José




Contra-capa

Trabalhar com amor em benefício do nosso semelhante é tarefa que exige dedicação, coragem e desprendimento. Neste EM MISSÃO DE SOCORRO, a médium VERA LÚCIA MARINZECK
DE CARVALHO nos apresenta três novos espíritos especializados na busca e no resgate de irmãos ainda presos nas zonas inferiores e no Umbral, mas que já apresentam
condições espirituais e emocionais de tentarem iniciar uma nova jornada nas Colônias de recuperação.
Guilherme, Leonor e José, estes abnegados mensageiros da paz, nos contam, com riqueza de detalhes e naturalidade, como são feitas estas verdadeiras operações de
salvamento, que requerem planejamento, estratégia de ação, equipes treinadas e muito amor no coração.
As histórias desta obra são verídicas. Elas mostram, efetivamente, o que acontece com aqueles que valorizam a matéria e cultuam sentimentos como a vingança, a raiva
descabida, o egoísmo e o orgulho. Mas revelam também que não basta não prejudicar ninguém: é preciso nos esforçarmos para fazer o bem ao nosso alcance. Existem
pessoas
nem boas, nem ruins no Umbral. São apenas preguiçosas e desavisadas...
Por isso, a leitura de EM MISSÃO DE SOCORRO é fundamental para nosso crescimento interior, um roteiro para reflexões e uma oportunidade para decidirmos qual futuro
queremos para nós.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Coisas estranhas

Não gosto nadinha quando coisas estranhas acontecem!
Uns dias antes das confusões começarem, nós estávamos na sala quando
de rrepente ouvimos alguém no quarto pequeno procurando algo.
Nossa, fiquei morrendo de medo pois, pensei que havia entrado alguém e
depois que anoiteceu e as janelas estavam fechadas a criatura entrou em
ação.
A coisa, durou uns 3 minutos e eu e meu marido, ficamos parados, sem
ação.
Depois, ele foi lá ver o que era e eu já estava pensando em correr lá
para a rua.
Não era nada e graças a Deus não tinha ninguém!
Depois disso, ouvimos um barulho lá na cozinha mas, não na mesma noite,
na noite seguinte.
Depois, aconteceu mais uma coisa que não me lembro agora.
Estou contando isso pois hoje, já aconteceu algo estranho depois do
almoço.
E sempre que acontece essas coisas, um tempinho depois lá vem bomba!
Isso já aconteceu várias vezes e nunca foi diferente!
Tomara que dessa vez eu esteja enganada!

Nossa, que final de ano!!!

Esse final de ano foi pesado pra muita gente mesmo!
Aqui em casa não foi diferente!
Tudo começou no dia 17 de dezembro depois que eu recebi um telefonema, a
pessoa não importa mas, é suspeita, isso é, um dos suspeitos.
Um tempo depois, eu estava fazendo algumas coisas no computador e o meu
marido estava ouvindo um livro no mp4.
De rrepente, ouvi um barulho estranho que vinha lá da cozinha como se
fosse um bicho deslisando pela janela da copa ou algo assim, detalhe,
eram por volta das 10 e pouco da manhã.
Me levantei e fui até lá mas, não vi nada, isso é, dentro do meu
limitado campo visual né!
A única coisa que senti foi um cheiro de fio queimado.
Voltei para o computador e continuei a fazer o que estava fazendo e
assim, o dia foi passando normalmente.
No final da tarde, choveu e roncou trovoada e como sempre faço,
desliguei o computador e fui preparar um lanchinho para nós.
Aí foi que descobri que não havia luz na cozinha, só em uma tomada pois
essa, vem direto do relógio.
Ligamos o freezer na tomada e tentamos ligar a geladeira em outra mas,
ela não ligou.
No dia seguinte, chamamos o eletricista que disse que teríamos que trocar
a fiação da cozinha mas, como íamos viajar no dia 21, ele deu um
jeitinho até voltarmos.
A geladeira ligou e eu não precisei mais do técnico.
Mas, a alegria durou pouco pois, no dia seguinte a luz piscou e a danada
parou de vez.
Bom, resumindo a coisa:
Não conseguimos ninguém para concertá-la antes de viajarmos e ela estava
cheinha de coisas.
Além disso a lâmpada do banheiro também queimou mas, o eletricista
trocou.
No dia 21, fomos viajar e quando voltamos no dia 27 a maioria dos
legumes estavam estragados.
Ficamos sem geladeira até o dia 3 de janeiro pois, o motor havia
queimado.
E enquanto isso, no dia 31 à noite, faltou água aqui em casa, tivemos
que trocar a boia da caixa d'água e a água nada de chegar.
O bombeiro hidráulico veio aqui de novo e disse que era ar nos canos.
Nossa, o coitado soprou, chupou os canos com vontade e aí a água veio.
Mas, foi só ele sair que tudo voltou a ser como antes.
Isso, durou a semana toda e o coitado no sábado, dia 5, voltou aqui de
manhã e fez tudo de novo.
Só depois do almoço, isso é, no meio da tarde é que me lembrei que lá no
quintal, na casinha da garagem tem uma pia e que a torneira poderia
estar quebrada, e por isso, a caixa não enchia e a água não chegava.
Meu marido foi lá ver e descobriu que havia um cano vazando lá dentro da
tal casinha no banheiro.
Chamamos o moço de novo e finalmente tudo foi concertado e em meia hora
a caixa estava cheia.
Sem contar, a infeliz da gripe que me pegou e pegou meu marido também!
Chegamos de viajem na quinta, passei mau na sexta e no sábado estava
gripada e durante a semana seguinte, tivemos até febre.
Tivemos pois, um pouco depois meu marido pegou a gripe também.
E até hoje, ainda tenho resquícios dela e meu marido ainda está com
tosse.
No sábado passado meu computador não ligava de jeito nenhum, o técnico
só veio na terça e o danado ainda está com defeito mas, agora sei como
fazer para ele funcionar.
E na quarta, quando eu estava feliz da vida almoçando e assistindo a um
filme, um dos meus dentes quebrou!
Ah, e agora é a faxineira que está me dando problema, vou ter que
arrumar outra!
Mas, o final de ano foi pesado para uma amiga também e para outras
pessoas,
Que coisa!