O Instituto - Stephen King
No meio da noite, em uma casa no subúrbio de Minneapolis, um grupo de invasores assassina os pais de Luke e sequestra silenciosamente o menino de doze anos. A operação leva menos de dois minutos.
Quando Luke acorda, ele está no Instituto, em um quarto que parece muito o dele, exceto pelo fato de que não tem janela. E do lado de fora tem outras portas, e atrás delas, outras crianças com talentos especiais, que chegaram àquele lugar do mesmo jeito que Luke. O grupo formado por ele, Kalisha, Nick, George, Iris e o caçula, Avery Dixon, de apenas dez anos, está na Parte da Frente. Outros jovens, Luke descobre, foram levados para a Parte de Trás e nunca mais vistos.
Nessa instituição sinistra, a equipe se dedica impiedosamente a extrair dessas crianças toda a força de seus poderes paranormais. Não existem escrúpulos. Conforme cada nova vítima vai desaparecendo para a Parte de Trás, Luke fica mais e mais desesperado para escapar e procurar ajuda. Mas até hoje ninguém nunca conseguiu fugir do Instituto.
Tão aterrorizante quanto A incendiária e tão espetacular quando It: a Coisa, este novo livro de Stephen King mostra um mundo onde o bem nem sempre vence o mal.
Muito bom, adorei!
domingo, 29 de setembro de 2019
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
As pessoas vão ler e vão continuar fazendo as mesmas coisas!
Meu, que desabafo! Falou tudo o que muitas pessoas com deficiência queriam falar. Parabéns à autora.
Mães quando colocam seus filhos no mundo deveriam entender que os filhos não são delas, e sim, para o mundo. Mães colocam filhos no mundo, e não para elas.
Se quem pensa em ser mãe, só para ter alguém para comandar na rédea curta, vestir como ela quer que o filho vista e querer que ele faça suas vontades?
Me perdoe, mas eu te aconselho a criar um animal de estimação.
É muito triste ouvir aquelas frases, aquelas chantagens baratas que, principalmente, pais de pessoas com deficiência fazem:
"Fiz tanto por você, e é dessa forma que você me retribui." Eles dizem isso quando nós os contrariamos, como se nós pedíssemos pra nascer, nascer com deficiência
e ainda nascesse com divida que temos que, mais cedo ou mais tarde, lhes pagar depois.
Sabe qual que é a grande verdade? É que a superproteção é uma merda. A proteção é uma coisa, a super é outra completamente diferente. Superproteção é a
pior inimiga das pessoas com deficiência pode ter certeza disso.
Sabe o por que somos taxados como pessoas ignorantes? Porque quem não possui nenhum tipo de deficiência e são ditas normais nunca vão entender o que sentimos
quando as pessoas não nos ajjuda, mas na hora que vamos fazer algo, elas dão palpite de acordo com o que é bom aos olhos delas.
Elas nunca vão entender que muita das vezes, fazemos amizades pela internet para suprir a compreensão que não temos dentro de casa.
Elas nunca vão entender a nossa forma de fazer arte, e vão chamar os trabalhos que fazemos na frente do computador de palhaçada, quando nunca nem se quer
pararam para apreciar nossos trabalhos.
Nunca vão entender que, muita das vezes, escolhemos namorar pessoas também com deficiência, para evitar aqueles comentários idiotas que fazem: "Olha! que
bom que você namora uma pessoa que enxerga, que anda, porque aí, ela vai poder cuidar de você." Como se nós fôssemos seres desprovidos de sentimentos,
e que precisamos ter um marido ou uma esposa para cuidar de nós quando nossos tutores se forem.
Deficiente é essa gente, que tem esse olhar preconceituoso sobre nós. E feliz é aquele deficiente que foi incentivado a ser independente logo na infância.
Feliz é aquele deficiente que já tem sua vida sem se sentir um ser movido à controle remoto. Feliz! Feliz você, que não precisou matar dez leões e vinte
dragões para provar a sua família que você pode viver sua vida normalmente como qualquer outra pessoa.
E triste é aquele deficiente estilo mulher de bandido, que tudo tem que pedir pra papai e mamãe. Se recebe um namorado (A), em casa, tem que pedir. Se
quer comprar algo? Tem que pedir pro seu tutor o dinheiro que é seu por direito. Se quer conhecer o namorado? Tem que pedir. Se o namorado (a), vem, ele
tem um tempo determinado pra ficar, de acordo com a chefia. ´´E muito triste viver assim.
E quantos mais deficientes se identificam com esse texto? Acredito que essa não seja uma realidade de uma única pessoa com deficiência, mas sim, de várias.
Frases clichês:
Você precisa lutar pela sua independência. Como se nós não tentássemos fazer isso, mas às vezes, o medo nos enfraquece assim como aquela mulher que apanha
do marido e tem medo de denunciar.
Já passou da hora de você ter suas coisas no seu nome! Como se muitos de nós não soubesse disso, mas às vezes, nós fomos criados numa redoma de vidro tão
apertada, que essa decisão se torna difícil.
Coitada da sua mãe/pai, ele só quer te proteger! Proteger é uma coisa, superproteger é outra.
Namorando outra pessoa com deficiência, você trás muita responsabilidade pra cima de sua mãe/pai.
Ué? Não estamos mandando eles pegarem a responsabilidade para eles. Aposto que se eles nos incentivassem a ser independentes desde cedo, não sentiria a
chegada de outro deficiente como um peso, que é como eles dizem.
Muitos admiram a nossa inteligência, nossas capacidades, admiram as pessoas que nos carregam para lá e para cá, mas não sabem a tamanha realidade por trás
de tudo isso. Devemos ser gratos às nossas famílias? Sim. Mas chega uma hora que devemos fazer valer apena a nossa vontade, e é aí que os conflitos acontecem.
Eles não deixam, eles não aceitam, e fazem com que a gente pague a dívida por todos os anos que demos trabalho, se é assim que eles pensam.
O problema não é ser deficiente, mas sim, as pessoas em volta do deficiente. O problema está na sociedade, a sociedade é deficiente de espírito. O preconceito
é uma deficiência, mais séria do que todas juntas. O problema então, é ser deficiente? Não. O problema está na forma em que somos vistos.
Autoria: Thainá de Lima Costa
Mães quando colocam seus filhos no mundo deveriam entender que os filhos não são delas, e sim, para o mundo. Mães colocam filhos no mundo, e não para elas.
Se quem pensa em ser mãe, só para ter alguém para comandar na rédea curta, vestir como ela quer que o filho vista e querer que ele faça suas vontades?
Me perdoe, mas eu te aconselho a criar um animal de estimação.
É muito triste ouvir aquelas frases, aquelas chantagens baratas que, principalmente, pais de pessoas com deficiência fazem:
"Fiz tanto por você, e é dessa forma que você me retribui." Eles dizem isso quando nós os contrariamos, como se nós pedíssemos pra nascer, nascer com deficiência
e ainda nascesse com divida que temos que, mais cedo ou mais tarde, lhes pagar depois.
Sabe qual que é a grande verdade? É que a superproteção é uma merda. A proteção é uma coisa, a super é outra completamente diferente. Superproteção é a
pior inimiga das pessoas com deficiência pode ter certeza disso.
Sabe o por que somos taxados como pessoas ignorantes? Porque quem não possui nenhum tipo de deficiência e são ditas normais nunca vão entender o que sentimos
quando as pessoas não nos ajjuda, mas na hora que vamos fazer algo, elas dão palpite de acordo com o que é bom aos olhos delas.
Elas nunca vão entender que muita das vezes, fazemos amizades pela internet para suprir a compreensão que não temos dentro de casa.
Elas nunca vão entender a nossa forma de fazer arte, e vão chamar os trabalhos que fazemos na frente do computador de palhaçada, quando nunca nem se quer
pararam para apreciar nossos trabalhos.
Nunca vão entender que, muita das vezes, escolhemos namorar pessoas também com deficiência, para evitar aqueles comentários idiotas que fazem: "Olha! que
bom que você namora uma pessoa que enxerga, que anda, porque aí, ela vai poder cuidar de você." Como se nós fôssemos seres desprovidos de sentimentos,
e que precisamos ter um marido ou uma esposa para cuidar de nós quando nossos tutores se forem.
Deficiente é essa gente, que tem esse olhar preconceituoso sobre nós. E feliz é aquele deficiente que foi incentivado a ser independente logo na infância.
Feliz é aquele deficiente que já tem sua vida sem se sentir um ser movido à controle remoto. Feliz! Feliz você, que não precisou matar dez leões e vinte
dragões para provar a sua família que você pode viver sua vida normalmente como qualquer outra pessoa.
E triste é aquele deficiente estilo mulher de bandido, que tudo tem que pedir pra papai e mamãe. Se recebe um namorado (A), em casa, tem que pedir. Se
quer comprar algo? Tem que pedir pro seu tutor o dinheiro que é seu por direito. Se quer conhecer o namorado? Tem que pedir. Se o namorado (a), vem, ele
tem um tempo determinado pra ficar, de acordo com a chefia. ´´E muito triste viver assim.
E quantos mais deficientes se identificam com esse texto? Acredito que essa não seja uma realidade de uma única pessoa com deficiência, mas sim, de várias.
Frases clichês:
Você precisa lutar pela sua independência. Como se nós não tentássemos fazer isso, mas às vezes, o medo nos enfraquece assim como aquela mulher que apanha
do marido e tem medo de denunciar.
Já passou da hora de você ter suas coisas no seu nome! Como se muitos de nós não soubesse disso, mas às vezes, nós fomos criados numa redoma de vidro tão
apertada, que essa decisão se torna difícil.
Coitada da sua mãe/pai, ele só quer te proteger! Proteger é uma coisa, superproteger é outra.
Namorando outra pessoa com deficiência, você trás muita responsabilidade pra cima de sua mãe/pai.
Ué? Não estamos mandando eles pegarem a responsabilidade para eles. Aposto que se eles nos incentivassem a ser independentes desde cedo, não sentiria a
chegada de outro deficiente como um peso, que é como eles dizem.
Muitos admiram a nossa inteligência, nossas capacidades, admiram as pessoas que nos carregam para lá e para cá, mas não sabem a tamanha realidade por trás
de tudo isso. Devemos ser gratos às nossas famílias? Sim. Mas chega uma hora que devemos fazer valer apena a nossa vontade, e é aí que os conflitos acontecem.
Eles não deixam, eles não aceitam, e fazem com que a gente pague a dívida por todos os anos que demos trabalho, se é assim que eles pensam.
O problema não é ser deficiente, mas sim, as pessoas em volta do deficiente. O problema está na sociedade, a sociedade é deficiente de espírito. O preconceito
é uma deficiência, mais séria do que todas juntas. O problema então, é ser deficiente? Não. O problema está na forma em que somos vistos.
Autoria: Thainá de Lima Costa
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