ABNER SOFREU COM O PRECONCEITO. E A VIDA ENSINOU SUA FAMÍLIA A SER
MAIS TOLERANTE COM A DIVERSIDADE.
ABNER, ARQUITETO bem resolvido, 35 anos, bonito e forte, decide assumir a sua
homossexualidade e a relação com Davi, seu companheiro. Mas ele não esperava que
fosse encontrar contrariedades dentro de sua própria casa, principalmente por parte de
seu pai, senhor Salvador, que o agride verbal e fisicamente.
Os problemas familiares não param por aí. As duas irmãs de Abner enfren¬tarão
inúmeros desafios. Rúbia, a mais nova, engravida de um homem casado e é expulsa de
casa. Simone, até então bem casada, descobre nos primeiros meses de gestação que seu
bebê é portador de Síndrome de Patau: o marido Samuel, despreparado e fraco, afasta-se
e arruma uma amante.
Em meio a tantos acontecimentos, surge Janaina, mãe de Davi e Cristiano, que sempre
orientou seus filhos na Doutrina Espírita. As duas famílias passam a ter amizade, e
Janaina orienta Rúbia e Simone, enquanto Cristiano começa a fazer o senhor Salvador
raciocinar e vencer seu preconceito contra a homossexualidade. Ele oferece ao pai de
Abner explicações claras sobre o que seja orientação sexual, identidade sexual, gênero
sexual, transgêneros, intersexuais, transexuais e travestis para demonstrar, por meio do
raciocínio lógico, que homossexualidade e tantas outras condições sexuais também são
obras de Deus.
Neste MAIS FORTE DO QUE NUNCA, O espírito Schellida, por intermédio da
psicografia de Eliana Machado Coelho, mais uma vez vem nos dar uma verdadeira aula
de humanismo, espiritualidade e solidariedade, ensinando-nos que, acima de tudo,
somos todos filhos do mesmo Pai.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Dica de livro
Li e amei de paixão, são ótimos!
Virgínia C. Andrews - A SAGA DOS FOXWORTH 1 - O Jardim dos Esquecidos
Virgínia C. Andrews - A SAGA DOS FOXWORTH 2 - Pétalas Ao Vento
Virgínia C. Andrews - a saga dos foxworth 3 - os espinhos do mal
Virgínia C. Andrews - A Saga dos Foxworth 4 - Sementes do Passado
Virgínia C. Andrews - A SAGA DOS FOXWORTH 5-Jardim das Sombras
Virgínia C. Andrews - A SAGA DOS FOXWORTH 1 - O Jardim dos Esquecidos
Virgínia C. Andrews - A SAGA DOS FOXWORTH 2 - Pétalas Ao Vento
Virgínia C. Andrews - a saga dos foxworth 3 - os espinhos do mal
Virgínia C. Andrews - A Saga dos Foxworth 4 - Sementes do Passado
Virgínia C. Andrews - A SAGA DOS FOXWORTH 5-Jardim das Sombras
domingo, 11 de maio de 2014
Dica de livro:
Esses, li essa semana, amei, são lindos!
André Vianco - A Casa
A Pousada Rose Harbor - Debbie Macomber
E ainda tem mais, estão aguardando para serem lidos!
Vou aproveitar que ainda estou com tempo para ler, da qui a pouco, vai
começar a correria de novo!
Beijinhos felizes e fiquem com Deus!
André Vianco - A Casa
A Pousada Rose Harbor - Debbie Macomber
E ainda tem mais, estão aguardando para serem lidos!
Vou aproveitar que ainda estou com tempo para ler, da qui a pouco, vai
começar a correria de novo!
Beijinhos felizes e fiquem com Deus!
Um feliz e abençoado dia das mães!
Que Deus ilumine, proteja e abençoe todas as mamães aqui do blog!
ANJO PROTETOR
Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus: []
Dizem-me que estarei sendo enviado à terra amanhã...
Como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso? []
Deus: entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você.
Estará lhe esperando e tomará conta de você.
Criança: mas diga-me: aqui no Céu eu não faço nada a não ser
cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei
feliz lá?[]
Deus: seu anjo cantará e sorrirá para você e... A cada dia, a
cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.
Criança: como poderei entender quando falarem comigo se eu não
conheço a língua que as pessoas falam? []
Deus: com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a
falar.
Criança: e o que farei quando eu quiser Te falar? []
Deus: seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.
Criança: eu ouvi que na terra há homens maus. Quem me protegerá?
[]
Deus: seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua
própria vida.
Criança: mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.
[]
Deus: seu anjo sempre lhe falará sobre Mim e lhe ensinará a
maneira de vir a Mim, e Eu estarei sempre dentro de você.
Nesse momento havia muita paz no Céu, mas as vozes da terra já
podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu suavemente:
Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor, o
nome do meu anjo.[]
Deus: Você chamará seu anjo de MÃE !!!
Autor Desconhecido
Beijinhos felizes, festivos e parabens a todas as mães!
ANJO PROTETOR
Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus: []
Dizem-me que estarei sendo enviado à terra amanhã...
Como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso? []
Deus: entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você.
Estará lhe esperando e tomará conta de você.
Criança: mas diga-me: aqui no Céu eu não faço nada a não ser
cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei
feliz lá?[]
Deus: seu anjo cantará e sorrirá para você e... A cada dia, a
cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.
Criança: como poderei entender quando falarem comigo se eu não
conheço a língua que as pessoas falam? []
Deus: com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a
falar.
Criança: e o que farei quando eu quiser Te falar? []
Deus: seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.
Criança: eu ouvi que na terra há homens maus. Quem me protegerá?
[]
Deus: seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua
própria vida.
Criança: mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.
[]
Deus: seu anjo sempre lhe falará sobre Mim e lhe ensinará a
maneira de vir a Mim, e Eu estarei sempre dentro de você.
Nesse momento havia muita paz no Céu, mas as vozes da terra já
podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu suavemente:
Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor, o
nome do meu anjo.[]
Deus: Você chamará seu anjo de MÃE !!!
Autor Desconhecido
Beijinhos felizes, festivos e parabens a todas as mães!
Uma coisa importante que aprendi
A uns 22 anos, conheci uma pessoa maravilhosa, cheia de luz e muito
abençoada por Deus.
O nome dela era, Zilda e foi uma das minhas melhores amigas.
Aonde ela entrava, chamava logo a atenção pelo seu jeito super positivo,
alegre e de bem com a vida.
É claro que ela tinha problemas também, como todos nós mas, não
ficava tentando chamar a atenção dos outros para sí por causa deles.
Uma coisa que ela me ensinou e eu pratiquei e pratico até hoje é o
seguinte:
Não são as pessoas e nem o mundo que tem que mudar, somos nós.
Quando mudamos tudo em torno de nós muda, passamos a ver e sentir o
mundo, as pessoas e as situações de outra forma.
Tenho visto muita gente, ficar o tempo todo reclamando e choramingando
como criança mimada.
Se não tem, reclama, se tem, reclama, de um pingo de água fazem um
oceano.
E quanto mais as pessoas dão atenção e tem pena melhor pois, é
exatamente isso que elas querem, elas adoram!
Como deve ser chato conviver com esse tipo de pessoas, tá doido!
A vida, é muito curta, vamos tentar ser feliz que é isso que importa!
abençoada por Deus.
O nome dela era, Zilda e foi uma das minhas melhores amigas.
Aonde ela entrava, chamava logo a atenção pelo seu jeito super positivo,
alegre e de bem com a vida.
É claro que ela tinha problemas também, como todos nós mas, não
ficava tentando chamar a atenção dos outros para sí por causa deles.
Uma coisa que ela me ensinou e eu pratiquei e pratico até hoje é o
seguinte:
Não são as pessoas e nem o mundo que tem que mudar, somos nós.
Quando mudamos tudo em torno de nós muda, passamos a ver e sentir o
mundo, as pessoas e as situações de outra forma.
Tenho visto muita gente, ficar o tempo todo reclamando e choramingando
como criança mimada.
Se não tem, reclama, se tem, reclama, de um pingo de água fazem um
oceano.
E quanto mais as pessoas dão atenção e tem pena melhor pois, é
exatamente isso que elas querem, elas adoram!
Como deve ser chato conviver com esse tipo de pessoas, tá doido!
A vida, é muito curta, vamos tentar ser feliz que é isso que importa!
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Sobre Reiki
Mais importante se faz frisar que um Reikiano não pode ser formado pelas
práticas pedagógicas tradicionais. Para se tornar um Reikiano, é
necessário que o aspirante passe pelo processo de iniciação, o qual só
pode ser feito por um Mestre Habilitado. Claro fica que se pode aprender
sobre o Reiki, mas não praticar sem a iniciação.
práticas pedagógicas tradicionais. Para se tornar um Reikiano, é
necessário que o aspirante passe pelo processo de iniciação, o qual só
pode ser feito por um Mestre Habilitado. Claro fica que se pode aprender
sobre o Reiki, mas não praticar sem a iniciação.
É a mais pura verdade!!!
Graças a Deus encontrei o equilíbrio nessa parte e estou super
tranquila!
***
Há quem diga que o amor é a base de tudo, porém eles se esquecem que há os que se anulam em nome do amor e acabam abandonados.
Há os que investem tudo nos outros acreditando que serão correspondidos e vivem reclamando do egoísmo alheio.
Há os que sonham com um amor perfeito, pretendem encaixar o ser amado nesse molde e acabam descobrindo que cada um é como é e não temos poder para mudar
ninguém.
Há os que confundem paixão com amor. Não percebem que paixão é admirar no outro o que recalca em si.
Quando a ilusão projetiva desaparece percebemos o ridículo dos nossos atos apaixonados.
Há os que confundem apego com amor. São egoístas que esperam do outro exatamente o que não se dão.
O amor verdadeiro nunca faz sofrer.
Traz alegria, motivação e prazer, agindo sempre com seu poder de harmonizar as relações humanas.
Quando ser feliz passa a ser um objetivo sério nós logo percebemos que com o amor não se brinca.
(Zíbia Gasparetto)
tranquila!
***
Há quem diga que o amor é a base de tudo, porém eles se esquecem que há os que se anulam em nome do amor e acabam abandonados.
Há os que investem tudo nos outros acreditando que serão correspondidos e vivem reclamando do egoísmo alheio.
Há os que sonham com um amor perfeito, pretendem encaixar o ser amado nesse molde e acabam descobrindo que cada um é como é e não temos poder para mudar
ninguém.
Há os que confundem paixão com amor. Não percebem que paixão é admirar no outro o que recalca em si.
Quando a ilusão projetiva desaparece percebemos o ridículo dos nossos atos apaixonados.
Há os que confundem apego com amor. São egoístas que esperam do outro exatamente o que não se dão.
O amor verdadeiro nunca faz sofrer.
Traz alegria, motivação e prazer, agindo sempre com seu poder de harmonizar as relações humanas.
Quando ser feliz passa a ser um objetivo sério nós logo percebemos que com o amor não se brinca.
(Zíbia Gasparetto)
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Suas escolhas
Uma coisa que me deixa P da vida, são essas pessoas que fazem uma
escolha e querem que o mundo todo as siga.
Lembre-se: Foi sua escolha não comer carne.
Foi sua escolha a religião que você está praticando num momento.
Foi sua escolha emagrecer.
Foi sua escolha ficar só afetivamente.
Foi sua escolha pintar seus cabelos.
Foi sua escolha fazer cirurgiabariátrica.
Foi sua escolha casar e ter filhos.
Foi sua escolha usar algum programa no computador.
Foi sua escolha ter um relacionamento afetivo com àquele homem ou, com
aquela mulher.
Foi sua escolha escolher suas escolhas e apenas você é que tem que
vivenciá-las.
As suas escolhas, são problema única e exclusivamente seu, e a dos
outros são escolhas única e exclusivamente deles e você não tem nada
haver com isso.
Então, siga seu caminho e trate de conviver com todas as suas escolhas e
deixe o mundo e as pessoas em paz, a não ser, que você não tenha segurança
e certeza das coisas que escolheu e por isso, tem que obrigar as outras
pessoas a escolher como você!
escolha e querem que o mundo todo as siga.
Lembre-se: Foi sua escolha não comer carne.
Foi sua escolha a religião que você está praticando num momento.
Foi sua escolha emagrecer.
Foi sua escolha ficar só afetivamente.
Foi sua escolha pintar seus cabelos.
Foi sua escolha fazer cirurgiabariátrica.
Foi sua escolha casar e ter filhos.
Foi sua escolha usar algum programa no computador.
Foi sua escolha ter um relacionamento afetivo com àquele homem ou, com
aquela mulher.
Foi sua escolha escolher suas escolhas e apenas você é que tem que
vivenciá-las.
As suas escolhas, são problema única e exclusivamente seu, e a dos
outros são escolhas única e exclusivamente deles e você não tem nada
haver com isso.
Então, siga seu caminho e trate de conviver com todas as suas escolhas e
deixe o mundo e as pessoas em paz, a não ser, que você não tenha segurança
e certeza das coisas que escolheu e por isso, tem que obrigar as outras
pessoas a escolher como você!
terça-feira, 1 de abril de 2014
Dica de filme - 3
O jardim secreto
Sinopse
No início do século XX, Mary Lennox (Kate Maberly) vivia na Índia com seus pais, que não lhe davam muita atenção. Porém um estouro de elefantes os mata
e, seis meses depois, Mary desembarca em Liverpool, na Inglaterra, para viver com Lorde Archibald Craven (John Lynch), seu tio, na mansão Misselthwaite,
uma construção feita de pedra, madeira e metal na qual existem segredos e antigas feridas. Mary estava assustada naquele solar com várias dezenas de quartos
e era incrivelmente mimada, pois lhe desagradava a idéia de vestir suas roupas, já que na Índia isto era tarefa de suas aias. A mansão é administrada pela
Sra. Medlock (Maggie Smith), uma rigorosa e fria governanta. Lorde Craven perdeu a mulher há dez anos e nunca mais conseguiu superar a tragédia. Para piorar
Colin Craven (Heydon Prowse), seu filho, também sobre de extrema apatia, sempre recolhido no seu quarto. Mais uma vez negligenciada, Mary passa a explorar
a propriedade e descobre um jardim abandonado. Entusiasmada com a descoberta, Mary decide restaurar o lugar com a ajuda do filho de um dos serviçais da
casa, conquistando assim a atenção do primo doente. Juntos eles desafiam as regras da casa e o velho jardim se transforma em um lugar mágico, cheio de
flores, surpresas e alegria. O jardim secreto é um lugar fantástico onde não existe tristeza e arrependimento, um lugar onde a força da amizade pode trazer
de volta a beleza da vida.
Sinopse
No início do século XX, Mary Lennox (Kate Maberly) vivia na Índia com seus pais, que não lhe davam muita atenção. Porém um estouro de elefantes os mata
e, seis meses depois, Mary desembarca em Liverpool, na Inglaterra, para viver com Lorde Archibald Craven (John Lynch), seu tio, na mansão Misselthwaite,
uma construção feita de pedra, madeira e metal na qual existem segredos e antigas feridas. Mary estava assustada naquele solar com várias dezenas de quartos
e era incrivelmente mimada, pois lhe desagradava a idéia de vestir suas roupas, já que na Índia isto era tarefa de suas aias. A mansão é administrada pela
Sra. Medlock (Maggie Smith), uma rigorosa e fria governanta. Lorde Craven perdeu a mulher há dez anos e nunca mais conseguiu superar a tragédia. Para piorar
Colin Craven (Heydon Prowse), seu filho, também sobre de extrema apatia, sempre recolhido no seu quarto. Mais uma vez negligenciada, Mary passa a explorar
a propriedade e descobre um jardim abandonado. Entusiasmada com a descoberta, Mary decide restaurar o lugar com a ajuda do filho de um dos serviçais da
casa, conquistando assim a atenção do primo doente. Juntos eles desafiam as regras da casa e o velho jardim se transforma em um lugar mágico, cheio de
flores, surpresas e alegria. O jardim secreto é um lugar fantástico onde não existe tristeza e arrependimento, um lugar onde a força da amizade pode trazer
de volta a beleza da vida.
Dica de filme - 4
O jardim dos esquecidos
Sinopse
Mulher volta para casa dos pais depois de ficar viúva. Eles não sabem que ela têm quatro filhos, por isso ela esconde as crianças num
sotam. Numa de suas raras visitas, ela envenena uma das crianças. As outras fogem e descobrem os novos planos da mãe.
Sinopse
Mulher volta para casa dos pais depois de ficar viúva. Eles não sabem que ela têm quatro filhos, por isso ela esconde as crianças num
sotam. Numa de suas raras visitas, ela envenena uma das crianças. As outras fogem e descobrem os novos planos da mãe.
Dica de filme - 2
A primeira vista
SINOPSE:
(Kilmer), cego desde criança, trabalha como massagista em um spa quando conhece e se apaixona por Amy Benic (Sorvino), uma arquiteta estressada e ambiciosa.
Certa de que o mundo limitado de Virgil melhoraria muito com uma operação para restaurar sua visão, Amy acaba percebendo que a recém-adquirida visão
de Virgil coloca ambas suas vidas sob uma nova perspectiva.
SINOPSE:
(Kilmer), cego desde criança, trabalha como massagista em um spa quando conhece e se apaixona por Amy Benic (Sorvino), uma arquiteta estressada e ambiciosa.
Certa de que o mundo limitado de Virgil melhoraria muito com uma operação para restaurar sua visão, Amy acaba percebendo que a recém-adquirida visão
de Virgil coloca ambas suas vidas sob uma nova perspectiva.
Eu adoro esse filme, é lindo!
Filme - Encontro marcado
Sinopse:
Em Nova York, uma médica residente (Claire Forlani) conhece por acaso um recém-chegado na cidade (Brad Pitt). Eles se sentem atraídos, mas logo
após se despedirem ele morre em um acidente. Em seguida, a própria Morte decide por utilizar o corpo desta vítima e vai falar com um magnata da mídia (Anthony
Hopkins), dizendo que está ali para levá-lo mas, como pretende conhecer os hábitos dos humanos, propõe retardar esta partida se o milionário tornar
estas férias interessantes e instrutivas.
Sinopse:
Em Nova York, uma médica residente (Claire Forlani) conhece por acaso um recém-chegado na cidade (Brad Pitt). Eles se sentem atraídos, mas logo
após se despedirem ele morre em um acidente. Em seguida, a própria Morte decide por utilizar o corpo desta vítima e vai falar com um magnata da mídia (Anthony
Hopkins), dizendo que está ali para levá-lo mas, como pretende conhecer os hábitos dos humanos, propõe retardar esta partida se o milionário tornar
estas férias interessantes e instrutivas.
Livros lidos no ano passado - 1
No ano passado, comecei por esses, infelizmente ainda faltam alguns!
Já os procurei mas, não os encontrei.
***
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - A CASA DO PENHASCO
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - A gruta das orquídeas
Vera Lúcia Marinzeck De Carvalho - A Mansão da Pedra Torta
VERA LÚCIA MARINZECK DE CARVALHO - aborrecente não. SOU ADOLESCENTE!
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Aconteceu
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Amai os Inimigos
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Antônio Carlos - O Rochedo dos Amantes
Vera Lúcia Marinzeck De Carvalho - Aqueles que Amam
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Cabocla
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Cativos e libertos
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Copos que andam
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Deficiente Mental - Porque fui um
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Em Missão de Socorro
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - ESCRAVO BERNARDINO
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - FILHO-ADOTIVO
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Flores de Maria
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Morri, e agora
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Muitos São os Chamados
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Nova mente juntos - pelo espírito - Antônio Carlos
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Ateu
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Castelo dos Sonhos
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Céu Pode Esperar
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Jardim das rosas
Vera Lúcia Marinzeck De Carvalho - O Mistério do Sobrado
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Que Encontrei do Outro Lado da Vida perante a eternidade
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Sonâmbulo
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Utimo Jantar
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Voo da Gaivota
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Palco das Encarnações
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - porque comigo
Vera Lucia Marinzeck de Carvalho - RECONCILIAÇÃO
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Reparando Erros
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Rosana, a Terceira Vítima Fatal
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Rosângela - O Dificil Caminho das Drogas
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Somente Uma Lembrança(Espíritos Diversos)
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Valeu a Pena
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Violetas na Janela
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Vivendo no Mundo dos Espíritos
Vera Lúcia Marinzek de Carvalho - Véu do Passado
Já os procurei mas, não os encontrei.
***
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - A CASA DO PENHASCO
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - A gruta das orquídeas
Vera Lúcia Marinzeck De Carvalho - A Mansão da Pedra Torta
VERA LÚCIA MARINZECK DE CARVALHO - aborrecente não. SOU ADOLESCENTE!
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Aconteceu
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Amai os Inimigos
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Antônio Carlos - O Rochedo dos Amantes
Vera Lúcia Marinzeck De Carvalho - Aqueles que Amam
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Cabocla
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Cativos e libertos
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Copos que andam
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Deficiente Mental - Porque fui um
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Em Missão de Socorro
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - ESCRAVO BERNARDINO
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - FILHO-ADOTIVO
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Flores de Maria
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Morri, e agora
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Muitos São os Chamados
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Nova mente juntos - pelo espírito - Antônio Carlos
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Ateu
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Castelo dos Sonhos
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Céu Pode Esperar
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Jardim das rosas
Vera Lúcia Marinzeck De Carvalho - O Mistério do Sobrado
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Que Encontrei do Outro Lado da Vida perante a eternidade
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Sonâmbulo
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Utimo Jantar
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - O Voo da Gaivota
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Palco das Encarnações
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - porque comigo
Vera Lucia Marinzeck de Carvalho - RECONCILIAÇÃO
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Reparando Erros
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Rosana, a Terceira Vítima Fatal
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Rosângela - O Dificil Caminho das Drogas
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Somente Uma Lembrança(Espíritos Diversos)
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Valeu a Pena
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Violetas na Janela
Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho - Vivendo no Mundo dos Espíritos
Vera Lúcia Marinzek de Carvalho - Véu do Passado
Livros lidos, ou melhor devorados
No ano passado, exatamente nessa época, comecei a amar ler livros no
final da tarde, isso é, depois das 16 horas.
Esse ano, não está sendo diferente, comecei de novo pois, quando os
livros acabaram, isso é, quando os livros sobre o assunto que eu estava
adorando ler acabaram, parei por um tempo.
Na verdade, não os leio, os devoro! ahahahahahahaha
Antigamente, usava um mp4 e era muito chato porque a bateria acabava no
melhor da festa!
Agora, ganhei um notebook e está sendo ótimo, posso ler bastante sem
preocupação!
Na verdade, não os leio, os ouço pois, os transformo em mp3 mas, mesmo
se não fizesse isso, o computador ou, o notebook os leria para mim, uso um
sistema chamado dosvox que fala tudo ou, quase tudo que aparece na tela.
Mas, vamos deixar essa explicação para depois, já postei aqui um texto
falando sobre ele!
***
O jardim dos esquecidos - V.C. Andrews
A Garota do Penhasco - Lucinda Riley
Calafrio
Fernando Gabeira - O Que é Isso, Companheiro
As Terras de Elyon - Livro I - As Montanhas Misteriosas
Lucinha Araujo - Cazuza, Só as Mães São Felizes
O Enigma e o Espelho - Jostein Gaarder
Na Ilha - Tracey Garvis Graves
3096 dias de cativeiro - Natascha-Kampusch
Entre o Agora e o Nunca e
#2 - Entre o Agora e o Sempre - J. A. Redmerski
E ainda tem mais!
final da tarde, isso é, depois das 16 horas.
Esse ano, não está sendo diferente, comecei de novo pois, quando os
livros acabaram, isso é, quando os livros sobre o assunto que eu estava
adorando ler acabaram, parei por um tempo.
Na verdade, não os leio, os devoro! ahahahahahahaha
Antigamente, usava um mp4 e era muito chato porque a bateria acabava no
melhor da festa!
Agora, ganhei um notebook e está sendo ótimo, posso ler bastante sem
preocupação!
Na verdade, não os leio, os ouço pois, os transformo em mp3 mas, mesmo
se não fizesse isso, o computador ou, o notebook os leria para mim, uso um
sistema chamado dosvox que fala tudo ou, quase tudo que aparece na tela.
Mas, vamos deixar essa explicação para depois, já postei aqui um texto
falando sobre ele!
***
O jardim dos esquecidos - V.C. Andrews
A Garota do Penhasco - Lucinda Riley
Calafrio
Fernando Gabeira - O Que é Isso, Companheiro
As Terras de Elyon - Livro I - As Montanhas Misteriosas
Lucinha Araujo - Cazuza, Só as Mães São Felizes
O Enigma e o Espelho - Jostein Gaarder
Na Ilha - Tracey Garvis Graves
3096 dias de cativeiro - Natascha-Kampusch
Entre o Agora e o Nunca e
#2 - Entre o Agora e o Sempre - J. A. Redmerski
E ainda tem mais!
Ninguém merece
Chegamos da rua ainda pouco, saída que não estava no roteiro!
Imaginem que a infeliz da prefeitura, enviou os carnês do iptu atrasado,
só os encontrei hoje sedo, na hora do café da manhã lá no canto da
varanda.
Então, tomamos café rapidinho e fomos na lotérica pois, faço tudo lá,
odeio ir aos bancos.
Lá chegando, tive a triste notícia que o prazo para pagamento cota única
havia acabado, tive que ir lá na porcaria da prefeitura que é em um
lugar incômodo para pegar uma autorização para poder pagar o mesmo.
Sem contar, que a conexão da lotérica com o banco do brasil está
quebrada, outro problema, ir na agência que também fica longe e é igual
a prefeitura, sem contar que eu tinha que ir a boca do caixa.
Pegamos um táxi e fomos pra prefeitura, lá chegando a moça disse que só
poderia atender depois das 12 horas.
Estava com tanta raiva que falei pra ela quebrar o galho porque era
difícil pra nós ficarmos tendo que andar por aí.
Aí, depois que ela foi preparar o papel, ela disse que hoje eles iriam
comunicar aos bancos que o prazo do pagamento ia ser prorrogado até o
próximo dia 30.
É uma sacanagem pois, muita gente vai lá depois do almoço para fazer o
mesmo que eu.
Pegamos outro táxi e paramos na lotérica e graças a Deus, consegui
pagar, não precisei ir ao banco do brasil não, demos um jeitinho.
A confusão foi tanta, que me esqueci de passar no ort frute, só
Passamos na padaria e voltamos pra casa, ainda bem que tinha almoço
pronto, foi só fazer uma salada e o resto esquentamos no microondas!
Aqui na cidade aonde moro, é horrível para cego andar!
A maioria das calçadas são estreitas e esburacadas, tem coisas no caminho e a maioria
das pessoas não ajudam, ficam parados olhando pra nós como se viéssimos
de outro planeta!
Ah, e aqui não tem sinal de trânsito não, temos que atravessar na marra
nas faixas que nem dá mais para ver, é carro, caminhão, ônibus e moto o
tempo todo e não respeitam ninguém, raramente fazem isso!
Aqui, só eu e meu marido somos dvs, tinha outro mais, sumiu!
Bjs e boa tarde de terça!
Imaginem que a infeliz da prefeitura, enviou os carnês do iptu atrasado,
só os encontrei hoje sedo, na hora do café da manhã lá no canto da
varanda.
Então, tomamos café rapidinho e fomos na lotérica pois, faço tudo lá,
odeio ir aos bancos.
Lá chegando, tive a triste notícia que o prazo para pagamento cota única
havia acabado, tive que ir lá na porcaria da prefeitura que é em um
lugar incômodo para pegar uma autorização para poder pagar o mesmo.
Sem contar, que a conexão da lotérica com o banco do brasil está
quebrada, outro problema, ir na agência que também fica longe e é igual
a prefeitura, sem contar que eu tinha que ir a boca do caixa.
Pegamos um táxi e fomos pra prefeitura, lá chegando a moça disse que só
poderia atender depois das 12 horas.
Estava com tanta raiva que falei pra ela quebrar o galho porque era
difícil pra nós ficarmos tendo que andar por aí.
Aí, depois que ela foi preparar o papel, ela disse que hoje eles iriam
comunicar aos bancos que o prazo do pagamento ia ser prorrogado até o
próximo dia 30.
É uma sacanagem pois, muita gente vai lá depois do almoço para fazer o
mesmo que eu.
Pegamos outro táxi e paramos na lotérica e graças a Deus, consegui
pagar, não precisei ir ao banco do brasil não, demos um jeitinho.
A confusão foi tanta, que me esqueci de passar no ort frute, só
Passamos na padaria e voltamos pra casa, ainda bem que tinha almoço
pronto, foi só fazer uma salada e o resto esquentamos no microondas!
Aqui na cidade aonde moro, é horrível para cego andar!
A maioria das calçadas são estreitas e esburacadas, tem coisas no caminho e a maioria
das pessoas não ajudam, ficam parados olhando pra nós como se viéssimos
de outro planeta!
Ah, e aqui não tem sinal de trânsito não, temos que atravessar na marra
nas faixas que nem dá mais para ver, é carro, caminhão, ônibus e moto o
tempo todo e não respeitam ninguém, raramente fazem isso!
Aqui, só eu e meu marido somos dvs, tinha outro mais, sumiu!
Bjs e boa tarde de terça!
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
"CARNAVAL" - O OUTRO LADO DA FESTA
"COMO TUDO ESTÁ INTERLIGADO AQUI E ALÉM TÚMULO,UM POUCO MAIS SOBRE ESTÁ FESTA QUE TANTO EMPOLGA A MUITOS."
*Os preparativos para a grande festa estão sendo
providênciados há meses.*As escolas de samba preparam,ao longo do ano,as fantasias que os integrantes irão desfilar nas largas avenidas,em meio às arquibancadas
abarrotadas de espectadores.*Os fuliões surgem de diversos pontos do planeta,trazendo na bagagem um sonho em comum: "CAIR NA FOLIA".*Pessoas respeitáveis,cidadãos
dignos,pessoas famosas,se permitem "SAIR DO SÉRIO",nesses dias de carnaval.*Trabalhadores anônimos, que andam as voltas com dificuldades financeiras o
ano todo,gastam o que não têm para sentir o prazer efêmero de curtir dias de completa insanidade.*Malfeitores comuns se aproveitam da confusão para realizar
crimes nefastos,confundidos com a massa humana que pula freneticamente.*Jovens e adultos se deixam cair nas armadilhas viscosas das drogas alucinantes.*ESTE
É O LADO DA FESTA QUE PODEMOS OBSERVAR DESTE LADO DA VIDA.*Mas há outro lado dessa festa tão disputada:O LADO ESPIRITUAL.*Narram os Espíritos Superiores
que a realidade do carnaval,observada do ALÉM,é muito diferente e lamentavelmente mais triste."Multidões de Espíritos infelizes também invadem as avenidas
num triste espetáculo de grandes proporções."Malfeitores das trevas se vinculam aos fuliões pelos
fios invisíveis do pensamento,em razão das preferências
que trazem no mundo íntimo."A sintonia,no Universo,com a gravitação, É LEI DA VIDA."VIVE-SE NO LUGAR E COM QUE SE DESEJA PSIQUICAMENTE."HÁ UM INTERCÂMBIO
VIGRATÓRIO EM TODOS EM EM TUDO."E essa sintonia se dá pelos desejos e tendências acalentados na intimidade do ser e não de acordo com a
embalagem exterior."E
é graças a essa lei de afinidades que os espíritos das trevas se vinculam aos fuliões descuidados,induzindo-os a orgias deprimentes e atitudes grotescas
de lamentáveis conseqüências.
"Espíritos infelizes se aproveitam da onda de loucura que toma conta das mentes,para concretizar vinganças cruéis planejadas há muito tempo."Tramas macabras
são arquitetadas no além túmulo e levadas a efeito neses dias em que Momo reina soberano sobre as criaturas que se permitem cair na folia."Nem mesmo as
crianças são poupadas ao triste espetáculo,quando esses foliões das sombras surgem para festejar Momo."Quantos crimes acontecem nesse dia..quantos acidentes,quanta
loucura."Enquanto nossos olhos percebem o brilho dos refletores e das lantejoulas nas avenidas iluminadas,a visão dos Espíritos contempla o ambiente espiritual
envolto em densas e escuras nuvens criadas pelas vibrações de baixo teor."E as conseqüências desse grotesco espetáculo se fazem sentir por longo prazo.-nos
abortos realizados alguns meses depois,fruto de envolvimento leviano.-nas separações de casais que já não se suportam mais depois das sensações vividas
sob o calor da festa,-no desespero de muitos,depois que cai a máscara..."Por todas essas razões vale a pena pensar se tudo isso é válido."Se vale a pena
pagar o alto preço exigido por alguns dias de loucura."Os noticiários estarão divulgando,durante e após o carnaval,a triste estatística de horrores,e esperamos
que você não faça parte dela."VOCÊ SABIA? que muitas das fantasias de expressões grotescas são inspiradas
pelos Espíritos que vivem em regiões inferiores
do além?"É mais comum do que se pensa, que os homens visitem esses sítios de desespero e loucura durante o sono do corpo
físico,através do que chamamos
sonho."Enquanto o corpo repousa o espírito fica semilerto e faz suas incursões no mundo espíritual,buscando sempre os seres com os quais se afina pelas
vibrações que emite."Assim,é importante que busquemos sintonizar com as esferas mais altas,onde vivem espíritos benfeitores que tem por objetivo nos ajudar
a vencer a difícil jornada no corpo físico.
Fonte: nas Fronteiras da Loucura-p/Divaldo/p/esp.Manoel P.Miranda
*Os preparativos para a grande festa estão sendo
providênciados há meses.*As escolas de samba preparam,ao longo do ano,as fantasias que os integrantes irão desfilar nas largas avenidas,em meio às arquibancadas
abarrotadas de espectadores.*Os fuliões surgem de diversos pontos do planeta,trazendo na bagagem um sonho em comum: "CAIR NA FOLIA".*Pessoas respeitáveis,cidadãos
dignos,pessoas famosas,se permitem "SAIR DO SÉRIO",nesses dias de carnaval.*Trabalhadores anônimos, que andam as voltas com dificuldades financeiras o
ano todo,gastam o que não têm para sentir o prazer efêmero de curtir dias de completa insanidade.*Malfeitores comuns se aproveitam da confusão para realizar
crimes nefastos,confundidos com a massa humana que pula freneticamente.*Jovens e adultos se deixam cair nas armadilhas viscosas das drogas alucinantes.*ESTE
É O LADO DA FESTA QUE PODEMOS OBSERVAR DESTE LADO DA VIDA.*Mas há outro lado dessa festa tão disputada:O LADO ESPIRITUAL.*Narram os Espíritos Superiores
que a realidade do carnaval,observada do ALÉM,é muito diferente e lamentavelmente mais triste."Multidões de Espíritos infelizes também invadem as avenidas
num triste espetáculo de grandes proporções."Malfeitores das trevas se vinculam aos fuliões pelos
fios invisíveis do pensamento,em razão das preferências
que trazem no mundo íntimo."A sintonia,no Universo,com a gravitação, É LEI DA VIDA."VIVE-SE NO LUGAR E COM QUE SE DESEJA PSIQUICAMENTE."HÁ UM INTERCÂMBIO
VIGRATÓRIO EM TODOS EM EM TUDO."E essa sintonia se dá pelos desejos e tendências acalentados na intimidade do ser e não de acordo com a
embalagem exterior."E
é graças a essa lei de afinidades que os espíritos das trevas se vinculam aos fuliões descuidados,induzindo-os a orgias deprimentes e atitudes grotescas
de lamentáveis conseqüências.
"Espíritos infelizes se aproveitam da onda de loucura que toma conta das mentes,para concretizar vinganças cruéis planejadas há muito tempo."Tramas macabras
são arquitetadas no além túmulo e levadas a efeito neses dias em que Momo reina soberano sobre as criaturas que se permitem cair na folia."Nem mesmo as
crianças são poupadas ao triste espetáculo,quando esses foliões das sombras surgem para festejar Momo."Quantos crimes acontecem nesse dia..quantos acidentes,quanta
loucura."Enquanto nossos olhos percebem o brilho dos refletores e das lantejoulas nas avenidas iluminadas,a visão dos Espíritos contempla o ambiente espiritual
envolto em densas e escuras nuvens criadas pelas vibrações de baixo teor."E as conseqüências desse grotesco espetáculo se fazem sentir por longo prazo.-nos
abortos realizados alguns meses depois,fruto de envolvimento leviano.-nas separações de casais que já não se suportam mais depois das sensações vividas
sob o calor da festa,-no desespero de muitos,depois que cai a máscara..."Por todas essas razões vale a pena pensar se tudo isso é válido."Se vale a pena
pagar o alto preço exigido por alguns dias de loucura."Os noticiários estarão divulgando,durante e após o carnaval,a triste estatística de horrores,e esperamos
que você não faça parte dela."VOCÊ SABIA? que muitas das fantasias de expressões grotescas são inspiradas
pelos Espíritos que vivem em regiões inferiores
do além?"É mais comum do que se pensa, que os homens visitem esses sítios de desespero e loucura durante o sono do corpo
físico,através do que chamamos
sonho."Enquanto o corpo repousa o espírito fica semilerto e faz suas incursões no mundo espíritual,buscando sempre os seres com os quais se afina pelas
vibrações que emite."Assim,é importante que busquemos sintonizar com as esferas mais altas,onde vivem espíritos benfeitores que tem por objetivo nos ajudar
a vencer a difícil jornada no corpo físico.
Fonte: nas Fronteiras da Loucura-p/Divaldo/p/esp.Manoel P.Miranda
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Pancrácio
Pancrácio morava numa ilha e só muito eventualmente vinha à cidade. Num certo Natal, abriu uma exceção e resolveu finalmente aceder ao convite que havia tempo
lhe faziam os parentes para partilhar com eles essa noite tão especial. Pancrácio era não só velho — era antigo. Seu nome já é uma evidência disso. Há muitos anos
que os cartórios do país não registram o nascimento de nenhuma criança chamada Pancrácio. Acresce que Pancrácio nunca conviveu com pessoas que, tomadas por modas
modernas, passassem a chamá-lo de "Pan", ou de "Crácio". Ele era Pancrácio e pronto. Era antigo e não sabia que era antigo, o que é uma forma infalível de tornar
irremediável a antiguidade de alguém.
Pancrácio foi muito bem recebido pelos parentes. O sobrinho Rafael, destacado empresário, deu-lhe um forte abraço e relembrou os tempos em que, criança, passava
férias na ilha do tio, onde aprendeu a nadar e a pescar. Ó que bons tempos!, disse. Era cedo ainda; Pancrácio fora o primeiro a chegar para a celebração. Rafael
fê-lo acomodar-se numa poltrona e acomodou-se ao seu lado. Ato contínuo, tirou um fino tijolinho do bolso — não exageremos, Pancrácio sabia o que era: um telefone
celular — e passou a dividir o olhar entre o tio e a pequena tela do aparelho. Estavam por enquanto só os dois na sala, mas eis que desponta, vinda da rua, a mulher
de Rafael, Sônia. Por sua vez, ela vinha falando ao celular. Sem tirar o telefone do ouvido, aproximou-se de Pancrácio com um largo sorriso, e deu-lhe um beijo
em
cada face. "E como você conseguiu vir?", disse ela. Pancrácio ia começar a responder quando percebeu que a pergunta não era para ele, mas para a pessoa ao telefone.
Nesse ínterim, Rafael, não contente em contemplar o telefone e, eventualmente, passar-lhe a mão, como se o acariciasse, passou a dedilhá-lo furiosamente. Pancrácio
sabia, da última incursão à cidade, anos atrás, o que é um telefone celular, mas não daquele tipo, com uma telinha e, ao que lhe era possível discernir, um teclado
com letras e números. Sônia finalmente terminou a conversa e ia, agora sim, dirigir a palavra a Pancrácio, quando seu telefone tocou e a levou a engajar-se em outra
conversação. Ela deu um adeusinho a Pancrácio com a mão e deixou a sala, para continuar o telefonema em ambiente reservado. Rafael continuava a dedilhar seu aparelho,
agora sem nem mesmo levantar os olhos para o tio. Nisso adentra a sala a filha adolescente do casal, Mariana. Ela vinha com dois fios grudados ao ouvido. Tirou
um
deles ao aproximar-se de Pancrácio, deu-lhe um beijo e lhe disse: "Feliz Natal!". Pancrácio desejou-lhe igualmente um feliz Natal e comentou como ela estava crescida
e bonita, mas Mariana não o ouvia mais. Já tinha reposto o fio que faltava no ouvido.
Começaram a chegar os convidados. Ricardo, irmão de Rafael, e portanto outro sobrinho de Pancrácio, chegou sobraçando uma pasta de onde tirou... um espelho?
uma pequena bandeja? uma fina lâmina de aço? Desta vez Pancrácio não sabia o que era; ao longo da noite, aprenderia que aquilo se chamava tablet. Ricardo vinha
com
a mulher, Carmen. Os dois foram carinhosos como os precedentes com Pancrácio — estavam muito felizes em vê-lo depois de tanto tempo, que bom que ele tivesse concordado
em vir —, mas logo se recolheram a uma mesa, sobre a qual depositaram o objeto e em torno do qual iniciaram uma confabulação não isenta do que pareciam severas
discordâncias.
"Você não configurou direito", dizia ele. "Mas eu fiz tudo exatamente como costumo fazer." "Como é que não estou conseguindo?"
Ricardo e Carmen eram pais de um par de gêmeos, cada um naquele momento na posse de seu próprio aparelhinho. "Cumprimentem o tio Pancrácio", ordenou Ricardo,
entre uma discordância e outra com a mulher. Os meninos não conheciam aquele tio, mas eram efusivos. Um deles saltou e pendurou-se ao pescoço de Pancrácio, abraçando-o
fortemente, mas sem deixar de, com uma só mão, continuar prodigiosamente a dedilhar seu aparelho, do qual não desgrudava os olhos. Vieram em seguida uma vizinha
da mesma idade que Mariana e igualmente com dois fios espetados no ouvido e, enfim, a prima Albertina, que era solteira e mais velha, mas não tão velha quanto Pancrácio.
O celular da prima tinha a característica de chamar sua atenção com um assobio, disparado com amiudada frequência e ao qual ela respondia prontamente, mas ainda
assim, talvez por uma questão de idade, ela era a pessoa que mais dava atenção a Pancrácio.
A noite transcorreu entre contemplação da tela dos respectivos aparelhos, chamadas telefônicas e feroz dedilhamento de teclados. Mariana e a vizinha balançavam
o corpo a um canto, uma olhando para a outra, mas seguindo cada uma o ritmo que lhe ditava o respectivo par de fios nas orelhas. Depois cansaram e encaixaram-se
as duas numa mesma poltrona, para partilhar um objeto que... Ah, sim, Pancrácio o conhecia, embora não assim tão esguio: era um computador portátil, desses que
quando
abrem revelam a tela de um lado e o teclado do outro. Nesse mesmo momento Ricardo gritou: "Consegui!", e cessaram as desavenças com a mulher. Ele conseguiu o quê?,
perguntou discretamente Pancrácio à prima Albertina. "Conseguiu conexão", respondeu ela. Pancrácio fez que entendeu. Ricardo agora não desgrudava daquilo chamado
tablet e Carmen lançava olhares amorosos para a mesma tela, selando a paz entre o casal. Depois Carmen sacou de seu celular e percorreu a sala apontando a maquininha
para várias pessoas. "Ela finge que está tirando fotos", sussurrou Pancrácio para a prima Albertina. "Não, ela está mesmo tirando fotos", corrigiu a prima. Sônia
em seguida fez a mesma coisa, flagrando os convidados em diferentes situações. Todos passaram a fotografar-se uns aos outros. "Daqui a segundos essas fotos estarão
todas no Facebook", explicou a prima Albertina. Pancrácio nem ousou perguntar o que seria aquilo.
Pancrácio sentia falta de certos rituais do que entendia por noite de Natal. E a troca de presentes? Rafael fê-lo repetir a pergunta. O quê? Presentes. Não
vamos trocá-los? Rafael, mergulhado que estava na tela do celular, voltou penosamente à tona. Ah, sim, presentes. Sim, mas não agora. Nós combinamos de mandar os
presentes para a casa uns dos outros, para abrirmos quando quisermos. Aqui seria muita perda de tempo ficar desembrulhando pacote, abrindo caixa... A prima Albertina
ajudou Pancrácio a entender, ao sussurar-lhe ao ouvido: "Não dá para ficar muito tempo desconectado". Ele tinha trazido peças produzidas pelos artesãos de sua ilha
para presentear os parentes. Decidiu que, se fosse o caso de entregá-las, não seria agora. Chegou a hora da ceia. As crianças e adolescentes foram dispensados de
sentar à mesa, para não cortar suas atividades junto a seus aparelhos. Os adultos acomodaram-se depositando ao lado do prato os respectivos celulares e, no caso
de Ricardo, o tablet. Pancrácio não tinha como fazer o mesmo, mas nem por isso se sentiu menosprezado. Os outros, entre uma operação eletrônica e outra, continuavam
a contemplá-lo com sorrisos e palavras carinhosas.
Pancrácio saiu intrigado da experiência daquela noite. Não, não se sentiu menosprezado. Todos se mostraram muito gentis e carinhosos. Ele só se achava algo
desatualizado dos costumes da cidade. Graças às explicações da prima Albertina, acabara por entender que as pessoas, naquelas poucas horas, haviam desenvolvido
múltiplas
atividades. Os celulares permitiam que elas mandassem e recebessem mensagens escritas. Também podiam se inteirar das notícias — como é que se pode ficar sem notícia?
— , ou mesmo entreter-se com joguinhos. No tablet, entre outras coisas, podiam ler jornais e revistas sem ter de comprá-los na banca nem entulhar a casa com pilhas
de papel. As meninas com fios nas orelhas ouviam músicas — muitas músicas armazenadas num único aparelhinho. Pancrácio concluiu que naquela noite tão instrutiva
fora apresentado não apenas a novas engenhocas, mas sobretudo a um novo ser humano, ligado em diferentes canais e capaz de desempenhar múltiplas funções ao mesmo
tempo. O mundo era assim, agora. Como fazer para alcançar o mesmo estágio?
No Natal seguinte, compareceu empunhando uma grande (e antiquada, claro) mala, quase um baú, que arrastava com dificuldade. Rafael, com a mão esquerda livre,
enquanto a direita sustentava o celular, ajudou-o a trazê-la para dentro. Pancrácio escolheu acomodar-se na poltrona vizinha a uma mesa de centro e começou a tirar
os objetos de dentro da mala. Primeiro a máquina de escrever. Ele aproveitaria o tempo para escrever cartas aos amigos da ilha. Depois tirou o rádio de pilha, da
marca Spica, com o qual se atualizaria nas notícias e relaxaria ouvindo música. Rafael nem notou a movimentação do tio, ocupado que estava em digitar uma mensagem.
Já Mariana entrou correndo na sala ao ouvir as primeiras batucadas da máquina de escrever. Que seria aquilo? Encontrou Pancrácio já ligado ao rádio de pilha por
um fiozinho preso à orelha (fiozinho de orelha ele também tinha). O tio recebeu-a com um largo sorriso e um beijo, ainda que sem tirar as mãos da máquina de escrever.
Mariana achou curioso o teclado, tão parecido com o de seus aparelhos. Deve ter sido copiado do computador, pensou. Grande novidade eram aquelas hastezinhas que
levavam as letras até imprimi-las numa folha de papel. Deve ser o que também acontece dentro do computador e a gente não vê.
Chegaram Ricardo e Carmen e acharam engraçado ver o tio a martelar a máquina de escrever, mas não tinham tempo a perder e logo se recolheram, ela agora ao
tablet,
ele ao celular. Já os gêmeos quiseram experimentar bater naquelas teclas que faziam um barulho tão interessante. Pancrácio deixou. Para não perder tempo, enquanto
isso, sacou da mala um baralho e começou a dispor as cartas na mesa. Ia jogar paciência. Sônia despontou na sala, e foi premiada com a primeira foto da Kodak que
Pancrácio não esquecera de também acrescentar a seu arsenal. A prima Albertina, que chegou em seguida, mereceu a segunda. "Mas desse jeito não dá para postar no
Facebook", ela avisou. Pancrácio, ligado ao boletim de notícias no rádio, enquanto avançava no jogo de paciência, não ouviu. Mariana nesse momento voltava da casa
do vizinho, trazendo a amiga. Queria mostrar-lhe a máquina de escrever, uma invenção, explicou-lhe, que entre outras características, "está vendo?", dispensa a
intermediação
da impressora para gerar o texto no papel. "Eu gosto do rolo que roda, vai e volta quando a gente empurra essa asinha", disse a amiga. ''Chama-se 'carro'", explicou
Pancrácio. "Carro?", e as meninas riram, tapando a boca com as mãos. "Um carro sem rodas?"
Pancrácio puxou da mala um bloco e uma caneta. Era uma caneta-tinteiro. Verificou que não tinha tinta e sacou do tinteiro, no qual mergulhou a caneta. Os gêmeos
e as meninas acompanhavam a operação fascinados. Para mais bem usufruir aquele momento de sucesso, abriu a caneta e espirrou a tinta de volta ao tinteiro. Depois,
mergulhou-a uma segunda vez e de novo a abasteceu. As crianças seguiam-no pasmas. Pancrácio começou a rabiscar mensagens no bloco e combinou com os gêmeos que eles
as levariam a seu destino. A primeira foi para Sônia: "Feliz Natal". Ela respondeu, no verso do mesmo papel, rabiscando com a caneta esferográfica que foi buscar
na cozinha: "Feliz Natal para você também, tio Pancrácio". Seguiram-se outras mensagens iguais. Todos acharam ótimo esse método de desejar feliz Natal, porque assim
não perdiam tempo dirigindo a palavra uns aos outros. Os gêmeos iam e vinham alegremente e sem descanso. Haviam sido contemplados com uma inesperada diversão. A
cada bilhete — e houve muitos, versando também sobre o tempo que fazia naquela noite, os planos para as férias de janeiro, e outros assuntos —, Pancrácio secava
o excesso de tinta com um objeto que pareceu às crianças uma gangorra em miniatura. "É um mata-borrão", ele explicou. As meninas olharam-se intrigadas. MA-TA-BOR-RÃOH!
Na hora da ceia, repetiu-se o ritual de cada um depositar o celular ao lado do respectivo prato. Pancrácio depositou o rádio Spica, ao qual continuou ligado
pelo fio na orelha. As meninas e os gêmeos pediram para, enquanto isso, brincar com as coisas de Pancrácio. Desde que ele chegara, eles não tinham recorrido a seus
aparelhinhos. Ao voltar à sua ilha, Pancrácio saboreava o seu triunfo. Não é apenas que, também ele, conseguira mostrar-se um ser múltiplo, plugado simultaneamente
em diferentes canais e capaz de exercer diferentes funções. Enchia-o de satisfação ter percebido, enquanto ceava, que as crianças brigavam pela posse do mata-borrão.
Ele acertara em trazer seus objetos. No mata-borrão entrevia a chave do futuro.
ROBERTO POMPEU DE TOLEDO FICÇÃO CONTO DE NATAL
lhe faziam os parentes para partilhar com eles essa noite tão especial. Pancrácio era não só velho — era antigo. Seu nome já é uma evidência disso. Há muitos anos
que os cartórios do país não registram o nascimento de nenhuma criança chamada Pancrácio. Acresce que Pancrácio nunca conviveu com pessoas que, tomadas por modas
modernas, passassem a chamá-lo de "Pan", ou de "Crácio". Ele era Pancrácio e pronto. Era antigo e não sabia que era antigo, o que é uma forma infalível de tornar
irremediável a antiguidade de alguém.
Pancrácio foi muito bem recebido pelos parentes. O sobrinho Rafael, destacado empresário, deu-lhe um forte abraço e relembrou os tempos em que, criança, passava
férias na ilha do tio, onde aprendeu a nadar e a pescar. Ó que bons tempos!, disse. Era cedo ainda; Pancrácio fora o primeiro a chegar para a celebração. Rafael
fê-lo acomodar-se numa poltrona e acomodou-se ao seu lado. Ato contínuo, tirou um fino tijolinho do bolso — não exageremos, Pancrácio sabia o que era: um telefone
celular — e passou a dividir o olhar entre o tio e a pequena tela do aparelho. Estavam por enquanto só os dois na sala, mas eis que desponta, vinda da rua, a mulher
de Rafael, Sônia. Por sua vez, ela vinha falando ao celular. Sem tirar o telefone do ouvido, aproximou-se de Pancrácio com um largo sorriso, e deu-lhe um beijo
em
cada face. "E como você conseguiu vir?", disse ela. Pancrácio ia começar a responder quando percebeu que a pergunta não era para ele, mas para a pessoa ao telefone.
Nesse ínterim, Rafael, não contente em contemplar o telefone e, eventualmente, passar-lhe a mão, como se o acariciasse, passou a dedilhá-lo furiosamente. Pancrácio
sabia, da última incursão à cidade, anos atrás, o que é um telefone celular, mas não daquele tipo, com uma telinha e, ao que lhe era possível discernir, um teclado
com letras e números. Sônia finalmente terminou a conversa e ia, agora sim, dirigir a palavra a Pancrácio, quando seu telefone tocou e a levou a engajar-se em outra
conversação. Ela deu um adeusinho a Pancrácio com a mão e deixou a sala, para continuar o telefonema em ambiente reservado. Rafael continuava a dedilhar seu aparelho,
agora sem nem mesmo levantar os olhos para o tio. Nisso adentra a sala a filha adolescente do casal, Mariana. Ela vinha com dois fios grudados ao ouvido. Tirou
um
deles ao aproximar-se de Pancrácio, deu-lhe um beijo e lhe disse: "Feliz Natal!". Pancrácio desejou-lhe igualmente um feliz Natal e comentou como ela estava crescida
e bonita, mas Mariana não o ouvia mais. Já tinha reposto o fio que faltava no ouvido.
Começaram a chegar os convidados. Ricardo, irmão de Rafael, e portanto outro sobrinho de Pancrácio, chegou sobraçando uma pasta de onde tirou... um espelho?
uma pequena bandeja? uma fina lâmina de aço? Desta vez Pancrácio não sabia o que era; ao longo da noite, aprenderia que aquilo se chamava tablet. Ricardo vinha
com
a mulher, Carmen. Os dois foram carinhosos como os precedentes com Pancrácio — estavam muito felizes em vê-lo depois de tanto tempo, que bom que ele tivesse concordado
em vir —, mas logo se recolheram a uma mesa, sobre a qual depositaram o objeto e em torno do qual iniciaram uma confabulação não isenta do que pareciam severas
discordâncias.
"Você não configurou direito", dizia ele. "Mas eu fiz tudo exatamente como costumo fazer." "Como é que não estou conseguindo?"
Ricardo e Carmen eram pais de um par de gêmeos, cada um naquele momento na posse de seu próprio aparelhinho. "Cumprimentem o tio Pancrácio", ordenou Ricardo,
entre uma discordância e outra com a mulher. Os meninos não conheciam aquele tio, mas eram efusivos. Um deles saltou e pendurou-se ao pescoço de Pancrácio, abraçando-o
fortemente, mas sem deixar de, com uma só mão, continuar prodigiosamente a dedilhar seu aparelho, do qual não desgrudava os olhos. Vieram em seguida uma vizinha
da mesma idade que Mariana e igualmente com dois fios espetados no ouvido e, enfim, a prima Albertina, que era solteira e mais velha, mas não tão velha quanto Pancrácio.
O celular da prima tinha a característica de chamar sua atenção com um assobio, disparado com amiudada frequência e ao qual ela respondia prontamente, mas ainda
assim, talvez por uma questão de idade, ela era a pessoa que mais dava atenção a Pancrácio.
A noite transcorreu entre contemplação da tela dos respectivos aparelhos, chamadas telefônicas e feroz dedilhamento de teclados. Mariana e a vizinha balançavam
o corpo a um canto, uma olhando para a outra, mas seguindo cada uma o ritmo que lhe ditava o respectivo par de fios nas orelhas. Depois cansaram e encaixaram-se
as duas numa mesma poltrona, para partilhar um objeto que... Ah, sim, Pancrácio o conhecia, embora não assim tão esguio: era um computador portátil, desses que
quando
abrem revelam a tela de um lado e o teclado do outro. Nesse mesmo momento Ricardo gritou: "Consegui!", e cessaram as desavenças com a mulher. Ele conseguiu o quê?,
perguntou discretamente Pancrácio à prima Albertina. "Conseguiu conexão", respondeu ela. Pancrácio fez que entendeu. Ricardo agora não desgrudava daquilo chamado
tablet e Carmen lançava olhares amorosos para a mesma tela, selando a paz entre o casal. Depois Carmen sacou de seu celular e percorreu a sala apontando a maquininha
para várias pessoas. "Ela finge que está tirando fotos", sussurrou Pancrácio para a prima Albertina. "Não, ela está mesmo tirando fotos", corrigiu a prima. Sônia
em seguida fez a mesma coisa, flagrando os convidados em diferentes situações. Todos passaram a fotografar-se uns aos outros. "Daqui a segundos essas fotos estarão
todas no Facebook", explicou a prima Albertina. Pancrácio nem ousou perguntar o que seria aquilo.
Pancrácio sentia falta de certos rituais do que entendia por noite de Natal. E a troca de presentes? Rafael fê-lo repetir a pergunta. O quê? Presentes. Não
vamos trocá-los? Rafael, mergulhado que estava na tela do celular, voltou penosamente à tona. Ah, sim, presentes. Sim, mas não agora. Nós combinamos de mandar os
presentes para a casa uns dos outros, para abrirmos quando quisermos. Aqui seria muita perda de tempo ficar desembrulhando pacote, abrindo caixa... A prima Albertina
ajudou Pancrácio a entender, ao sussurar-lhe ao ouvido: "Não dá para ficar muito tempo desconectado". Ele tinha trazido peças produzidas pelos artesãos de sua ilha
para presentear os parentes. Decidiu que, se fosse o caso de entregá-las, não seria agora. Chegou a hora da ceia. As crianças e adolescentes foram dispensados de
sentar à mesa, para não cortar suas atividades junto a seus aparelhos. Os adultos acomodaram-se depositando ao lado do prato os respectivos celulares e, no caso
de Ricardo, o tablet. Pancrácio não tinha como fazer o mesmo, mas nem por isso se sentiu menosprezado. Os outros, entre uma operação eletrônica e outra, continuavam
a contemplá-lo com sorrisos e palavras carinhosas.
Pancrácio saiu intrigado da experiência daquela noite. Não, não se sentiu menosprezado. Todos se mostraram muito gentis e carinhosos. Ele só se achava algo
desatualizado dos costumes da cidade. Graças às explicações da prima Albertina, acabara por entender que as pessoas, naquelas poucas horas, haviam desenvolvido
múltiplas
atividades. Os celulares permitiam que elas mandassem e recebessem mensagens escritas. Também podiam se inteirar das notícias — como é que se pode ficar sem notícia?
— , ou mesmo entreter-se com joguinhos. No tablet, entre outras coisas, podiam ler jornais e revistas sem ter de comprá-los na banca nem entulhar a casa com pilhas
de papel. As meninas com fios nas orelhas ouviam músicas — muitas músicas armazenadas num único aparelhinho. Pancrácio concluiu que naquela noite tão instrutiva
fora apresentado não apenas a novas engenhocas, mas sobretudo a um novo ser humano, ligado em diferentes canais e capaz de desempenhar múltiplas funções ao mesmo
tempo. O mundo era assim, agora. Como fazer para alcançar o mesmo estágio?
No Natal seguinte, compareceu empunhando uma grande (e antiquada, claro) mala, quase um baú, que arrastava com dificuldade. Rafael, com a mão esquerda livre,
enquanto a direita sustentava o celular, ajudou-o a trazê-la para dentro. Pancrácio escolheu acomodar-se na poltrona vizinha a uma mesa de centro e começou a tirar
os objetos de dentro da mala. Primeiro a máquina de escrever. Ele aproveitaria o tempo para escrever cartas aos amigos da ilha. Depois tirou o rádio de pilha, da
marca Spica, com o qual se atualizaria nas notícias e relaxaria ouvindo música. Rafael nem notou a movimentação do tio, ocupado que estava em digitar uma mensagem.
Já Mariana entrou correndo na sala ao ouvir as primeiras batucadas da máquina de escrever. Que seria aquilo? Encontrou Pancrácio já ligado ao rádio de pilha por
um fiozinho preso à orelha (fiozinho de orelha ele também tinha). O tio recebeu-a com um largo sorriso e um beijo, ainda que sem tirar as mãos da máquina de escrever.
Mariana achou curioso o teclado, tão parecido com o de seus aparelhos. Deve ter sido copiado do computador, pensou. Grande novidade eram aquelas hastezinhas que
levavam as letras até imprimi-las numa folha de papel. Deve ser o que também acontece dentro do computador e a gente não vê.
Chegaram Ricardo e Carmen e acharam engraçado ver o tio a martelar a máquina de escrever, mas não tinham tempo a perder e logo se recolheram, ela agora ao
tablet,
ele ao celular. Já os gêmeos quiseram experimentar bater naquelas teclas que faziam um barulho tão interessante. Pancrácio deixou. Para não perder tempo, enquanto
isso, sacou da mala um baralho e começou a dispor as cartas na mesa. Ia jogar paciência. Sônia despontou na sala, e foi premiada com a primeira foto da Kodak que
Pancrácio não esquecera de também acrescentar a seu arsenal. A prima Albertina, que chegou em seguida, mereceu a segunda. "Mas desse jeito não dá para postar no
Facebook", ela avisou. Pancrácio, ligado ao boletim de notícias no rádio, enquanto avançava no jogo de paciência, não ouviu. Mariana nesse momento voltava da casa
do vizinho, trazendo a amiga. Queria mostrar-lhe a máquina de escrever, uma invenção, explicou-lhe, que entre outras características, "está vendo?", dispensa a
intermediação
da impressora para gerar o texto no papel. "Eu gosto do rolo que roda, vai e volta quando a gente empurra essa asinha", disse a amiga. ''Chama-se 'carro'", explicou
Pancrácio. "Carro?", e as meninas riram, tapando a boca com as mãos. "Um carro sem rodas?"
Pancrácio puxou da mala um bloco e uma caneta. Era uma caneta-tinteiro. Verificou que não tinha tinta e sacou do tinteiro, no qual mergulhou a caneta. Os gêmeos
e as meninas acompanhavam a operação fascinados. Para mais bem usufruir aquele momento de sucesso, abriu a caneta e espirrou a tinta de volta ao tinteiro. Depois,
mergulhou-a uma segunda vez e de novo a abasteceu. As crianças seguiam-no pasmas. Pancrácio começou a rabiscar mensagens no bloco e combinou com os gêmeos que eles
as levariam a seu destino. A primeira foi para Sônia: "Feliz Natal". Ela respondeu, no verso do mesmo papel, rabiscando com a caneta esferográfica que foi buscar
na cozinha: "Feliz Natal para você também, tio Pancrácio". Seguiram-se outras mensagens iguais. Todos acharam ótimo esse método de desejar feliz Natal, porque assim
não perdiam tempo dirigindo a palavra uns aos outros. Os gêmeos iam e vinham alegremente e sem descanso. Haviam sido contemplados com uma inesperada diversão. A
cada bilhete — e houve muitos, versando também sobre o tempo que fazia naquela noite, os planos para as férias de janeiro, e outros assuntos —, Pancrácio secava
o excesso de tinta com um objeto que pareceu às crianças uma gangorra em miniatura. "É um mata-borrão", ele explicou. As meninas olharam-se intrigadas. MA-TA-BOR-RÃOH!
Na hora da ceia, repetiu-se o ritual de cada um depositar o celular ao lado do respectivo prato. Pancrácio depositou o rádio Spica, ao qual continuou ligado
pelo fio na orelha. As meninas e os gêmeos pediram para, enquanto isso, brincar com as coisas de Pancrácio. Desde que ele chegara, eles não tinham recorrido a seus
aparelhinhos. Ao voltar à sua ilha, Pancrácio saboreava o seu triunfo. Não é apenas que, também ele, conseguira mostrar-se um ser múltiplo, plugado simultaneamente
em diferentes canais e capaz de exercer diferentes funções. Enchia-o de satisfação ter percebido, enquanto ceava, que as crianças brigavam pela posse do mata-borrão.
Ele acertara em trazer seus objetos. No mata-borrão entrevia a chave do futuro.
ROBERTO POMPEU DE TOLEDO FICÇÃO CONTO DE NATAL
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