Infância Interrompida - Cathy Glass
Jodie tem apenas 8 anos. Colocada para adoção, violenta e extremamente agressiva, passou por cinco famílias em quatro meses. Última esperança antes que a menina seja levada para uma instituição, Cathy vai recebê-la em sua casa. No início as coisas vão mal, muito mal mesmo. Mas, apesar das imensas dificuldades para lidar com Jodie, Cathy não desiste e usa todo o seu amor, paciência e experiência para ajudar Jodie. E, quanto mais a pequena confia em Cathy, mais esta descobre fatos medonhos sobre o triste passado da criança. Os pais - que deveriam ter cuidado com muito amor da frágil Jodie - são as mesmas pessoas que interromperam sua infância, que acabaram com sua vida. O futuro de Jodie é nebuloso, mas Cathy irá ficar ao lado dela. Até quando puder.
sexta-feira, 16 de outubro de 2020
Livro lido
Os catadores de conchas - Rosamunde Pilcher
Os catadores de conchas é o 13º livro de Rosamunde Pilcher e, sem a
menor sombra de dúvidas, seu melhor romance.
Assim que foi lançado, em 1988, na Inglaterra, conquistou o público leitor e
continua até hoje, com sucesso absoluto, na lista dos best sellers da revista
americana Publishers Weekly e do The New York Times Book Review.
Penelope Keeling, personagem central do romance, é filha de um pintor
vitoriano idoso e de uma jovem francesa, liberal e independente. "Os catadores de
conchas" é o livro que conta a vida de Penelope: a história de uma mulher parecida
com milhares de outras mulheres. E é exatamente a sua vida tão comum e igual à
de qualquer mulher que torna este romance tão atraente.
Com altos e baixos, Penelope foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz a
por ter-se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor,
mas as tragédias e problemas ocasionados a por esse encontro deixaram marcas
profundas. Teve três filhos - Nancy, Olivia e Noel, cada um com seu mundo
estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias.
É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher
vigorosa, firme e bela. Ao longo de 6OO páginas, O mundo de Penelope arrebatará
o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da família
Keeling.
Como declarou a autora, "senti que me coloquei inteira no livro e que morri no
instante em que acabei de escrevê-lo". A saudade de se despedir de Penelope ao
final da leitura de Os catadores de conchas, inevitavelmente, todos os leitores irão
sentir.
Os catadores de conchas é o 13º livro de Rosamunde Pilcher e, sem a
menor sombra de dúvidas, seu melhor romance.
Assim que foi lançado, em 1988, na Inglaterra, conquistou o público leitor e
continua até hoje, com sucesso absoluto, na lista dos best sellers da revista
americana Publishers Weekly e do The New York Times Book Review.
Penelope Keeling, personagem central do romance, é filha de um pintor
vitoriano idoso e de uma jovem francesa, liberal e independente. "Os catadores de
conchas" é o livro que conta a vida de Penelope: a história de uma mulher parecida
com milhares de outras mulheres. E é exatamente a sua vida tão comum e igual à
de qualquer mulher que torna este romance tão atraente.
Com altos e baixos, Penelope foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz a
por ter-se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor,
mas as tragédias e problemas ocasionados a por esse encontro deixaram marcas
profundas. Teve três filhos - Nancy, Olivia e Noel, cada um com seu mundo
estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias.
É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher
vigorosa, firme e bela. Ao longo de 6OO páginas, O mundo de Penelope arrebatará
o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da família
Keeling.
Como declarou a autora, "senti que me coloquei inteira no livro e que morri no
instante em que acabei de escrevê-lo". A saudade de se despedir de Penelope ao
final da leitura de Os catadores de conchas, inevitavelmente, todos os leitores irão
sentir.
Livros que li no feriado da semana passada
Vi esses livros no final da década de 60 na biblioteca do Instituto Benjamim
Constante, aonde eu estudava.
Nunca imaginei que eu os encontraria na net!
É uma leitura leve e alegre para crianças pequenas e grandes.
Amei!
Vou tentar encontrar mais livros dessa autora.
*
clarita da pa virada e Clarita no colégio - MARIA CLARICE MARINHO VILLAC
Na década de 1940, Monteiro Lobato tinha o costume de ir frequentemente à Biblioteca
Infantil Municipal de São Paulo verificar a popularidade de seus livros infantis. Apesar
do sucesso constante, houve um dia em que surgiu um concorrente à altura. Curioso, o
escritor levou para casa um exemplar de CLARITA DA PÁ VIRADA. Voltou então à
Biblioteca no dia seguinte só para reconhecer, encantado, que aquele era um livro
atraente e divertido, e as crianças tinham razão de sobra para admirá-lo.
[Episódio extraído de um artigo da Folha de São Paulo de 08/06/1946].
A história de CLARITA NO COLÉGIO tem o seu desenrolar entre 1914
e 1920.
À memória de D. Emília de Paiva Meira, fundadora da Sociedade
Brasileira de Educação e Instrução de Meninas.
Homenagem afetuosa e gratidão da Autora.
São Paulo, julho de 1945.
Constante, aonde eu estudava.
Nunca imaginei que eu os encontraria na net!
É uma leitura leve e alegre para crianças pequenas e grandes.
Amei!
Vou tentar encontrar mais livros dessa autora.
*
clarita da pa virada e Clarita no colégio - MARIA CLARICE MARINHO VILLAC
Na década de 1940, Monteiro Lobato tinha o costume de ir frequentemente à Biblioteca
Infantil Municipal de São Paulo verificar a popularidade de seus livros infantis. Apesar
do sucesso constante, houve um dia em que surgiu um concorrente à altura. Curioso, o
escritor levou para casa um exemplar de CLARITA DA PÁ VIRADA. Voltou então à
Biblioteca no dia seguinte só para reconhecer, encantado, que aquele era um livro
atraente e divertido, e as crianças tinham razão de sobra para admirá-lo.
[Episódio extraído de um artigo da Folha de São Paulo de 08/06/1946].
A história de CLARITA NO COLÉGIO tem o seu desenrolar entre 1914
e 1920.
À memória de D. Emília de Paiva Meira, fundadora da Sociedade
Brasileira de Educação e Instrução de Meninas.
Homenagem afetuosa e gratidão da Autora.
São Paulo, julho de 1945.
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