Silo - Hugh Howey - Volume Um
Em uma paisagem destruída e hostil, em um futuro ao qual poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste, confinada em um gigantesco silo subterrâneo.
Lá dentro, mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras.
Para continuar ali, eles precisam seguir as regras, mas há quem se recuse a fazer isso. Essas pessoas são as que ousam sonhar e ter esperança, e que contagiam os
outros com seu otimismo.
Um crime cuja punição é simples e mortal.
Elas são levadas para o lado de fora.
Juliette é uma dessas pessoas.
E talvez seja a última.
Silo - Ordem - Hugh Howey - Volume Dois
E se a sobrevivência dos seres humanos dependesse do deslocamento de milhares de cidadãos para uma enorme cidade subterrânea, com gigantescas telas de TV transmitindo
imagens desoladoras do mundo do lá fora, e ninguém fosse autorizado a sair?
Esse é a história de Silo, a série escrita por Hugh Howey que desbancou Guerra dos Tronos na lista de livros de ficção científica mais vendidos na Amazon.com. No
primeiro livro da trilogia, a heroína era Juliette, uma operária nascida nos subterrâneos do bunker. Nesse segundo volume, Ordem, a história volta a um período
anterior, explicando como o mundo de Juliette foi transformado. O livro revela as decisões, tomadas por alguns poucos poderosos, que foram o estopim das bilhões
de mortes que deixaram a humanidade em vias de extinção.
Em uma narrativa que, assim como os personagens, fica a cada página mais claustrofóbica, confinada também pelo silo e suas severas regras de conduta, Hugh Howey
cria um apocalipse absurdamente convincente, capaz de nos fazer pensar duas vezes ao ler os jornais e assistir ao noticiário.
Silo - Legado - Hugh Howey - Volume Três
Silo apresentou o abrigo e seus habitantes. Ordem contou a história de sua formação. Legado relata sua ruína.
A batalha pelo Silo já foi vencida. A guerra pela humanidade só está começando. É um tempo em que, para sobreviver, os humanos precisam se manter em cidades subterrâneas,
aprisionados, sem ligação com o mundo lá fora. Esse é o universo de Silo, a série de ficção científica e fantasia escrita por Hugh Howey.
Juliette, uma operária nascida nos subterrâneos, é a heroína da trama apocalíptica. Em Legado, ela se torna prefeita do Silo 18, que está se recuperando de uma
rebelião. Seu governo encontra grande resistência por causa da controversa escavação para resgatar os supostos sobreviventes do Silo 17, uma empreitada vista com
desconfiança que está espalhando o medo entre os moradores do Silo 18.
Como se isso não fosse um desafio grande o bastante, Juliette também recebe transmissões de Donald, a voz que alega ser líder do Silo 1 e está disposta a ajudar
— mas também é capaz de fazer ameaças horríveis. Talvez Donald não seja o monstro que Juliette vê. Quem sabe ele não é a peça-chave para a salvação de toda a espécie
humana? Mas será que ainda há tempo?
No último volume da série Silo, as escolhas de Donald e Juliette podem mudar o mundo… ou extingui-lo de vez.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Livro lido
Jane Eyre - Charlote Bronte
Jane Eyre conheceu o sofrimento ainda pequena, na casa da tia que a criou e na austera Lowood Institution onde foi educada. Mas também pequena já mostrava sua natureza
firme e independente. Fiel a si mesma, ciente do seu valor e da consideração que merecia, assim manteve-se por toda a vida – ao abandonar os tormentos de Lowood
e se empregar como governanta em Thornfield Hall; ao descobrir o amor mas, com ele, um terrível segredo; ao decidir partir e, depois, recomeçar. Publicado em 1847,
Jane Eyre é o romance mais conhecido de Charlotte Brontë. Com toques góticos e boas doses de crítica social e moral, esse clássico da literatura pôs-se à frente
de seu tempo ao apresentar uma personagem feminina forte e explorar questões de classe, sexualidade, religião e gênero. Acompanhamos o desenvolvimento emocional
da protagonista e sua busca por espaço, respeito e autonomia financeira, num mundo que não esperava tais ambições vindas de uma mulher. E, como disse Virginia Woolf,
"no fim estamos totalmente encharcados pela genialidade, a veemência, a indignação de Charlotte Brontë"
Jane Eyre conheceu o sofrimento ainda pequena, na casa da tia que a criou e na austera Lowood Institution onde foi educada. Mas também pequena já mostrava sua natureza
firme e independente. Fiel a si mesma, ciente do seu valor e da consideração que merecia, assim manteve-se por toda a vida – ao abandonar os tormentos de Lowood
e se empregar como governanta em Thornfield Hall; ao descobrir o amor mas, com ele, um terrível segredo; ao decidir partir e, depois, recomeçar. Publicado em 1847,
Jane Eyre é o romance mais conhecido de Charlotte Brontë. Com toques góticos e boas doses de crítica social e moral, esse clássico da literatura pôs-se à frente
de seu tempo ao apresentar uma personagem feminina forte e explorar questões de classe, sexualidade, religião e gênero. Acompanhamos o desenvolvimento emocional
da protagonista e sua busca por espaço, respeito e autonomia financeira, num mundo que não esperava tais ambições vindas de uma mulher. E, como disse Virginia Woolf,
"no fim estamos totalmente encharcados pela genialidade, a veemência, a indignação de Charlotte Brontë"
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Livro lido
A CASA DAS MENINAS INDESEJADAS - JOANNA GOODMAN
Aos 16 anos, Maggie Hughes faz algo imperdoável aos olhos da família: apaixona-se e engravida. O nome do rapaz é Gabriel e a relação de ambos é proibida. A
bebê
vai chamar-se Elodie e não conhecerá o amor dos pais. Em vez disso, é enviada para um orfanato miserável, onde cresce sem saber o que é ter um lar e uma família.
E quando uma lei atribui mais dinheiro aos hospitais psiquiátricos do que aos orfanatos, a situação de Elodie piora dramaticamente. Juntamente com milhares de outros
órfãos, é declarada atrasada mental. O orfanato transforma-se num hospital onde as crianças são submetidas a tratamentos para doenças que não têm, as janelas estão
cobertas por grades e as aulas são substituídas por trabalho pesado.
Maggie, entretanto, faz o possível por ter uma vida normal. Mas não consegue esquecer a
bebê que foi forçada a abandonar. Após um encontro inesperado com Gabriel,
que faz ressurgir memórias avassaladoras do passado, ela decide enfrentar a sua perda. E começa então uma busca desenfreada pela sua menina e pela vida que lhes
foi negada.
Aos 16 anos, Maggie Hughes faz algo imperdoável aos olhos da família: apaixona-se e engravida. O nome do rapaz é Gabriel e a relação de ambos é proibida. A
bebê
vai chamar-se Elodie e não conhecerá o amor dos pais. Em vez disso, é enviada para um orfanato miserável, onde cresce sem saber o que é ter um lar e uma família.
E quando uma lei atribui mais dinheiro aos hospitais psiquiátricos do que aos orfanatos, a situação de Elodie piora dramaticamente. Juntamente com milhares de outros
órfãos, é declarada atrasada mental. O orfanato transforma-se num hospital onde as crianças são submetidas a tratamentos para doenças que não têm, as janelas estão
cobertas por grades e as aulas são substituídas por trabalho pesado.
Maggie, entretanto, faz o possível por ter uma vida normal. Mas não consegue esquecer a
bebê que foi forçada a abandonar. Após um encontro inesperado com Gabriel,
que faz ressurgir memórias avassaladoras do passado, ela decide enfrentar a sua perda. E começa então uma busca desenfreada pela sua menina e pela vida que lhes
foi negada.
Livro lido
A biografia íntima de leopoudina - Marsilio Cassotti
Baseada no que contam (e ocultam) as cartas de Leopoldina, em um tom intimista e no ágil estilo do vienense Stefan Sweig, esta obra de Marsilio Cassotti é uma educação
sentimental e política digna de escritores franceses do porte de Stendhal ou Flaubert, mas ambientada no Brasil. É a biografia de uma mulher excepcional escrita
com rigor histórico, que se lê como um romance.
Baseada no que contam (e ocultam) as cartas de Leopoldina, em um tom intimista e no ágil estilo do vienense Stefan Sweig, esta obra de Marsilio Cassotti é uma educação
sentimental e política digna de escritores franceses do porte de Stendhal ou Flaubert, mas ambientada no Brasil. É a biografia de uma mulher excepcional escrita
com rigor histórico, que se lê como um romance.
Livro lido
50 Fatos Que Mudaram a História do Rock - Paolo Hewitt
O lançamento de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, o Festival de Woodstock, o Live Aid, o assassinato de John Lennon. Momentos que mudaram a música para sempre.
Cobrindo 50 anos, desde quando Elvis Presley levou o rock'n'roll às massas no programa de tevê de Frank Sinatra até a morte chocante de Michael Jackson, o influente
jornalista – e fã apaixonado de música – Paolo Hewitt seleciona neste livro os 50 momentos decisivos da história do rock. Episódios por trás de canções e discos
icônicos, mortes prematuras, shows memoráveis, incidentes ao vivo e os momentos mais ultrajantes do rock são narrados nesta abrangente síntese do maior gênero musical
do século XX. O texto dinâmico e fluente de Paolo Hewitt aborda cada acontecimento do ponto de vista privilegiado de quem esteve lá, explicando o pano de fundo
e as consequências imediatas de cada momento, bem como seu significado a longo prazo e o legado que deixou. Ao lado de momentos verdadeiramente emblemáticos, tais
como o nascimento dos Beatles e o assassinato de Marvin Gaye pelo próprio pai, você verá outros incidentes menos conhecidos, mas igualmente sensacionais, como a
prisão de Keith Richards e Mick Jagger durante uma festa regada a ácido, a participação dos Sex Pistols no programa de entrevistas de Bill Grundy e Pete Doherty
arrombando o apartamento do melhor amigo e companheiro de banda, Carl Barât.
O lançamento de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, o Festival de Woodstock, o Live Aid, o assassinato de John Lennon. Momentos que mudaram a música para sempre.
Cobrindo 50 anos, desde quando Elvis Presley levou o rock'n'roll às massas no programa de tevê de Frank Sinatra até a morte chocante de Michael Jackson, o influente
jornalista – e fã apaixonado de música – Paolo Hewitt seleciona neste livro os 50 momentos decisivos da história do rock. Episódios por trás de canções e discos
icônicos, mortes prematuras, shows memoráveis, incidentes ao vivo e os momentos mais ultrajantes do rock são narrados nesta abrangente síntese do maior gênero musical
do século XX. O texto dinâmico e fluente de Paolo Hewitt aborda cada acontecimento do ponto de vista privilegiado de quem esteve lá, explicando o pano de fundo
e as consequências imediatas de cada momento, bem como seu significado a longo prazo e o legado que deixou. Ao lado de momentos verdadeiramente emblemáticos, tais
como o nascimento dos Beatles e o assassinato de Marvin Gaye pelo próprio pai, você verá outros incidentes menos conhecidos, mas igualmente sensacionais, como a
prisão de Keith Richards e Mick Jagger durante uma festa regada a ácido, a participação dos Sex Pistols no programa de entrevistas de Bill Grundy e Pete Doherty
arrombando o apartamento do melhor amigo e companheiro de banda, Carl Barât.
Livro lido
Feia: A história real de uma infância sem amor - Constance Briscoe
Qual será o limite da maldade de uma mãe com sua filha?
Entreguei a minha fotografia, tirada na escola, para minha mãe. Ela olhava da fotografia para mim. De mim para a fotografia. Então disse: "Meu Deus, como ela pode
ser tão feia. Feia. Feia."
Essas palavras cruéis são apenas o começo. A mãe de Constance foi sistematicamente violenta com a própria filha, física e emocionalmente, durante toda a sua infância.
Apanhando e sendo privada de comida, Constance estava tão desesperada, que foi sozinha até o Serviço Social e suplicou por proteção. Quando isso não deu certo,
tentou dar fim à vida, tomando alvejante, uma vez que era chamada de "germe" por sua mãe. Desenvolveu caroços nos seios, uma situação médica rara para uma criança,
por conta dos beliscões nos mamilos e socos desferidos pela mãe. Quando tinha 13 anos, foi abandonada em casa por sua conta e risco: não havia gás, luz ou comida.
Entretanto, de alguma maneira, Constance encontrou coragem para sobreviver. Esta é a sua comovente — e essencialmente triunfante e inspiradora — história.
Pelo fato de ter relatado as memórias de sua infância em Feia, que já vendeu quase meio milhão de cópias em todo o mundo, Constance foi processada por difamação
por Carmen Briscoe-Mitchell, sua mãe. No entanto, o júri foi unânime em reconhecer a veracidade da autobiografia, comprovada pelas cicatrizes, testemunhos e relatos
médicos. Durante o julgamento, Constance disse que decidira escrever a sua história como exemplo de superação das adversidades e porque a sua mãe não merecia o
seu silêncio.
Qual será o limite da maldade de uma mãe com sua filha?
Entreguei a minha fotografia, tirada na escola, para minha mãe. Ela olhava da fotografia para mim. De mim para a fotografia. Então disse: "Meu Deus, como ela pode
ser tão feia. Feia. Feia."
Essas palavras cruéis são apenas o começo. A mãe de Constance foi sistematicamente violenta com a própria filha, física e emocionalmente, durante toda a sua infância.
Apanhando e sendo privada de comida, Constance estava tão desesperada, que foi sozinha até o Serviço Social e suplicou por proteção. Quando isso não deu certo,
tentou dar fim à vida, tomando alvejante, uma vez que era chamada de "germe" por sua mãe. Desenvolveu caroços nos seios, uma situação médica rara para uma criança,
por conta dos beliscões nos mamilos e socos desferidos pela mãe. Quando tinha 13 anos, foi abandonada em casa por sua conta e risco: não havia gás, luz ou comida.
Entretanto, de alguma maneira, Constance encontrou coragem para sobreviver. Esta é a sua comovente — e essencialmente triunfante e inspiradora — história.
Pelo fato de ter relatado as memórias de sua infância em Feia, que já vendeu quase meio milhão de cópias em todo o mundo, Constance foi processada por difamação
por Carmen Briscoe-Mitchell, sua mãe. No entanto, o júri foi unânime em reconhecer a veracidade da autobiografia, comprovada pelas cicatrizes, testemunhos e relatos
médicos. Durante o julgamento, Constance disse que decidira escrever a sua história como exemplo de superação das adversidades e porque a sua mãe não merecia o
seu silêncio.
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