Dez dias em um hospício - Nellie Bly
Nellie Bly foi uma corajosa jornalista que aceitou o desafiador trabalho de internar-se em um hospital psiquiátrico. Seu objetivo era entender e relatar as torturas e descasos que ocorriam entre enfermeiros, médicos e pacientes, assim como o processo de triagem das próximas internações. Bly descreve que nem todos os pacientes realmente precisavam de cuidados mentais hospitalares, mas todos, sem exceção, eram tratados de forma desumana. A saída? Provar-se mentalmente são. Uma tarefa difícil para qualquer pessoa emocionalmente abalada pelo medo.
Aviso de gatilho: Este não é um livro de ficção e contém relatos de violência, opressão, abuso físico e mental.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
Livro lido
Tigre, tigre - Margaux Fragoso
A pequena Margaux brincava em uma piscina pública de Union City, em New Jersey, quando viu um homem radiante ao lado de seus dois filhos. Ela não teve dúvidas: juntou-se ao trio com quem passaria uma tarde maravilhosa.
Aquele homem chamava-se Peter Curran e se tornaria uma figura central na vida de Margaux. Quando se conheceram, ela tinha 7 anos. Ele, 51. Peter era simpático, alegre e inteligente. E era pedófilo.
Durante 15 anos, os dois viveram uma relação de abuso e dependência emocional, cheia de ameaças e sentimentos contraditórios. Para Margaux, Peter era uma criança dotada de super poderes, com um cômodo cheio de animais em casa e inúmeras histórias engraçadas. Com ele, tudo era envolto em uma atmosfera lúdica - até os atos mais condenáveis.
Quando Peter, após anos de ameaças, enfim cometeu o suicídio, pulando de um penhasco, Margaux sentiu a necessidade urgente de escrever sobre a história dos dois. Resgatando memórias de um trauma não cicatrizado, ela traça no aclamado Tigre, tigre um perfil perturbador do homem cujas brincadeiras acabariam lhe roubando a infância.
A pequena Margaux brincava em uma piscina pública de Union City, em New Jersey, quando viu um homem radiante ao lado de seus dois filhos. Ela não teve dúvidas: juntou-se ao trio com quem passaria uma tarde maravilhosa.
Aquele homem chamava-se Peter Curran e se tornaria uma figura central na vida de Margaux. Quando se conheceram, ela tinha 7 anos. Ele, 51. Peter era simpático, alegre e inteligente. E era pedófilo.
Durante 15 anos, os dois viveram uma relação de abuso e dependência emocional, cheia de ameaças e sentimentos contraditórios. Para Margaux, Peter era uma criança dotada de super poderes, com um cômodo cheio de animais em casa e inúmeras histórias engraçadas. Com ele, tudo era envolto em uma atmosfera lúdica - até os atos mais condenáveis.
Quando Peter, após anos de ameaças, enfim cometeu o suicídio, pulando de um penhasco, Margaux sentiu a necessidade urgente de escrever sobre a história dos dois. Resgatando memórias de um trauma não cicatrizado, ela traça no aclamado Tigre, tigre um perfil perturbador do homem cujas brincadeiras acabariam lhe roubando a infância.
sábado, 5 de dezembro de 2020
Livro lido
UMA MULHER NA ESCURIDÃO - Charlie Donlea
Ao limpar o escritório de seu pai, falecido há uma semana, a investigadora forense Rory encontra pistas e documentos ocultados da justiça que a fazem mergulhar num caso sem solução ocorrido 40 anos atrás.
No verão de 1979, cinco mulheres de Chicago desapareceram.
O predador, apelidado de Ladrão, não deixou nenhum corpo ou pista — até que a polícia recebeu um pacote enviado por uma mulher misteriosa chamada Angela Mitchell, cujas habilidades não-ortodoxas de investigação levaram à sua identidade.
Mas antes que a polícia pudesse interrogá-la, Angela desapareceu.
Agora, Rory descobre que o Ladrão está prestes ser posto em liberdade condicional pelo assassinato de Angela: o único crime pelo qual foi possível prendê-lo.
Sendo um ex-cliente de seu pai, Rory reluta em representar o assassino, que continua afirmando não ser o assassino de Angela.
Agora o acusado deseja que Rory faça o que seu pai prometeu: provar que Angela ainda está viva.
Enquanto Rory começa a reconstruir os últimos dias de Angela, outro assassino emerge das sombras, replicando o mesmo modus operandi daqueles assassinatos.
A cada descoberta, Rory se enreda mais no enigma de Angela Mitchell, e na mente atormentada do Ladrão.
Traçar conexões entre passado e presente é a única maneira de colocar um ponto final naquele pesadelo, mas até Rory pode não estar preparada para a verdade...
Ao limpar o escritório de seu pai, falecido há uma semana, a investigadora forense Rory encontra pistas e documentos ocultados da justiça que a fazem mergulhar num caso sem solução ocorrido 40 anos atrás.
No verão de 1979, cinco mulheres de Chicago desapareceram.
O predador, apelidado de Ladrão, não deixou nenhum corpo ou pista — até que a polícia recebeu um pacote enviado por uma mulher misteriosa chamada Angela Mitchell, cujas habilidades não-ortodoxas de investigação levaram à sua identidade.
Mas antes que a polícia pudesse interrogá-la, Angela desapareceu.
Agora, Rory descobre que o Ladrão está prestes ser posto em liberdade condicional pelo assassinato de Angela: o único crime pelo qual foi possível prendê-lo.
Sendo um ex-cliente de seu pai, Rory reluta em representar o assassino, que continua afirmando não ser o assassino de Angela.
Agora o acusado deseja que Rory faça o que seu pai prometeu: provar que Angela ainda está viva.
Enquanto Rory começa a reconstruir os últimos dias de Angela, outro assassino emerge das sombras, replicando o mesmo modus operandi daqueles assassinatos.
A cada descoberta, Rory se enreda mais no enigma de Angela Mitchell, e na mente atormentada do Ladrão.
Traçar conexões entre passado e presente é a única maneira de colocar um ponto final naquele pesadelo, mas até Rory pode não estar preparada para a verdade...
Livro lido
O PRIMEIRO IMORTAL - RODRIGO N. ALVAREZ
O que acontece com a alma quando o coração para de bater?
Quando morremos, será que a alma morre também?
Em 1987, na Península de Yamal, na Sibéria, uma descoberta pode mudar o futuro da humanidade.
Durante uma caçada, o soviético Yuri encontra dentro de uma caverna de gelo quatro corpos de seres humanos, que ficaram congelados e preservados por 38 mil anos.
Reconhecendo a oportunidade de ganhar uma fortuna, o ganancioso primo de Yuri vende um deles, clandestinamente, a membros de uma sociedade secreta que há décadas busca desvendar o enigma da imortalidade.
Quando o impensável acontece e eles conseguem trazer o corpo de volta à vida, cientistas de várias partes do mundo entram em uma disputa sem limites pelo homem que venceu a morte.
Só que, ao retomar a consciência, o primeiro imortal recupera também suas memórias, desejos e sonhos. E decide reaver o que é seu, fazendo com que o projeto saia totalmente de controle.
Em sua estreia na ficção, o renomado autor Rodrigo N. Alvarez leva o leitor por uma viagem no tempo e por lugares tão diversos como Sibéria, Romênia, Estados Unidos, França, Alemanha e Brasil, passando por cavernas, geleiras, florestas, museus e centros de pesquisa de última geração.
Com enorme habilidade, tece uma colcha narrativa mesclando arte, paleontologia, história e antropologia para contar a emocionante jornada de um sapiens ancestral em busca do sentido da própria existência.
O que acontece com a alma quando o coração para de bater?
Quando morremos, será que a alma morre também?
Em 1987, na Península de Yamal, na Sibéria, uma descoberta pode mudar o futuro da humanidade.
Durante uma caçada, o soviético Yuri encontra dentro de uma caverna de gelo quatro corpos de seres humanos, que ficaram congelados e preservados por 38 mil anos.
Reconhecendo a oportunidade de ganhar uma fortuna, o ganancioso primo de Yuri vende um deles, clandestinamente, a membros de uma sociedade secreta que há décadas busca desvendar o enigma da imortalidade.
Quando o impensável acontece e eles conseguem trazer o corpo de volta à vida, cientistas de várias partes do mundo entram em uma disputa sem limites pelo homem que venceu a morte.
Só que, ao retomar a consciência, o primeiro imortal recupera também suas memórias, desejos e sonhos. E decide reaver o que é seu, fazendo com que o projeto saia totalmente de controle.
Em sua estreia na ficção, o renomado autor Rodrigo N. Alvarez leva o leitor por uma viagem no tempo e por lugares tão diversos como Sibéria, Romênia, Estados Unidos, França, Alemanha e Brasil, passando por cavernas, geleiras, florestas, museus e centros de pesquisa de última geração.
Com enorme habilidade, tece uma colcha narrativa mesclando arte, paleontologia, história e antropologia para contar a emocionante jornada de um sapiens ancestral em busca do sentido da própria existência.
Livro lido
Ecos - Pam Muñoz Ryan
Como em um passe de mágica, as irmãs ajudam o garoto a encontrar o caminho de casa. E Otto promete libertá-las, levando o espírito das três dentro de uma inusitada gaita de boca.
Ao longo dos anos, o instrumento chega à mão de novos donos: um menino que vê o sonho de se tornar músico interrompido pela ascensão do nazismo; um jovem pianista prodígio que vive num orfanato e luta para não ser separado do irmão caçula; uma filha de imigrantes mexicanos que cuidam de uma casa de japoneses enviados a um campo de concentração dentro dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial.
Personagens com dramas diferentes, mas um amor transformador pela música. Cada um à sua maneira, eles são afetados pela magia das três irmãs. Assim como os leitores do livro em todos os países em que ECOS foi lançado. Prepare-se para também ser arrebatado e enfeitiçado por essa fábula harmônica.
Como em um passe de mágica, as irmãs ajudam o garoto a encontrar o caminho de casa. E Otto promete libertá-las, levando o espírito das três dentro de uma inusitada gaita de boca.
Ao longo dos anos, o instrumento chega à mão de novos donos: um menino que vê o sonho de se tornar músico interrompido pela ascensão do nazismo; um jovem pianista prodígio que vive num orfanato e luta para não ser separado do irmão caçula; uma filha de imigrantes mexicanos que cuidam de uma casa de japoneses enviados a um campo de concentração dentro dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial.
Personagens com dramas diferentes, mas um amor transformador pela música. Cada um à sua maneira, eles são afetados pela magia das três irmãs. Assim como os leitores do livro em todos os países em que ECOS foi lançado. Prepare-se para também ser arrebatado e enfeitiçado por essa fábula harmônica.
sexta-feira, 16 de outubro de 2020
Livro lido
Infância Interrompida - Cathy Glass
Jodie tem apenas 8 anos. Colocada para adoção, violenta e extremamente agressiva, passou por cinco famílias em quatro meses. Última esperança antes que a menina seja levada para uma instituição, Cathy vai recebê-la em sua casa. No início as coisas vão mal, muito mal mesmo. Mas, apesar das imensas dificuldades para lidar com Jodie, Cathy não desiste e usa todo o seu amor, paciência e experiência para ajudar Jodie. E, quanto mais a pequena confia em Cathy, mais esta descobre fatos medonhos sobre o triste passado da criança. Os pais - que deveriam ter cuidado com muito amor da frágil Jodie - são as mesmas pessoas que interromperam sua infância, que acabaram com sua vida. O futuro de Jodie é nebuloso, mas Cathy irá ficar ao lado dela. Até quando puder.
Jodie tem apenas 8 anos. Colocada para adoção, violenta e extremamente agressiva, passou por cinco famílias em quatro meses. Última esperança antes que a menina seja levada para uma instituição, Cathy vai recebê-la em sua casa. No início as coisas vão mal, muito mal mesmo. Mas, apesar das imensas dificuldades para lidar com Jodie, Cathy não desiste e usa todo o seu amor, paciência e experiência para ajudar Jodie. E, quanto mais a pequena confia em Cathy, mais esta descobre fatos medonhos sobre o triste passado da criança. Os pais - que deveriam ter cuidado com muito amor da frágil Jodie - são as mesmas pessoas que interromperam sua infância, que acabaram com sua vida. O futuro de Jodie é nebuloso, mas Cathy irá ficar ao lado dela. Até quando puder.
Livro lido
Os catadores de conchas - Rosamunde Pilcher
Os catadores de conchas é o 13º livro de Rosamunde Pilcher e, sem a
menor sombra de dúvidas, seu melhor romance.
Assim que foi lançado, em 1988, na Inglaterra, conquistou o público leitor e
continua até hoje, com sucesso absoluto, na lista dos best sellers da revista
americana Publishers Weekly e do The New York Times Book Review.
Penelope Keeling, personagem central do romance, é filha de um pintor
vitoriano idoso e de uma jovem francesa, liberal e independente. "Os catadores de
conchas" é o livro que conta a vida de Penelope: a história de uma mulher parecida
com milhares de outras mulheres. E é exatamente a sua vida tão comum e igual à
de qualquer mulher que torna este romance tão atraente.
Com altos e baixos, Penelope foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz a
por ter-se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor,
mas as tragédias e problemas ocasionados a por esse encontro deixaram marcas
profundas. Teve três filhos - Nancy, Olivia e Noel, cada um com seu mundo
estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias.
É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher
vigorosa, firme e bela. Ao longo de 6OO páginas, O mundo de Penelope arrebatará
o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da família
Keeling.
Como declarou a autora, "senti que me coloquei inteira no livro e que morri no
instante em que acabei de escrevê-lo". A saudade de se despedir de Penelope ao
final da leitura de Os catadores de conchas, inevitavelmente, todos os leitores irão
sentir.
Os catadores de conchas é o 13º livro de Rosamunde Pilcher e, sem a
menor sombra de dúvidas, seu melhor romance.
Assim que foi lançado, em 1988, na Inglaterra, conquistou o público leitor e
continua até hoje, com sucesso absoluto, na lista dos best sellers da revista
americana Publishers Weekly e do The New York Times Book Review.
Penelope Keeling, personagem central do romance, é filha de um pintor
vitoriano idoso e de uma jovem francesa, liberal e independente. "Os catadores de
conchas" é o livro que conta a vida de Penelope: a história de uma mulher parecida
com milhares de outras mulheres. E é exatamente a sua vida tão comum e igual à
de qualquer mulher que torna este romance tão atraente.
Com altos e baixos, Penelope foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz a
por ter-se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor,
mas as tragédias e problemas ocasionados a por esse encontro deixaram marcas
profundas. Teve três filhos - Nancy, Olivia e Noel, cada um com seu mundo
estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias.
É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher
vigorosa, firme e bela. Ao longo de 6OO páginas, O mundo de Penelope arrebatará
o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da família
Keeling.
Como declarou a autora, "senti que me coloquei inteira no livro e que morri no
instante em que acabei de escrevê-lo". A saudade de se despedir de Penelope ao
final da leitura de Os catadores de conchas, inevitavelmente, todos os leitores irão
sentir.
Livros que li no feriado da semana passada
Vi esses livros no final da década de 60 na biblioteca do Instituto Benjamim
Constante, aonde eu estudava.
Nunca imaginei que eu os encontraria na net!
É uma leitura leve e alegre para crianças pequenas e grandes.
Amei!
Vou tentar encontrar mais livros dessa autora.
*
clarita da pa virada e Clarita no colégio - MARIA CLARICE MARINHO VILLAC
Na década de 1940, Monteiro Lobato tinha o costume de ir frequentemente à Biblioteca
Infantil Municipal de São Paulo verificar a popularidade de seus livros infantis. Apesar
do sucesso constante, houve um dia em que surgiu um concorrente à altura. Curioso, o
escritor levou para casa um exemplar de CLARITA DA PÁ VIRADA. Voltou então à
Biblioteca no dia seguinte só para reconhecer, encantado, que aquele era um livro
atraente e divertido, e as crianças tinham razão de sobra para admirá-lo.
[Episódio extraído de um artigo da Folha de São Paulo de 08/06/1946].
A história de CLARITA NO COLÉGIO tem o seu desenrolar entre 1914
e 1920.
À memória de D. Emília de Paiva Meira, fundadora da Sociedade
Brasileira de Educação e Instrução de Meninas.
Homenagem afetuosa e gratidão da Autora.
São Paulo, julho de 1945.
Constante, aonde eu estudava.
Nunca imaginei que eu os encontraria na net!
É uma leitura leve e alegre para crianças pequenas e grandes.
Amei!
Vou tentar encontrar mais livros dessa autora.
*
clarita da pa virada e Clarita no colégio - MARIA CLARICE MARINHO VILLAC
Na década de 1940, Monteiro Lobato tinha o costume de ir frequentemente à Biblioteca
Infantil Municipal de São Paulo verificar a popularidade de seus livros infantis. Apesar
do sucesso constante, houve um dia em que surgiu um concorrente à altura. Curioso, o
escritor levou para casa um exemplar de CLARITA DA PÁ VIRADA. Voltou então à
Biblioteca no dia seguinte só para reconhecer, encantado, que aquele era um livro
atraente e divertido, e as crianças tinham razão de sobra para admirá-lo.
[Episódio extraído de um artigo da Folha de São Paulo de 08/06/1946].
A história de CLARITA NO COLÉGIO tem o seu desenrolar entre 1914
e 1920.
À memória de D. Emília de Paiva Meira, fundadora da Sociedade
Brasileira de Educação e Instrução de Meninas.
Homenagem afetuosa e gratidão da Autora.
São Paulo, julho de 1945.
sábado, 5 de setembro de 2020
Livros lidos
Livros bem gostosos de ler.
Trilogia Emily da Lua Nova - Livro 1 - Lucy Maud Montgomery
Quando os pais de Emily se casaram contra a vontade da família, passaram a viver distantes de todos.
Porém, dez anos se passaram e Emily ficou órfã.
Agora precisa ser acolhida pelos parentes Murray.
Este clã, particularmente excêntrico, orgulhoso e ultrajante, diferente de tudo que a pequena garota estava habituada, irá ajudá-la a entender suas raízes.
Deixe-se emocionar e apaixone-se por esta personagem que, com a ajuda de cartas enviadas para o seu pai falecido, encontra apoio para crescer e viver suas aventuras.
Livro I da trilogia 'Emily' - mesma autora da série Anne de Green Gables.
Livro 2: Emily da Escalada - Lucy Montgomery
Emily está obcecada por ser reconhecida e se tornar famosa com seus poemas e contos.
Seu objetivo de "escalar o monte alpino", é uma figura de linguagem que ela utiliza com abundância.
Mas nesta fase de sua juventude, Emily tem outros obstáculos: lidar com a severa disciplina das tias Murray, entrar para o colegial junto aos seus amigos de infância Ilse, Teddy e Perry, e finalmente, explorar suas primeiras paixões.
Parte II da trilogia Emily da Lua Nova - mesma autora de Anne de Green Gables.
Livro 3: A Busca de Emily - Lucy Montgomery
Emily e Teddy Kent são amigos desde a infância, e agora Teddy está prestes a partir para continuar sua educação como artista, Emily acredita que a amizade entre eles está florescendo em algo mais.
Em sua última noite juntos, eles prometem pensar um no outro quando virem a estrela Vega de Lira.
Na medida em que Emily progride como escritora e aprende a lidar com a solidão de ter seus amigos distantes, a vida na Lua Nova muda.
Nesta terceira e última parte da trilogia, desencontros, dúvidas e obstáculos da juventude pairam sobre Emily da Lua Nova e a colocam em uma intensa busca.
Trilogia Emily da Lua Nova - Livro 1 - Lucy Maud Montgomery
Quando os pais de Emily se casaram contra a vontade da família, passaram a viver distantes de todos.
Porém, dez anos se passaram e Emily ficou órfã.
Agora precisa ser acolhida pelos parentes Murray.
Este clã, particularmente excêntrico, orgulhoso e ultrajante, diferente de tudo que a pequena garota estava habituada, irá ajudá-la a entender suas raízes.
Deixe-se emocionar e apaixone-se por esta personagem que, com a ajuda de cartas enviadas para o seu pai falecido, encontra apoio para crescer e viver suas aventuras.
Livro I da trilogia 'Emily' - mesma autora da série Anne de Green Gables.
Livro 2: Emily da Escalada - Lucy Montgomery
Emily está obcecada por ser reconhecida e se tornar famosa com seus poemas e contos.
Seu objetivo de "escalar o monte alpino", é uma figura de linguagem que ela utiliza com abundância.
Mas nesta fase de sua juventude, Emily tem outros obstáculos: lidar com a severa disciplina das tias Murray, entrar para o colegial junto aos seus amigos de infância Ilse, Teddy e Perry, e finalmente, explorar suas primeiras paixões.
Parte II da trilogia Emily da Lua Nova - mesma autora de Anne de Green Gables.
Livro 3: A Busca de Emily - Lucy Montgomery
Emily e Teddy Kent são amigos desde a infância, e agora Teddy está prestes a partir para continuar sua educação como artista, Emily acredita que a amizade entre eles está florescendo em algo mais.
Em sua última noite juntos, eles prometem pensar um no outro quando virem a estrela Vega de Lira.
Na medida em que Emily progride como escritora e aprende a lidar com a solidão de ter seus amigos distantes, a vida na Lua Nova muda.
Nesta terceira e última parte da trilogia, desencontros, dúvidas e obstáculos da juventude pairam sobre Emily da Lua Nova e a colocam em uma intensa busca.
terça-feira, 25 de agosto de 2020
Conheço várias pessoas assim
Tóxicas são aquelas pessoas que sabem tudo a respeito da vida das outras pessoas, mas não conseguem administrar a própria vida. Sabem dar conselhos como ninguém tem um discurso lindíssimo para o mundo lá fora, mas que, na vida pessoal, nos bastidores, na vida íntima, são pessoas frustradas, isoladas, verdadeiras ilhas no meio da sociedade, que não tomam para si os próprios conselhos.
Sabem olhar de fora, apontar defeitos, problemas, erros. Mas não sabem participar, não conseguem enxergar os próprios problemas ou defeitos. Apontam os erros alheios para, de certa forma, esconder os seus próprios. São os "sabe-tudo" e só a sua forma de pensar é que está certa. Não suportam ser contrariados e confrontados. Quando o são, perseguem a pessoa até "livrarem-se" dela ou então se vingam. Seu ego é superlativo para compensar a sua extrema falta de Amor-Próprio. Usam as pessoas conforme seus interesses e, quando estas discordam de suas ideias, são descartadas e eliminadas, sem a menor consideração.
Em nossa busca pela felicidade, por tudo aquilo que nos traz bem-estar e alegria, o grande segredo é não se deixar influenciar, se afastar e evitar a convivência com esses tipos. Isso não significa alimentar sentimentos negativos dentro de si com relação a eles, mas de preferência visualizá-los felizes e agradecidos em sua vida, emanando energias e vibrações positivas.
Reflita, você convive intimamente com alguma pessoa tóxica, seja na família, no trabalho, ou nas "amizades"?
(VerdadeLuz)
Sabem olhar de fora, apontar defeitos, problemas, erros. Mas não sabem participar, não conseguem enxergar os próprios problemas ou defeitos. Apontam os erros alheios para, de certa forma, esconder os seus próprios. São os "sabe-tudo" e só a sua forma de pensar é que está certa. Não suportam ser contrariados e confrontados. Quando o são, perseguem a pessoa até "livrarem-se" dela ou então se vingam. Seu ego é superlativo para compensar a sua extrema falta de Amor-Próprio. Usam as pessoas conforme seus interesses e, quando estas discordam de suas ideias, são descartadas e eliminadas, sem a menor consideração.
Em nossa busca pela felicidade, por tudo aquilo que nos traz bem-estar e alegria, o grande segredo é não se deixar influenciar, se afastar e evitar a convivência com esses tipos. Isso não significa alimentar sentimentos negativos dentro de si com relação a eles, mas de preferência visualizá-los felizes e agradecidos em sua vida, emanando energias e vibrações positivas.
Reflita, você convive intimamente com alguma pessoa tóxica, seja na família, no trabalho, ou nas "amizades"?
(VerdadeLuz)
Livro lido
Perto demais - Amanda Reynolds
Não me faça mais nenhuma promessa, seu filho da mãe.
Essa é uma das últimas frases ditas por Jo enquanto é levada pela equipe de resgate após cair da escada de sua casa.
Na manhã seguinte, ela acorda no hospital sem nenhuma lembrança da noite anterior - e do último ano de sua vida.
Sua única certeza é de que o sentimento que nutre por Rob, seu marido, não é mais o mesmo.
Enquanto tenta recuperar a memória, Jo esbarra na resistência dele em lhe contar o que aconteceu e na passividade dos filhos, que, a pedido do pai, omitem fatos relevantes sobre a vida da família no último ano.
O que de tão grave pode ter ocorrido a ponto de terem que esconder dela?
Jo só pode contar com os flashes do passado que a assaltam com frequência e com a ajuda de Rose - uma suposta amiga de quem ela nem ao menos se lembra - para montar o quebra-cabeça de sua vida.
Muito bom esse livro, adorei!
Não me faça mais nenhuma promessa, seu filho da mãe.
Essa é uma das últimas frases ditas por Jo enquanto é levada pela equipe de resgate após cair da escada de sua casa.
Na manhã seguinte, ela acorda no hospital sem nenhuma lembrança da noite anterior - e do último ano de sua vida.
Sua única certeza é de que o sentimento que nutre por Rob, seu marido, não é mais o mesmo.
Enquanto tenta recuperar a memória, Jo esbarra na resistência dele em lhe contar o que aconteceu e na passividade dos filhos, que, a pedido do pai, omitem fatos relevantes sobre a vida da família no último ano.
O que de tão grave pode ter ocorrido a ponto de terem que esconder dela?
Jo só pode contar com os flashes do passado que a assaltam com frequência e com a ajuda de Rose - uma suposta amiga de quem ela nem ao menos se lembra - para montar o quebra-cabeça de sua vida.
Muito bom esse livro, adorei!
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
Livros lidos
Caixa de Pássaros - Josh Malerman
Quatro anos depois de as mortes terem começado, há poucos sobreviventes em Michigan.
Malorie e seus dois filhos pequenos estão entre eles.
O trio faz parte do grupo que tenta resistir em um mundo no qual abrir os olhos pode ser fatal.
Vivendo em uma casa abandonada, Malorie e os filhos não sabem o que se passa do lado de fora.
Sempre com as janelas e portas cobertas e sem comunicação com o exterior, o local é uma área isolada no meio do caos.
Até o momento em que uma misteriosa neblina atinge a região e Malorie toma uma decisão que adiou por muito tempo.
Após quatro anos trancados, Malorie e as crianças fogem da casa em um barco a remo na esperança de encontrar um lugar distante do surto que matou todos ao seu redor.
De olhos tapados, os três encaram uma viagem assustadora rumo ao desconhecido.
Malorie - Sequência de caixa de pássaros - Josh Malerman
Doze anos se passaram desde que Malorie e os filhos atravessaram o rio com vendas no rosto, mas tapar os olhos ainda é uma regra que não podem deixar de seguir. Eles sabem que apenas um vislumbre das criaturas pode levar pessoas comuns a uma violência indescritível.
Ainda não há explicação. Nenhuma solução.
Tudo o que Malorie pode fazer é sobreviver... e transmitir aos filhos sua determinação. Não se descuidem, diz a eles. Fiquem vendados. E NÃO ABRAM OS OLHOS.
Quando eles tomam conhecimento de uma notícia que parecia impossível, Malorie se permite ter esperança pela primeira vez desde o início do surto. Há sobreviventes. Pessoas que ela considerava mortas, mas que talvez estejam vivas.
Junto dessa informação, porém, ela acaba descobrindo coisas aterrorizantes: em lugares não tão distantes, alguns afirmam ter capturado as criaturas e feito experimentos. Invenções monstruosas e ideias extremamente perigosas. Além disso, circulam rumores de que as próprias criaturas se transformaram em algo ainda mais assustador.
Malorie agora precisa fazer uma escolha angustiante: viver de acordo com as regras de sobrevivência que funcionaram tão bem até então, ou se aventurar na escuridão e buscar a esperança mais uma vez.
Quatro anos depois de as mortes terem começado, há poucos sobreviventes em Michigan.
Malorie e seus dois filhos pequenos estão entre eles.
O trio faz parte do grupo que tenta resistir em um mundo no qual abrir os olhos pode ser fatal.
Vivendo em uma casa abandonada, Malorie e os filhos não sabem o que se passa do lado de fora.
Sempre com as janelas e portas cobertas e sem comunicação com o exterior, o local é uma área isolada no meio do caos.
Até o momento em que uma misteriosa neblina atinge a região e Malorie toma uma decisão que adiou por muito tempo.
Após quatro anos trancados, Malorie e as crianças fogem da casa em um barco a remo na esperança de encontrar um lugar distante do surto que matou todos ao seu redor.
De olhos tapados, os três encaram uma viagem assustadora rumo ao desconhecido.
Malorie - Sequência de caixa de pássaros - Josh Malerman
Doze anos se passaram desde que Malorie e os filhos atravessaram o rio com vendas no rosto, mas tapar os olhos ainda é uma regra que não podem deixar de seguir. Eles sabem que apenas um vislumbre das criaturas pode levar pessoas comuns a uma violência indescritível.
Ainda não há explicação. Nenhuma solução.
Tudo o que Malorie pode fazer é sobreviver... e transmitir aos filhos sua determinação. Não se descuidem, diz a eles. Fiquem vendados. E NÃO ABRAM OS OLHOS.
Quando eles tomam conhecimento de uma notícia que parecia impossível, Malorie se permite ter esperança pela primeira vez desde o início do surto. Há sobreviventes. Pessoas que ela considerava mortas, mas que talvez estejam vivas.
Junto dessa informação, porém, ela acaba descobrindo coisas aterrorizantes: em lugares não tão distantes, alguns afirmam ter capturado as criaturas e feito experimentos. Invenções monstruosas e ideias extremamente perigosas. Além disso, circulam rumores de que as próprias criaturas se transformaram em algo ainda mais assustador.
Malorie agora precisa fazer uma escolha angustiante: viver de acordo com as regras de sobrevivência que funcionaram tão bem até então, ou se aventurar na escuridão e buscar a esperança mais uma vez.
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Livro lido
A sucessora - Carolina Nabuco
A sucessora une prosa intimista e psicológica ao dar voz a uma protagonista feminina: Marina, jovem criada na fazenda que se casa com o viúvo Roberto Steen. Ao mudar-se para a mansão dele, no Rio de Janeiro, Marina se depara com o retrato de Alice, a falecida esposa, e passa a sentir a presença dela. Num ambiente em que muitos a comparam à primeira Madame Steen, seu amor por Roberto resistirá ao fantasma de uma mulher tão especial?
A sucessora une prosa intimista e psicológica ao dar voz a uma protagonista feminina: Marina, jovem criada na fazenda que se casa com o viúvo Roberto Steen. Ao mudar-se para a mansão dele, no Rio de Janeiro, Marina se depara com o retrato de Alice, a falecida esposa, e passa a sentir a presença dela. Num ambiente em que muitos a comparam à primeira Madame Steen, seu amor por Roberto resistirá ao fantasma de uma mulher tão especial?
quinta-feira, 23 de julho de 2020
Livro lido, muito bom, adorei!
Na Escuridão da Mente - Paul Tremblay
A vida dos Barrett é virada do avesso quando Marjorie, de 14 anos, começa a demonstrar sinais de esquizofrenia aguda.
Depois que os médicos se mostram incapazes de deter os acessos bizarros e o declínio de sua sanidade, o lar se transforma em um circo de horrores, e a família se vê recorrendo a um padre da região.
Acreditando que seja um caso de possessão demoníaca, o padre Wanderly sugere um exorcismo e entra em contato com uma produtora que está ávida para documentar tudo.
Com o pai de Marjorie desempregado e as dívidas se acumulando, a família hesitantemente aceita, sem imaginar que A Possessão se tornaria um sucesso imediato.
Quinze anos depois, uma autora best-seller entrevista Merry, a irmã mais nova de Marjorie.
Ao se recordar dos acontecimentos de sua infância, uma narrativa alucinante de terror psicológico é desencadeada, levantando questões sobre memória e realidade, ciência e religião...
e sobre a real natureza do mal.
A vida dos Barrett é virada do avesso quando Marjorie, de 14 anos, começa a demonstrar sinais de esquizofrenia aguda.
Depois que os médicos se mostram incapazes de deter os acessos bizarros e o declínio de sua sanidade, o lar se transforma em um circo de horrores, e a família se vê recorrendo a um padre da região.
Acreditando que seja um caso de possessão demoníaca, o padre Wanderly sugere um exorcismo e entra em contato com uma produtora que está ávida para documentar tudo.
Com o pai de Marjorie desempregado e as dívidas se acumulando, a família hesitantemente aceita, sem imaginar que A Possessão se tornaria um sucesso imediato.
Quinze anos depois, uma autora best-seller entrevista Merry, a irmã mais nova de Marjorie.
Ao se recordar dos acontecimentos de sua infância, uma narrativa alucinante de terror psicológico é desencadeada, levantando questões sobre memória e realidade, ciência e religião...
e sobre a real natureza do mal.
terça-feira, 14 de julho de 2020
Livro lido
A mulher entre nós - Greer Hendricks
Um livro de suspense que explora as complexidades do casamento e as verdades perigosas que ignoramos em nome do amor.
Aos 37 anos, a recém-divorciada Vanessa está no fundo do poço. Deprimida, morando no apartamento de sua tia, ela não tem filhos, dinheiro ou amigos verdadeiros. Ao descobrir que Richard, seu rico e carismático ex-marido, está prestes a se casar de novo, algo dentro de Vanessa se quebra. A partir de agora, sua vida irá revolver em torno de uma única obsessão: impedir esse matrimônio. Custe o que custar.
Na superfície, Nellie se parece com qualquer outra jovem bela e sonhadora que veio para Manhattan começar sua tão sonhada vida adulta. Mas a personalidade tranquila que ostenta é apenas uma fachada. Em sua mente, perdura um segredo que a fez fugir de sua cidade natal e que a impede de caminhar em paz quando está sozinha.
Ao conhecer Richard – bem-sucedido, protetor, o homem dos sonhos – ela finalmente começa a sentir-se segura. Ele promete protegê-la de todos os males, para o resto de sua vida. Mas, de repente, ela começa a receber ligações misteriosas. Fotografias em seu quarto são movidas de lugar. O lenço que ela planejava usar em seu casamento desaparece. Alguém está perseguindo-a, alguém quer o seu mal. Mas quem?
Um livro de suspense que explora as complexidades do casamento e as verdades perigosas que ignoramos em nome do amor.
Aos 37 anos, a recém-divorciada Vanessa está no fundo do poço. Deprimida, morando no apartamento de sua tia, ela não tem filhos, dinheiro ou amigos verdadeiros. Ao descobrir que Richard, seu rico e carismático ex-marido, está prestes a se casar de novo, algo dentro de Vanessa se quebra. A partir de agora, sua vida irá revolver em torno de uma única obsessão: impedir esse matrimônio. Custe o que custar.
Na superfície, Nellie se parece com qualquer outra jovem bela e sonhadora que veio para Manhattan começar sua tão sonhada vida adulta. Mas a personalidade tranquila que ostenta é apenas uma fachada. Em sua mente, perdura um segredo que a fez fugir de sua cidade natal e que a impede de caminhar em paz quando está sozinha.
Ao conhecer Richard – bem-sucedido, protetor, o homem dos sonhos – ela finalmente começa a sentir-se segura. Ele promete protegê-la de todos os males, para o resto de sua vida. Mas, de repente, ela começa a receber ligações misteriosas. Fotografias em seu quarto são movidas de lugar. O lenço que ela planejava usar em seu casamento desaparece. Alguém está perseguindo-a, alguém quer o seu mal. Mas quem?
sexta-feira, 10 de julho de 2020
Livro lido
O castelo de Otranto - Ed. 2019 - Horace Walpole
Forças sobrenaturais poderosas cumprem a maldição que atinge os descendentes do príncipe Manfredo, impedindo sua posse definitiva do castelo de Otranto e fazendo-se respeitar a tradição de séculos. Publicada em 1764, esta é a primeira história de terror e suspense da literatura. Inspiradora de grandes autores, como Edgar Allan Poe e Bram Stoker, O Castelo de Otranto tornou-se a obra fundadora do gênero mais conhecido da literatura, do teatro e do cinema até os dias de hoje.
Forças sobrenaturais poderosas cumprem a maldição que atinge os descendentes do príncipe Manfredo, impedindo sua posse definitiva do castelo de Otranto e fazendo-se respeitar a tradição de séculos. Publicada em 1764, esta é a primeira história de terror e suspense da literatura. Inspiradora de grandes autores, como Edgar Allan Poe e Bram Stoker, O Castelo de Otranto tornou-se a obra fundadora do gênero mais conhecido da literatura, do teatro e do cinema até os dias de hoje.
Livro lido
A Mesa da Ralé - Michael Ondaatje
O premiado escritor Michael Ondaatje narra nesta obra-prima a viagem transformadora de um garoto cingalês que embarca sozinho em um navio rumo à Inglaterra. Aos onze anos, Michael não sabe o que o espera quando embarca no navio Oronsay com destino à Inglaterra, onde iria estudar e reencontrar a mãe. Ao lado de dois outros garotos que conhece a bordo, aprende a tirar proveito da dupla invisibilidade de que goza o trio, graças a sua condição de passageiros da classe turística e de crianças sem supervisão de adultos. Infiltram-se sem serem notados na primeira classe, em cabines particulares de outros passageiros; passeiam livremente pelos porões de carga. O narrador é o próprio Michael, já adulto e entregue à rememoração de sua saída definitiva do Oriente. Ao longo desse processo, ele tem notícias de sua prima Emily, com quem havia perdido contato desde o desembarque do Oronsay, e com décadas de atraso reúne as peças que faltavam para compreender um evento misterioso ocorrido a bordo. Como ele, Emily também ocupou um lugar nas "mesas da ralé", distantes o quanto possível da mesa do capitão, em que somente passageiros eminentes eram autorizados a se sentar. A localização socialmente desvantajosa, porém, garante que os meninos tenham acesso às informações que podem explicar quem é e o que fez o prisioneiro transportado em segredo pelo navio. Em um processo que faz lembrar As mil e uma noites, o romance encapsula a atenção do leitor ao desfiar pequenas subtramas nas quais os membros da ralé surgem como peças anônimas de uma tragédia que encerra a viagem.
O premiado escritor Michael Ondaatje narra nesta obra-prima a viagem transformadora de um garoto cingalês que embarca sozinho em um navio rumo à Inglaterra. Aos onze anos, Michael não sabe o que o espera quando embarca no navio Oronsay com destino à Inglaterra, onde iria estudar e reencontrar a mãe. Ao lado de dois outros garotos que conhece a bordo, aprende a tirar proveito da dupla invisibilidade de que goza o trio, graças a sua condição de passageiros da classe turística e de crianças sem supervisão de adultos. Infiltram-se sem serem notados na primeira classe, em cabines particulares de outros passageiros; passeiam livremente pelos porões de carga. O narrador é o próprio Michael, já adulto e entregue à rememoração de sua saída definitiva do Oriente. Ao longo desse processo, ele tem notícias de sua prima Emily, com quem havia perdido contato desde o desembarque do Oronsay, e com décadas de atraso reúne as peças que faltavam para compreender um evento misterioso ocorrido a bordo. Como ele, Emily também ocupou um lugar nas "mesas da ralé", distantes o quanto possível da mesa do capitão, em que somente passageiros eminentes eram autorizados a se sentar. A localização socialmente desvantajosa, porém, garante que os meninos tenham acesso às informações que podem explicar quem é e o que fez o prisioneiro transportado em segredo pelo navio. Em um processo que faz lembrar As mil e uma noites, o romance encapsula a atenção do leitor ao desfiar pequenas subtramas nas quais os membros da ralé surgem como peças anônimas de uma tragédia que encerra a viagem.
quarta-feira, 1 de julho de 2020
Livro lido
Gênese - Will Trent - Karin Slaughter
A caçada a uma mente doentia que não mede a crueldade de seus atos. Quando uma mulher chega à emergência do hospital Grady gravemente ferida, a médica Sara Linton se depara com um mundo de violência e terror. A paciente foi atropelada por um carro, mas, completamente nua, com marcas de tortura pelo corpo, ela parece ter sido vítima de uma mente muito perturbada. A polícia começa a investigação, e o detetive Will Trent logo descobre uma câmara subterrânea que contém uma revelação macabra: a mulher que deu entrada no hospital não foi a única vítima desse sádico. Com a ajuda da Dra. Linton, Will e sua parceira, Faith Mitchell, mergulham na caça ao assassino. Quando outra mulher desaparece sem deixar vestígios, a verdade os atinge como um golpe brutal: o assassino continua em ação. Agora os três são o único obstáculo entre um louco e sua próxima vítima.
A caçada a uma mente doentia que não mede a crueldade de seus atos. Quando uma mulher chega à emergência do hospital Grady gravemente ferida, a médica Sara Linton se depara com um mundo de violência e terror. A paciente foi atropelada por um carro, mas, completamente nua, com marcas de tortura pelo corpo, ela parece ter sido vítima de uma mente muito perturbada. A polícia começa a investigação, e o detetive Will Trent logo descobre uma câmara subterrânea que contém uma revelação macabra: a mulher que deu entrada no hospital não foi a única vítima desse sádico. Com a ajuda da Dra. Linton, Will e sua parceira, Faith Mitchell, mergulham na caça ao assassino. Quando outra mulher desaparece sem deixar vestígios, a verdade os atinge como um golpe brutal: o assassino continua em ação. Agora os três são o único obstáculo entre um louco e sua próxima vítima.
Livro lido
A Menina que Conversava com o Verão - Sally Nicholls
Quem será o misterioso homem verde que somente Molly consegue ver?
Após a morte de sua mãe, tudo muda para as irmãs Molly e Hannah. As duas meninas são mandadas pelo pai para morar com os avós numa pequena cidade do interior. Certa noite, Hannah decide fugir, e obriga a irmã a ir com ela. Em meio a uma forte tempestade, Molly vê um rapaz perseguido por uma matilha de cães e por um caçador com chifres. No dia seguinte, na coluna de uma velha igreja, Molly observa um rosto esculpido e percebe, estarrecida, que é o mesmo homem que ela viu sendo caçado no dia anterior! Existe algo de mágico nesse Homem Verde. A grama cresce à sua volta e árvores brotam sob o seu toque. Será ele fruto da imaginação de Molly... ou será um antigo deus esquecido? Se ele tem poder para devolver vida às plantas, não poderia também fazer a mãe de Molly retornar à vida? Esta enternecedora fábula sobre amor, perda e superação, em que o estado da alma dos personagens se confunde com as estações do ano, vai encantar leitores de todas as idades.
Quem será o misterioso homem verde que somente Molly consegue ver?
Após a morte de sua mãe, tudo muda para as irmãs Molly e Hannah. As duas meninas são mandadas pelo pai para morar com os avós numa pequena cidade do interior. Certa noite, Hannah decide fugir, e obriga a irmã a ir com ela. Em meio a uma forte tempestade, Molly vê um rapaz perseguido por uma matilha de cães e por um caçador com chifres. No dia seguinte, na coluna de uma velha igreja, Molly observa um rosto esculpido e percebe, estarrecida, que é o mesmo homem que ela viu sendo caçado no dia anterior! Existe algo de mágico nesse Homem Verde. A grama cresce à sua volta e árvores brotam sob o seu toque. Será ele fruto da imaginação de Molly... ou será um antigo deus esquecido? Se ele tem poder para devolver vida às plantas, não poderia também fazer a mãe de Molly retornar à vida? Esta enternecedora fábula sobre amor, perda e superação, em que o estado da alma dos personagens se confunde com as estações do ano, vai encantar leitores de todas as idades.
Livro lido
Arrancada do Meu Mundo - C. C. Hunter
Da mesma autora da Saga Acampamento Shadow Falls. Esta nova obra de C. C Hunter traz como personagem principal Chloe, uma adolescente cujos pais estão recém separados. Ela tinha 3 anos de idade quando foi adotada pela feliz família Holden. Agora, catorze anos depois, o casamento dos pais se desfez. Tudo que Chloe mais amava na vida ficou para trás e, só para piorar as coisas, a mudança com a mãe para a antiga casa da avó, faz com que ela passe a ser assombrada por estranhas lembranças de quando era pequena.
Quando Chloe conhece Cash Colton, ela se sente atraída instantaneamente e descobre entre eles muitas afinidades. Até Cash contar o verdadeiro motivo pelo qual ele a procurou: Chloe é uma cópia exata da filha dos pais adotivos dele, a filha por quem ainda choram, e ele está determinado a descobrir a verdade.
Da mesma autora da Saga Acampamento Shadow Falls. Esta nova obra de C. C Hunter traz como personagem principal Chloe, uma adolescente cujos pais estão recém separados. Ela tinha 3 anos de idade quando foi adotada pela feliz família Holden. Agora, catorze anos depois, o casamento dos pais se desfez. Tudo que Chloe mais amava na vida ficou para trás e, só para piorar as coisas, a mudança com a mãe para a antiga casa da avó, faz com que ela passe a ser assombrada por estranhas lembranças de quando era pequena.
Quando Chloe conhece Cash Colton, ela se sente atraída instantaneamente e descobre entre eles muitas afinidades. Até Cash contar o verdadeiro motivo pelo qual ele a procurou: Chloe é uma cópia exata da filha dos pais adotivos dele, a filha por quem ainda choram, e ele está determinado a descobrir a verdade.
Livro lido
A casa, A história da seita de: Chico Felitti - A versão de João Teixeira de Faria
"Quando vi pela primeira vez na tevê o cidadão que se intitulava João de Deus, não hesitei em dizer para minha mulher, ao lado: é bandido." A frase é do médico Drauzio Varella, em coluna no jornal Folha de S. Paulo no início de 2020. Poucos anos antes, porém, essa franqueza era rara no debate público. João de Deus desfrutava das bênçãos do establishment. Frequentava festas de políticos, recebia artistas brasileiros e estrangeiros, via filas quilométricas se formarem em frente à casa onde atendia, na pequena cidade de Abadiânia, no interior de Goiás.
No fim de 2018, veio a público uma onda de acusações de assédio sexual contra o líder espiritual. Dezenas de mulheres saíram da sombra para contar experiências de abuso e estupro. Em seguida surgiram as denúncias na Justiça. E então o castelo de cartas de João de Deus começou a desmoronar.
Este livro mergulha nessa história, mostrando que ela é ainda mais assustadora. Ao longo de quarenta anos, desde os primórdios do centro de atendimento de João de Deus, fundado no fim dos anos 1970, foram se acumulando episódios nada edificantes. Atores foram contratados para se passar por doentes. Uma escritora estrangeira pagou para acobertar abusos do líder no exterior. Mortes e assassinatos ficaram sem explicação.
Em Abadiânia, são comuns os relatos sobre pessoas que sumiram após se indispor com João de Deus. Diversos moradores tiveram seus bens confiscados por capangas após brigar com a figura mais poderosa da cidade. Como muita gente enriqueceu graças aos milhares de dólares dos turistas estrangeiros, o silêncio impera na região.
Durante o processo de apuração, ao longo do ano de 2019, Chico Felitti visitou a cidade meia dúzia de vezes. Passou uma semana dentro da seita. Saiu de lá com uma reportagem brilhante, capaz de revelar as entranhas de um líder à brasileira: corrupto e empreendedor, criminoso e carismático, sedutor e profundamente cruel.
"Quando vi pela primeira vez na tevê o cidadão que se intitulava João de Deus, não hesitei em dizer para minha mulher, ao lado: é bandido." A frase é do médico Drauzio Varella, em coluna no jornal Folha de S. Paulo no início de 2020. Poucos anos antes, porém, essa franqueza era rara no debate público. João de Deus desfrutava das bênçãos do establishment. Frequentava festas de políticos, recebia artistas brasileiros e estrangeiros, via filas quilométricas se formarem em frente à casa onde atendia, na pequena cidade de Abadiânia, no interior de Goiás.
No fim de 2018, veio a público uma onda de acusações de assédio sexual contra o líder espiritual. Dezenas de mulheres saíram da sombra para contar experiências de abuso e estupro. Em seguida surgiram as denúncias na Justiça. E então o castelo de cartas de João de Deus começou a desmoronar.
Este livro mergulha nessa história, mostrando que ela é ainda mais assustadora. Ao longo de quarenta anos, desde os primórdios do centro de atendimento de João de Deus, fundado no fim dos anos 1970, foram se acumulando episódios nada edificantes. Atores foram contratados para se passar por doentes. Uma escritora estrangeira pagou para acobertar abusos do líder no exterior. Mortes e assassinatos ficaram sem explicação.
Em Abadiânia, são comuns os relatos sobre pessoas que sumiram após se indispor com João de Deus. Diversos moradores tiveram seus bens confiscados por capangas após brigar com a figura mais poderosa da cidade. Como muita gente enriqueceu graças aos milhares de dólares dos turistas estrangeiros, o silêncio impera na região.
Durante o processo de apuração, ao longo do ano de 2019, Chico Felitti visitou a cidade meia dúzia de vezes. Passou uma semana dentro da seita. Saiu de lá com uma reportagem brilhante, capaz de revelar as entranhas de um líder à brasileira: corrupto e empreendedor, criminoso e carismático, sedutor e profundamente cruel.
sábado, 27 de junho de 2020
OS SIGNOS
ÁRIES
Signo associado ao elemento fogo e o primeiro na sequência natural do zodíaco, Áries representa justamente o ponto de partida da personalidade. A busca fundamental dos arianos é a afirmação da individualidade. Por isso, as pessoas que possuem pontos importantes do mapa neste signo são afirmativas, impulsivas, competitivas, impacientes, e assim por diante. Áries é o signo da coragem, da vontade de viver, da recusa à inércia, da paixão pela vida. Enfim, o signo dos guerreiros.
A atividade física é importante para todos os signos de elemento fogo, porém é ainda mais para o signo de Áries, símbolo mais expressivo dos atletas, dos corredores, daqueles que disputam os primeiros lugares em qualquer tipo de competição. A necessidade de afirmação da individualidade faz com que os arianos persigam esta afirmação justamente por meio da busca da vitória nas competições de qualquer tipo, e não apenas nas de natureza atlética.
É claro que a incessante energia física produzida por Áries se satisfaz mais com as atividades motoras, mas a essência do ariano será competitiva no emprego, na família ou em qualquer outro campo de experiência da vida.
rege a cabeça e os dentes na correlação que se faz entre as partes do corpo e na sua correspondência com os signos zodiacais. Não é à toa que, na antiguidade, um dos mais importantes instrumentos nas batalhas era o aríete, uma enorme cabeça de carneiro de chifres retorcidos que funcionava como uma arma para promover a derrubada dos portões ou muros dos inimigos. Seu planeta regente é Marte.
TOURO
O primeiro dos signos de elemento terra, Touro simboliza o segundo momento do ciclo da existência, quando, depois de se ter noção da própria individualidade, surge a busca pela sobrevivência e pelo bem-estar. Para que isso aconteça, os taurinos precisam se alimentar, ter um espaço onde se instalar, assim como focos de afeto e de amor nos quais possam se projetar para suprir suas necessidades. É o signo da persistência, da fixação, da cristalização, da alimentação, no seu sentido literal e simbólico.
Os taurinos têm preocupação com a estabilidade material, com a segurança, com a moradia, com o amor. Sendo um signo de terra, naturalmente terá a atenção voltada para o lado prático e objetivo da vida. Ao mesmo tempo, o gosto pela alimentação pode torná-los bons cozinheiros ou, no mínimo, apreciadores da boa culinária. Por causa disso, existe também o risco do ganho de peso. Os taurinos costumam ter uma compleição física mais pesada e encorpada.
Alguns astrólogos afirmam, em tom de brincadeira, que Touro, na verdade, deveria ser representado pelo boi, por sua aparente calma e tranquilidade. Mas, de qualquer forma, existe uma forte determinação nos taurinos, mesmo que essa determinação não seja externada de maneira agressiva. É mais comum os nativos de Touro usarem a resistência passiva como ferramenta.
rege a garganta e o pescoço, por isso aqueles que têm este signo ressaltado podem ser bons cantores ou ter uma bela voz. Seu planeta regente é Vênus.
GÊMEOS
O primeiro dos signos de elemento ar, Gêmeos representa a comunicação, o movimento, o ir e vir, o comércio, a troca. Erroneamente vistos como pessoas de dupla personalidade, os geminianos têm a clara noção da dualidade da vida. A habilidade e a facilidade de se exprimir e se comunicar, além da agilidade mental, são as características mais fortes do signo.
Em Gêmeos, depois da afirmação da individualidade de Áries e da necessidade de estabilidade e sobrevivência de Touro, existe a necessidade de comunicação com o mundo ao seu redor. Seja por meio da troca de informações ou de bens e mercadorias, a natureza geminiana estabelece uma relação com a vida justamente a partir da sua capacidade de intercâmbio com o que se passa ao seu redor.
Escritores, poetas, jornalistas, locutores são expressões típicas da personalidade geminiana. A curiosidade também é uma característica marcante, porque é justamente a partir daquilo que consegue assimilar de informação que o geminiano estabelece a sua própria capacidade de se comunicar. A reflexão e o raciocínio são algumas das atividades preferidas dos geminianos.
rege as mãos e as vias aéreas superiores. Seu planeta regente é Mercúrio.
CÂNCER
Aqui começa o segundo quadrante do zodíaco. Na distribuição dos signos no círculo, a localização de Câncer se dá na parte inferior, onde se pode enxergar o alicerce, o fundamento do mapa. E como a base da formação humana se encontra na família, Câncer rege exatamente esta área da vida. Maternidade, lar, célula familiar, segurança, aconchego são palavras ligadas à natureza do primeiro signo de água na sequência natural do zodíaco.
Como os signos de elemento água estão ligados às emoções e sentimentos, em Câncer manifestam-se a noção e a necessidade do estabelecimento de um núcleo que transmita uma sensação de estabilidade. Não a estabilidade apenas material que se manifesta em Touro, mas uma de natureza emocional, sentimental, ou seja, o núcleo familiar. Enquanto Touro representa a casa no sentido físico da construção propriamente dita, Câncer representa o lar, o símbolo da casa no sentido emocional, subjetivo.
O acolhimento, a maternidade, a emotividade, a capacidade de nutrir emocionalmente as pessoas, a noção do porto seguro para o qual se pode retornar quando a vida parece ameaçadora são características da natureza canceriana. Basta lembrar do caranguejo de praia que, assim que se percebe avistado, corre para sua toca na areia, seu refúgio.
rege o estômago e o aparelho digestivo. Seu regente é a Lua.
LEÃO
Depois de ultrapassada a primeira etapa dos quatro elementos, surge o segundo signo de elemento fogo. Em Leão também existe uma busca pela afirmação da individualidade, como houve em Áries, mas agora a experiência individual já garantiu a sua sobrevivência em Touro, já estabeleceu parâmetros de relacionamento em Gêmeos e construiu uma base emocional segura em Câncer; portanto, a necessidade de afirmação se dá a partir de uma noção de segurança que Áries não possuía. E essa afirmação individual pode se manifestar por meio da capacidade de gerar até mesmo novos seres: filhos.
A noção do ego, que surge como potencialidade em Áries, agora se apresenta aqui com uma certeza só sua. A autoimportância, a vaidade e o orgulho também são subprodutos dessa consciência. Leão não se intimida com o brilho dos refletores; ao contrário, ele se considera capacitado e preparado para concentrar as atenções de todos ao seu redor.
Leão rege a criatividade, a expressão pessoal, a noção de que tem brilho próprio e único. Tudo aquilo que se pode criar e produzir está associado à natureza leonina. Filhos, canções, livros ou qualquer outro produto que surja como resultado da própria capacidade criativa têm relação com o signo de Leão.
rege o coração. Seu regente é o Sol, que lhe dá a noção de ser o centro de gravidade do mundo ao seu redor.
VIRGEM
O segundo dos signos de elemento terra traz uma missão mais espinhosa do que seu antecessor. Em Virgem, a natureza busca uma forma de se organizar, de classificar, de sistematizar e de colocar a individualidade a serviço da comunidade. Neste signo, surge o embrião da consciência social, que irá se consolidar na segunda metade do zodíaco, a partir de Libra. O virginiano está sempre em busca do aperfeiçoamento, da melhora, da apuração das suas próprias características.
Isto faz com que seja um signo extremamente inquieto — embora discreto — e com razoável grau de ansiedade. A capacidade de observar os detalhes, de estar em constante questionamento de si próprio e dos outros, de querer sempre melhorar produz uma ansiedade que precisa ser administrada. As rotinas, os hábitos, a análise, a higiene são ocupações corriqueiras dos virginianos. A desordem incomoda-os profundamente. Mesmo que resulte em cansaço físico, o signo de Virgem não deixará que as coisas permaneçam caóticas e se empenhará em arrumar, limpar e organizar o mundo ao seu redor. A manutenção da saúde será sempre uma preocupação virginiana.
A necessidade de se sentir útil e de saber que existe um espaço no qual possa se encaixar e desempenhar o seu papel da melhor forma possível será uma das obsessões virginianas. O trabalho, a relação com os companheiros de rotina profissional, a sistematização dos hábitos e a vontade de fazer sempre melhor acompanharão o signo de Virgem e, mais do que isso, darão sentido à sua existência.
rege os intestinos, principalmente o delgado, que separa, organiza, classifica e distribui para todo o corpo as substâncias úteis à nutrição e à saúde. Seu planeta regente é Mercúrio.
LIBRA
No signo de Virgem encerrou-se a primeira metade do zodíaco, aquela que é chamada o campo da experiência individual. Os seis primeiros signos caracterizam essa parte da consciência. Em Libra, inicia-se o ciclo da experiência social, do relacionamento com o outro e com a comunidade. Se Áries é o signo do eu, Libra é o signo do nós. O libriano não gosta de agir de maneira solitária, mas sim de dividir sua vida com mais alguém. É neste signo que se desenvolve pela primeira vez o sentido do valor social.
Atividades grupais, harmonização e integração, cooperação são palavras que representam a natureza libriana. Por fazer parte da tríade dos signos de elemento ar, Libra também é um signo da comunicação, mas essencialmente comunicação no sentido de relacionamento. Em Libra, o impulso vital procura sua complementação, sua parceria, sua união, suas relações humanas. A estética, a harmonia, as artes de uma forma geral e a música em particular são atributos encontrados na natureza de Libra.
Talvez por buscar sempre ouvir o outro lado, saber o que pensam os outros, os librianos tenham obtido uma fama imerecida de indecisos e inconstantes, mas a busca é sempre a de adaptação ao que se espera dele, ou pelo menos ao que ele pensa que se espera dele. Por isso, detesta brigas e conflitos.
rege os quadris e os rins. Seu planeta regente é Vênus.
ESCORPIÃO
Depois que nos encontramos com o outro, de alguma maneira somos transformados por essa experiência. Por isso, o signo de Escorpião está sempre associado à transformação mais profunda. Sendo o segundo signo de elemento água, as emoções são o seu fio condutor. A intensidade é outra palavra-chave da natureza escorpiana, juntamente com a sexualidade e, por paradoxal que possa parecer, a morte. Tudo isso representa a possibilidade de transformação em algo diferente. O conformismo de Touro, seu oposto zodiacal, aqui desaparece para dar lugar justamente à energia transformadora e revolucionária.
Todo o lado mais instintivo e inconsciente está presente na manifestação de Escorpião. Ele representa o oculto, o não visível, o camuflado. Ao mesmo tempo, pela capacidade de administrar, de controlar e conduzir, os escorpiões podem ser excelentes executivos e gestores. Diz-se que um ambiente nunca mais é o mesmo depois que um nativo de Escorpião entra nele. O que houver de dissimulação, de panos quentes, será denunciado e trazido à tona pela natureza escorpiana.
Sem medo de ferir, se entender que o ferimento produzirá alguma melhora no estado das coisas, os escorpiões podem ser notáveis cirurgiões. Afinal de contas, o que é uma cirurgia, senão uma agressão estudada e controlada, com o intuito de produzir uma melhora, uma transformação?
rege os órgãos sexuais e reprodutores. Seu regente moderno é Plutão e seu regente tradicional, Marte.
SAGITÁRIO
Terceiro signo de elemento fogo na sequência zodiacal, Sagitário traz em si o entusiasmo e a inquietação natural deste elemento. A busca do entendimento do mundo à sua volta, o conhecimento, a sabedoria representam a procura básica da natureza sagitariana. A curiosidade que existe no seu signo oposto, Gêmeos, aqui ganha um propósito maior, no qual não basta a mera informação que será passada adiante. Sagitário precisa estruturar a informação, de modo que ela se transforme em um sistema que faça sentido. Se o geminiano representa a informação rápida e descartável, o sagitariano corporifica um saber mais profundo e duradouro. Se Gêmeos é o jornal, Sagitário é o livro.
A religião, a metafísica, a filosofia são campos altamente sedutores para os sagitarianos. Os rituais, os fundamentos, a prática e os ensinamentos de qualquer crença religiosa serão sempre áreas de grande interesse. Os estudos ligados à especialização de nível superior, aos mestrados, doutorados e todo tipo de aperfeiçoamento do saber também estão associados ao signo de Sagitário. Se Gêmeos era a escolaridade básica, Sagitário é a universidade e a pós-graduação.
Por tudo isso, sagitarianos tendem a ser leitores compulsivos, sempre devorando várias coisas ao mesmo tempo e nem sempre terminando as leituras. Parece que existe um elemento de inquietação muito forte no signo, que lhe traz a sensação de estar relembrando, e não aprendendo.
rege as coxas e os pulmões. Seu planeta regente é Júpiter.
CAPRICÓRNIO
Terceiro signo de elemento terra, Capricórnio representa a culminância da roda zodiacal, o topo do círculo, o oposto da base representada por Câncer, seu antípoda. Neste signo se dá a busca final da inserção na sociedade, o sentido maior da participação e do desempenho perante a comunidade.
O senso de responsabilidade é fortíssimo nos capricornianos, assim como a necessidade de ocupação do seu espaço profissional. Junto com isso, a noção dos limites, das fronteiras, das cercas que delimitam territórios também são características capricornianas.
Ao mesmo tempo, a cautela e a eventual lentidão na conquista dos objetivos são uma característica essencial do signo. A cabra da montanha, o animal que o representa, precisa ser muito cautelosa na sua escalada, para que não haja nenhum tipo de retrocesso no percurso. Para chegar ao topo, é preciso dar cada passo com ponderação e precisão.
O perfeccionismo do capricorniano é diferente daquele do virginiano; aqui existe um senso crítico mais voltado para a observação de si próprio e um grau de exigência em relação ao desempenho que não existe em Virgem. O capricorniano se debruça sobre seus erros, não para evitar repeti-los, mas para se condenar por tê-los cometido. Da mesma forma que o seu oposto Câncer representa a célula familiar, Capricórnio representa a célula social, a realização profissional, o reconhecimento da sociedade pelo seu desempenho.
rege os joelhos, o esqueleto e a pele. Seu planeta regente é Saturno.
AQUÁRIO
Pelo fato de ser um objeto que contém água, muitas vezes o signo de Aquário é associado a esse elemento, mas ele é, na verdade, o último signo de elemento ar do zodíaco. Como os outros signos do mesmo elemento (Gêmeos e Libra), está associado à comunicação, só que de uma forma muito mais intensa e veloz.
Aquário é o signo da velocidade no processamento das informações, das atividades grupais e idealistas, da fraternidade e da amizade. Os aquarianos funcionam muito melhor em grupo do que individualmente. Gostam de estar em situações coletivas, movidos por ideais também coletivos. A rebeldia, o inconformismo, a necessidade de transformação, a excentricidade, a invenção e a inovação estão presentes nos aquarianos.
Se em Leão existe a necessidade do brilho individual, de estar sob a luz dos refletores, em Aquário essa necessidade é exatamente oposta: o aquariano prefere se diluir no grupo e no anonimato a estar no centro das atenções, prefere atuar na coletividade e nas instituições que priorizem o bem-estar coletivo. A criatividade, elemento presente em Leão, também é encontrada em Aquário, só que, em geral, de uma forma mais revolucionária e excêntrica.
rege as pernas e o sistema circulatório. Seu regente moderno é Urano e seu regente tradicional, Saturno.
PEIXES
O último signo do zodíaco caracteriza o final do trajeto da centelha humana pelo círculo astrológico. Signo de elemento água, Peixes simboliza a experiência final, a dissolução da individualidade que buscava se afirmar no primeiro signo, Áries. Depois de percorridas todas as etapas da existência humana, a centelha que se afirmou em Áries está em busca de se dissolver em Peixes.
Sendo de elemento água, sua natureza funciona por meio da sensibilidade, das emoções e dos sentimentos, só que neste caso não são mais sentimentos de natureza individual. O pisciano sofre com os males do mundo, pouco importando se eles estão na sua esquina ou no outro hemisfério. A compaixão, a caridade, a ajuda aos mais necessitados, o trabalho voluntário são ocupações nas quais se sente adequado. Se em Virgem tal senso de utilidade ainda se manifestava na roda da existência individual, em Peixes ele se localiza na vivência experimentada na coletividade.
O contato com o lado místico também é fortíssimo no pisciano. Ele vive na própria pele as sensações da existência de um mundo mais sutil, de uma realidade invisível, de uma ou de várias dimensões da existência que não estão disponíveis para os cinco sentidos por meio dos quais nos relacionamos com o mundo visível. Portanto, o contato com essas realidades invisíveis é muito mais fácil para um pisciano. Por outro lado, a dificuldade de lidar com a realidade objetiva será sempre um fato presente na sua vida. Deve estar constantemente atento para não fugir da realidade concreta.
rege os pés. Seu planeta regente moderno é Netuno e seu regente tradicional, Júpiter.
Waldemar Falcão
Signo associado ao elemento fogo e o primeiro na sequência natural do zodíaco, Áries representa justamente o ponto de partida da personalidade. A busca fundamental dos arianos é a afirmação da individualidade. Por isso, as pessoas que possuem pontos importantes do mapa neste signo são afirmativas, impulsivas, competitivas, impacientes, e assim por diante. Áries é o signo da coragem, da vontade de viver, da recusa à inércia, da paixão pela vida. Enfim, o signo dos guerreiros.
A atividade física é importante para todos os signos de elemento fogo, porém é ainda mais para o signo de Áries, símbolo mais expressivo dos atletas, dos corredores, daqueles que disputam os primeiros lugares em qualquer tipo de competição. A necessidade de afirmação da individualidade faz com que os arianos persigam esta afirmação justamente por meio da busca da vitória nas competições de qualquer tipo, e não apenas nas de natureza atlética.
É claro que a incessante energia física produzida por Áries se satisfaz mais com as atividades motoras, mas a essência do ariano será competitiva no emprego, na família ou em qualquer outro campo de experiência da vida.
rege a cabeça e os dentes na correlação que se faz entre as partes do corpo e na sua correspondência com os signos zodiacais. Não é à toa que, na antiguidade, um dos mais importantes instrumentos nas batalhas era o aríete, uma enorme cabeça de carneiro de chifres retorcidos que funcionava como uma arma para promover a derrubada dos portões ou muros dos inimigos. Seu planeta regente é Marte.
TOURO
O primeiro dos signos de elemento terra, Touro simboliza o segundo momento do ciclo da existência, quando, depois de se ter noção da própria individualidade, surge a busca pela sobrevivência e pelo bem-estar. Para que isso aconteça, os taurinos precisam se alimentar, ter um espaço onde se instalar, assim como focos de afeto e de amor nos quais possam se projetar para suprir suas necessidades. É o signo da persistência, da fixação, da cristalização, da alimentação, no seu sentido literal e simbólico.
Os taurinos têm preocupação com a estabilidade material, com a segurança, com a moradia, com o amor. Sendo um signo de terra, naturalmente terá a atenção voltada para o lado prático e objetivo da vida. Ao mesmo tempo, o gosto pela alimentação pode torná-los bons cozinheiros ou, no mínimo, apreciadores da boa culinária. Por causa disso, existe também o risco do ganho de peso. Os taurinos costumam ter uma compleição física mais pesada e encorpada.
Alguns astrólogos afirmam, em tom de brincadeira, que Touro, na verdade, deveria ser representado pelo boi, por sua aparente calma e tranquilidade. Mas, de qualquer forma, existe uma forte determinação nos taurinos, mesmo que essa determinação não seja externada de maneira agressiva. É mais comum os nativos de Touro usarem a resistência passiva como ferramenta.
rege a garganta e o pescoço, por isso aqueles que têm este signo ressaltado podem ser bons cantores ou ter uma bela voz. Seu planeta regente é Vênus.
GÊMEOS
O primeiro dos signos de elemento ar, Gêmeos representa a comunicação, o movimento, o ir e vir, o comércio, a troca. Erroneamente vistos como pessoas de dupla personalidade, os geminianos têm a clara noção da dualidade da vida. A habilidade e a facilidade de se exprimir e se comunicar, além da agilidade mental, são as características mais fortes do signo.
Em Gêmeos, depois da afirmação da individualidade de Áries e da necessidade de estabilidade e sobrevivência de Touro, existe a necessidade de comunicação com o mundo ao seu redor. Seja por meio da troca de informações ou de bens e mercadorias, a natureza geminiana estabelece uma relação com a vida justamente a partir da sua capacidade de intercâmbio com o que se passa ao seu redor.
Escritores, poetas, jornalistas, locutores são expressões típicas da personalidade geminiana. A curiosidade também é uma característica marcante, porque é justamente a partir daquilo que consegue assimilar de informação que o geminiano estabelece a sua própria capacidade de se comunicar. A reflexão e o raciocínio são algumas das atividades preferidas dos geminianos.
rege as mãos e as vias aéreas superiores. Seu planeta regente é Mercúrio.
CÂNCER
Aqui começa o segundo quadrante do zodíaco. Na distribuição dos signos no círculo, a localização de Câncer se dá na parte inferior, onde se pode enxergar o alicerce, o fundamento do mapa. E como a base da formação humana se encontra na família, Câncer rege exatamente esta área da vida. Maternidade, lar, célula familiar, segurança, aconchego são palavras ligadas à natureza do primeiro signo de água na sequência natural do zodíaco.
Como os signos de elemento água estão ligados às emoções e sentimentos, em Câncer manifestam-se a noção e a necessidade do estabelecimento de um núcleo que transmita uma sensação de estabilidade. Não a estabilidade apenas material que se manifesta em Touro, mas uma de natureza emocional, sentimental, ou seja, o núcleo familiar. Enquanto Touro representa a casa no sentido físico da construção propriamente dita, Câncer representa o lar, o símbolo da casa no sentido emocional, subjetivo.
O acolhimento, a maternidade, a emotividade, a capacidade de nutrir emocionalmente as pessoas, a noção do porto seguro para o qual se pode retornar quando a vida parece ameaçadora são características da natureza canceriana. Basta lembrar do caranguejo de praia que, assim que se percebe avistado, corre para sua toca na areia, seu refúgio.
rege o estômago e o aparelho digestivo. Seu regente é a Lua.
LEÃO
Depois de ultrapassada a primeira etapa dos quatro elementos, surge o segundo signo de elemento fogo. Em Leão também existe uma busca pela afirmação da individualidade, como houve em Áries, mas agora a experiência individual já garantiu a sua sobrevivência em Touro, já estabeleceu parâmetros de relacionamento em Gêmeos e construiu uma base emocional segura em Câncer; portanto, a necessidade de afirmação se dá a partir de uma noção de segurança que Áries não possuía. E essa afirmação individual pode se manifestar por meio da capacidade de gerar até mesmo novos seres: filhos.
A noção do ego, que surge como potencialidade em Áries, agora se apresenta aqui com uma certeza só sua. A autoimportância, a vaidade e o orgulho também são subprodutos dessa consciência. Leão não se intimida com o brilho dos refletores; ao contrário, ele se considera capacitado e preparado para concentrar as atenções de todos ao seu redor.
Leão rege a criatividade, a expressão pessoal, a noção de que tem brilho próprio e único. Tudo aquilo que se pode criar e produzir está associado à natureza leonina. Filhos, canções, livros ou qualquer outro produto que surja como resultado da própria capacidade criativa têm relação com o signo de Leão.
rege o coração. Seu regente é o Sol, que lhe dá a noção de ser o centro de gravidade do mundo ao seu redor.
VIRGEM
O segundo dos signos de elemento terra traz uma missão mais espinhosa do que seu antecessor. Em Virgem, a natureza busca uma forma de se organizar, de classificar, de sistematizar e de colocar a individualidade a serviço da comunidade. Neste signo, surge o embrião da consciência social, que irá se consolidar na segunda metade do zodíaco, a partir de Libra. O virginiano está sempre em busca do aperfeiçoamento, da melhora, da apuração das suas próprias características.
Isto faz com que seja um signo extremamente inquieto — embora discreto — e com razoável grau de ansiedade. A capacidade de observar os detalhes, de estar em constante questionamento de si próprio e dos outros, de querer sempre melhorar produz uma ansiedade que precisa ser administrada. As rotinas, os hábitos, a análise, a higiene são ocupações corriqueiras dos virginianos. A desordem incomoda-os profundamente. Mesmo que resulte em cansaço físico, o signo de Virgem não deixará que as coisas permaneçam caóticas e se empenhará em arrumar, limpar e organizar o mundo ao seu redor. A manutenção da saúde será sempre uma preocupação virginiana.
A necessidade de se sentir útil e de saber que existe um espaço no qual possa se encaixar e desempenhar o seu papel da melhor forma possível será uma das obsessões virginianas. O trabalho, a relação com os companheiros de rotina profissional, a sistematização dos hábitos e a vontade de fazer sempre melhor acompanharão o signo de Virgem e, mais do que isso, darão sentido à sua existência.
rege os intestinos, principalmente o delgado, que separa, organiza, classifica e distribui para todo o corpo as substâncias úteis à nutrição e à saúde. Seu planeta regente é Mercúrio.
LIBRA
No signo de Virgem encerrou-se a primeira metade do zodíaco, aquela que é chamada o campo da experiência individual. Os seis primeiros signos caracterizam essa parte da consciência. Em Libra, inicia-se o ciclo da experiência social, do relacionamento com o outro e com a comunidade. Se Áries é o signo do eu, Libra é o signo do nós. O libriano não gosta de agir de maneira solitária, mas sim de dividir sua vida com mais alguém. É neste signo que se desenvolve pela primeira vez o sentido do valor social.
Atividades grupais, harmonização e integração, cooperação são palavras que representam a natureza libriana. Por fazer parte da tríade dos signos de elemento ar, Libra também é um signo da comunicação, mas essencialmente comunicação no sentido de relacionamento. Em Libra, o impulso vital procura sua complementação, sua parceria, sua união, suas relações humanas. A estética, a harmonia, as artes de uma forma geral e a música em particular são atributos encontrados na natureza de Libra.
Talvez por buscar sempre ouvir o outro lado, saber o que pensam os outros, os librianos tenham obtido uma fama imerecida de indecisos e inconstantes, mas a busca é sempre a de adaptação ao que se espera dele, ou pelo menos ao que ele pensa que se espera dele. Por isso, detesta brigas e conflitos.
rege os quadris e os rins. Seu planeta regente é Vênus.
ESCORPIÃO
Depois que nos encontramos com o outro, de alguma maneira somos transformados por essa experiência. Por isso, o signo de Escorpião está sempre associado à transformação mais profunda. Sendo o segundo signo de elemento água, as emoções são o seu fio condutor. A intensidade é outra palavra-chave da natureza escorpiana, juntamente com a sexualidade e, por paradoxal que possa parecer, a morte. Tudo isso representa a possibilidade de transformação em algo diferente. O conformismo de Touro, seu oposto zodiacal, aqui desaparece para dar lugar justamente à energia transformadora e revolucionária.
Todo o lado mais instintivo e inconsciente está presente na manifestação de Escorpião. Ele representa o oculto, o não visível, o camuflado. Ao mesmo tempo, pela capacidade de administrar, de controlar e conduzir, os escorpiões podem ser excelentes executivos e gestores. Diz-se que um ambiente nunca mais é o mesmo depois que um nativo de Escorpião entra nele. O que houver de dissimulação, de panos quentes, será denunciado e trazido à tona pela natureza escorpiana.
Sem medo de ferir, se entender que o ferimento produzirá alguma melhora no estado das coisas, os escorpiões podem ser notáveis cirurgiões. Afinal de contas, o que é uma cirurgia, senão uma agressão estudada e controlada, com o intuito de produzir uma melhora, uma transformação?
rege os órgãos sexuais e reprodutores. Seu regente moderno é Plutão e seu regente tradicional, Marte.
SAGITÁRIO
Terceiro signo de elemento fogo na sequência zodiacal, Sagitário traz em si o entusiasmo e a inquietação natural deste elemento. A busca do entendimento do mundo à sua volta, o conhecimento, a sabedoria representam a procura básica da natureza sagitariana. A curiosidade que existe no seu signo oposto, Gêmeos, aqui ganha um propósito maior, no qual não basta a mera informação que será passada adiante. Sagitário precisa estruturar a informação, de modo que ela se transforme em um sistema que faça sentido. Se o geminiano representa a informação rápida e descartável, o sagitariano corporifica um saber mais profundo e duradouro. Se Gêmeos é o jornal, Sagitário é o livro.
A religião, a metafísica, a filosofia são campos altamente sedutores para os sagitarianos. Os rituais, os fundamentos, a prática e os ensinamentos de qualquer crença religiosa serão sempre áreas de grande interesse. Os estudos ligados à especialização de nível superior, aos mestrados, doutorados e todo tipo de aperfeiçoamento do saber também estão associados ao signo de Sagitário. Se Gêmeos era a escolaridade básica, Sagitário é a universidade e a pós-graduação.
Por tudo isso, sagitarianos tendem a ser leitores compulsivos, sempre devorando várias coisas ao mesmo tempo e nem sempre terminando as leituras. Parece que existe um elemento de inquietação muito forte no signo, que lhe traz a sensação de estar relembrando, e não aprendendo.
rege as coxas e os pulmões. Seu planeta regente é Júpiter.
CAPRICÓRNIO
Terceiro signo de elemento terra, Capricórnio representa a culminância da roda zodiacal, o topo do círculo, o oposto da base representada por Câncer, seu antípoda. Neste signo se dá a busca final da inserção na sociedade, o sentido maior da participação e do desempenho perante a comunidade.
O senso de responsabilidade é fortíssimo nos capricornianos, assim como a necessidade de ocupação do seu espaço profissional. Junto com isso, a noção dos limites, das fronteiras, das cercas que delimitam territórios também são características capricornianas.
Ao mesmo tempo, a cautela e a eventual lentidão na conquista dos objetivos são uma característica essencial do signo. A cabra da montanha, o animal que o representa, precisa ser muito cautelosa na sua escalada, para que não haja nenhum tipo de retrocesso no percurso. Para chegar ao topo, é preciso dar cada passo com ponderação e precisão.
O perfeccionismo do capricorniano é diferente daquele do virginiano; aqui existe um senso crítico mais voltado para a observação de si próprio e um grau de exigência em relação ao desempenho que não existe em Virgem. O capricorniano se debruça sobre seus erros, não para evitar repeti-los, mas para se condenar por tê-los cometido. Da mesma forma que o seu oposto Câncer representa a célula familiar, Capricórnio representa a célula social, a realização profissional, o reconhecimento da sociedade pelo seu desempenho.
rege os joelhos, o esqueleto e a pele. Seu planeta regente é Saturno.
AQUÁRIO
Pelo fato de ser um objeto que contém água, muitas vezes o signo de Aquário é associado a esse elemento, mas ele é, na verdade, o último signo de elemento ar do zodíaco. Como os outros signos do mesmo elemento (Gêmeos e Libra), está associado à comunicação, só que de uma forma muito mais intensa e veloz.
Aquário é o signo da velocidade no processamento das informações, das atividades grupais e idealistas, da fraternidade e da amizade. Os aquarianos funcionam muito melhor em grupo do que individualmente. Gostam de estar em situações coletivas, movidos por ideais também coletivos. A rebeldia, o inconformismo, a necessidade de transformação, a excentricidade, a invenção e a inovação estão presentes nos aquarianos.
Se em Leão existe a necessidade do brilho individual, de estar sob a luz dos refletores, em Aquário essa necessidade é exatamente oposta: o aquariano prefere se diluir no grupo e no anonimato a estar no centro das atenções, prefere atuar na coletividade e nas instituições que priorizem o bem-estar coletivo. A criatividade, elemento presente em Leão, também é encontrada em Aquário, só que, em geral, de uma forma mais revolucionária e excêntrica.
rege as pernas e o sistema circulatório. Seu regente moderno é Urano e seu regente tradicional, Saturno.
PEIXES
O último signo do zodíaco caracteriza o final do trajeto da centelha humana pelo círculo astrológico. Signo de elemento água, Peixes simboliza a experiência final, a dissolução da individualidade que buscava se afirmar no primeiro signo, Áries. Depois de percorridas todas as etapas da existência humana, a centelha que se afirmou em Áries está em busca de se dissolver em Peixes.
Sendo de elemento água, sua natureza funciona por meio da sensibilidade, das emoções e dos sentimentos, só que neste caso não são mais sentimentos de natureza individual. O pisciano sofre com os males do mundo, pouco importando se eles estão na sua esquina ou no outro hemisfério. A compaixão, a caridade, a ajuda aos mais necessitados, o trabalho voluntário são ocupações nas quais se sente adequado. Se em Virgem tal senso de utilidade ainda se manifestava na roda da existência individual, em Peixes ele se localiza na vivência experimentada na coletividade.
O contato com o lado místico também é fortíssimo no pisciano. Ele vive na própria pele as sensações da existência de um mundo mais sutil, de uma realidade invisível, de uma ou de várias dimensões da existência que não estão disponíveis para os cinco sentidos por meio dos quais nos relacionamos com o mundo visível. Portanto, o contato com essas realidades invisíveis é muito mais fácil para um pisciano. Por outro lado, a dificuldade de lidar com a realidade objetiva será sempre um fato presente na sua vida. Deve estar constantemente atento para não fugir da realidade concreta.
rege os pés. Seu planeta regente moderno é Netuno e seu regente tradicional, Júpiter.
Waldemar Falcão
quinta-feira, 25 de junho de 2020
Livro lido:
As Outras Pessoas - C. J. Tudor
Gabe Forman está preso em um engarrafamento, atrasado para o jantar em casa com a família, quando o rosto de sua filha, Izzy, de cinco anos, aparece no vidro traseiro do carro à frente e balbucia "papai". Três anos depois, Gabe passa seus dias e noites rodando pela estrada em que viu Izzy pela última vez.
Garçonete em um dos muitos postos de gasolina por onde Gabe passa à procura da filha, Katie é solidária ao "homem magro", apelido que deu a ele. Ela sabe o que é perder alguém. Há nove anos, sua família ficou destruída depois que seu pai foi assassinado.
Fran também vive na estrada com Alice. Mas elas não estão à procura de ninguém; estão fugindo, porque Fran sabe que, se um dia as encontrarem, elas serão mortas.
Todas essas histórias têm algo em comum: pessoas que passaram por acontecimentos terríveis que não conseguem deixar para trás. Elas não vão encontrar a paz no perdão ou no esquecimento. Elas só vão encontrar a paz se fizerem justiça.
Da mesma autora do best-seller O Homem de Giz, um thriller emocionante, cuja narrativa, repleta de ameaça e ação, captura o leitor desde o o início e explora com habilidade a natureza da justiça e a força do luto.
Gabe Forman está preso em um engarrafamento, atrasado para o jantar em casa com a família, quando o rosto de sua filha, Izzy, de cinco anos, aparece no vidro traseiro do carro à frente e balbucia "papai". Três anos depois, Gabe passa seus dias e noites rodando pela estrada em que viu Izzy pela última vez.
Garçonete em um dos muitos postos de gasolina por onde Gabe passa à procura da filha, Katie é solidária ao "homem magro", apelido que deu a ele. Ela sabe o que é perder alguém. Há nove anos, sua família ficou destruída depois que seu pai foi assassinado.
Fran também vive na estrada com Alice. Mas elas não estão à procura de ninguém; estão fugindo, porque Fran sabe que, se um dia as encontrarem, elas serão mortas.
Todas essas histórias têm algo em comum: pessoas que passaram por acontecimentos terríveis que não conseguem deixar para trás. Elas não vão encontrar a paz no perdão ou no esquecimento. Elas só vão encontrar a paz se fizerem justiça.
Da mesma autora do best-seller O Homem de Giz, um thriller emocionante, cuja narrativa, repleta de ameaça e ação, captura o leitor desde o o início e explora com habilidade a natureza da justiça e a força do luto.
Livro lido
As Fadas de Cottingley: A história não contada por Arthur Conan Doyle - Eduardo Caamano
A história contada neste livro, embora pareça surreal, não é uma ficção nem tampouco um conto de fadas. Em 1920, duas primas, Elsie y Frances, de dezesseis e dez anos, respectivamente, surpreenderam o mundo ao revelarem ter conseguido captar imagens de seres encantados enquanto tiravam fotos durante um passeio vespertino no jardim da casa de Elsie em Cottingley, um pequeno vilarejo de Bradford, no norte da Inglaterra. A noticia recebeu grande destaque da imprensa da época e atraiu a atenção de Arthur Conan Doyle, o criador do famosíssimo detetive Sherlock Holmes e ardente defensor da doutrina espírita e do sobrenatural. Fascinado com as imagens captadas pelas meninas, Doyle não só as tomou como verdadeiras como também deu início a uma verdadeira campanha para legitimá-las entre a opinião pública, recopilando testemunhos de pessoas que haviam vivido experiências similares e submetendo o material para análise nos laboratórios fotográficos mais prestigiosos de Londres, entre eles a famossísima multinacional Kodak. O caso acabou dividindo a sociedade britânica e foi motivo de polêmica por mais de meio século.
Escrito em estilo fluído e de prazerosa leitura, Eduardo Caamaño oferece com esta obra uma breve biografia de Arthur Conan Doyle relatando a sua conversão ao espiritismo, e faz uma reconstrução detalhada do episódio das fadas de Cottingley, além de elaborar uma interessante análise de toda a polêmica criada na época, ajudando o leitor a compreender o seu contexto histórico e as circunstâncias que levaram a um dos autores literários mais importantes da história contemporânea a investir anos de sua carreira em um profundo estudo dedicado a um estranho acontecimento que, segundo suas próprias palavras «poderia constituir um marco fundamental na história da humanidade».
A história contada neste livro, embora pareça surreal, não é uma ficção nem tampouco um conto de fadas. Em 1920, duas primas, Elsie y Frances, de dezesseis e dez anos, respectivamente, surpreenderam o mundo ao revelarem ter conseguido captar imagens de seres encantados enquanto tiravam fotos durante um passeio vespertino no jardim da casa de Elsie em Cottingley, um pequeno vilarejo de Bradford, no norte da Inglaterra. A noticia recebeu grande destaque da imprensa da época e atraiu a atenção de Arthur Conan Doyle, o criador do famosíssimo detetive Sherlock Holmes e ardente defensor da doutrina espírita e do sobrenatural. Fascinado com as imagens captadas pelas meninas, Doyle não só as tomou como verdadeiras como também deu início a uma verdadeira campanha para legitimá-las entre a opinião pública, recopilando testemunhos de pessoas que haviam vivido experiências similares e submetendo o material para análise nos laboratórios fotográficos mais prestigiosos de Londres, entre eles a famossísima multinacional Kodak. O caso acabou dividindo a sociedade britânica e foi motivo de polêmica por mais de meio século.
Escrito em estilo fluído e de prazerosa leitura, Eduardo Caamaño oferece com esta obra uma breve biografia de Arthur Conan Doyle relatando a sua conversão ao espiritismo, e faz uma reconstrução detalhada do episódio das fadas de Cottingley, além de elaborar uma interessante análise de toda a polêmica criada na época, ajudando o leitor a compreender o seu contexto histórico e as circunstâncias que levaram a um dos autores literários mais importantes da história contemporânea a investir anos de sua carreira em um profundo estudo dedicado a um estranho acontecimento que, segundo suas próprias palavras «poderia constituir um marco fundamental na história da humanidade».
sábado, 13 de junho de 2020
20 regras para não se humilhar
1
Não se diminua para caber no universo de alguém. O amor é para somar, nunca para diminuir.
2
É possível viver uma história de amor sozinho. Você se apaixona, ama e luta sozinho. Até que um dia percebe que, na verdade, sempre esteve sozinho nessa relação e que, em vez de dividir esse amor com alguém que não te ama, você deveria apenas SE amar. É bem melhor.
3
Nada em excesso faz bem. Ciúmes, desconfiança, obsessão e até amor demais... Muitas vezes as pessoas usam o amor como arma para machucar. E o amor deveria ser abrigo.
4
Aprenda a amar cada versão de si, sem o peso de querer ser quem você já foi ou a ânsia por ser alguém que você ainda não é.
5
Pessoas vêm, pessoas vão. Quem fica é você, só você. Fica também tudo que você aprendeu com as pessoas que passaram pela sua vida.
6
Um coração partido pode servir para duas coisas: ou você pega um caco dele, se machuca inteiro e machuca as próximas pessoas que passarão pela sua vida, ou você aprende a se reconstruir, a se reinventar, a colar pedaço por pedaço de si mesmo para ter um coração mais forte e mais bonito. Qual desses caminhos você prefere seguir?
7
O amor não oprime, não humilha, não cobra, não corta suas asas. O amor te quer sempre livre, voando cada vez mais alto.
8
Sempre tem aquela decisão que a gente fica Putz, eu devia ter feito diferente. Devia. Mas você precisava desse aprendizado para evoluir. Era necessário.
9
Se afaste de quem diz que te ama só da boca para fora. Se afaste de quem quer viver um grande amor, mas não se sente preparado, de quem te quer sempre como refém, preso a possibilidades que nunca se concretizam.
10
A opinião dos outros não muda quem você é. Não ligue para o que as pessoas acham, falam ou supõem sobre você. Os acontecimentos têm a importância que damos a eles, por isso, opte por não dar importância alguma.
11
Se engana quem acha que as maiores decepções da vida são as amorosas. Não tem nada pior do que confiar em um amigo, contar seus sonhos, seus medos, dividir um pouco da sua vida, para no final ver tudo isso que você disse de peito aberto ser usado contra você para te ferir.
12
Pode largar aquilo que te machuca, vamos... Larga! A dor de tirar os espinhos que ficaram nunca será maior do que a dor de se agarrar ao que te machuca.
13
Não abandone seus amigos por causa de um relacionamento. Que tipo de amor é esse que pede para você se afastar do que te faz feliz?
14
O que as pessoas enxergam nos outros é o reflexo do que elas têm dentro de si. As pessoas são apenas seu espelho.
15
Você deveria se sentir feliz por ver as pessoas de quem já gostou seguindo em frente. Todos merecem seguir em frente. Inclusive você.
16
Aceitar que somos humanos e que erramos o tempo todo é libertador. Não se martirize por errar, mas se parabenize por continuar tentando até acertar. Vai, você consegue.
17
Quem ama quer enxugar suas lágrimas, quer achar uma solução para o que te deixa triste, quer tirar toda a dor do seu coração. Se a pessoa não faz isso, tenho más notícias: talvez ela não te ame tanto como diz.
18
Aceite seus sentimentos. Se permita sentir o que quer que esteja aí dentro... amor, raiva, tristeza. Deixe fluir, somos humanos, nós sentimos, é normal! O que não é normal é querer guardar os sentimentos e achar que isso não vai te prejudicar um dia.
19
Nunca apague seu brilho para que o outro brilhe mais do que você. Em um céu estrelado, todas as estrelas têm sua vez de brilhar.
20
Sabe por que a gente sempre encontra alguém melhor? Porque nós seremos melhores do que antes.
Retirado do livro: não se umilha não - Isabela Freitas
Não se diminua para caber no universo de alguém. O amor é para somar, nunca para diminuir.
2
É possível viver uma história de amor sozinho. Você se apaixona, ama e luta sozinho. Até que um dia percebe que, na verdade, sempre esteve sozinho nessa relação e que, em vez de dividir esse amor com alguém que não te ama, você deveria apenas SE amar. É bem melhor.
3
Nada em excesso faz bem. Ciúmes, desconfiança, obsessão e até amor demais... Muitas vezes as pessoas usam o amor como arma para machucar. E o amor deveria ser abrigo.
4
Aprenda a amar cada versão de si, sem o peso de querer ser quem você já foi ou a ânsia por ser alguém que você ainda não é.
5
Pessoas vêm, pessoas vão. Quem fica é você, só você. Fica também tudo que você aprendeu com as pessoas que passaram pela sua vida.
6
Um coração partido pode servir para duas coisas: ou você pega um caco dele, se machuca inteiro e machuca as próximas pessoas que passarão pela sua vida, ou você aprende a se reconstruir, a se reinventar, a colar pedaço por pedaço de si mesmo para ter um coração mais forte e mais bonito. Qual desses caminhos você prefere seguir?
7
O amor não oprime, não humilha, não cobra, não corta suas asas. O amor te quer sempre livre, voando cada vez mais alto.
8
Sempre tem aquela decisão que a gente fica Putz, eu devia ter feito diferente. Devia. Mas você precisava desse aprendizado para evoluir. Era necessário.
9
Se afaste de quem diz que te ama só da boca para fora. Se afaste de quem quer viver um grande amor, mas não se sente preparado, de quem te quer sempre como refém, preso a possibilidades que nunca se concretizam.
10
A opinião dos outros não muda quem você é. Não ligue para o que as pessoas acham, falam ou supõem sobre você. Os acontecimentos têm a importância que damos a eles, por isso, opte por não dar importância alguma.
11
Se engana quem acha que as maiores decepções da vida são as amorosas. Não tem nada pior do que confiar em um amigo, contar seus sonhos, seus medos, dividir um pouco da sua vida, para no final ver tudo isso que você disse de peito aberto ser usado contra você para te ferir.
12
Pode largar aquilo que te machuca, vamos... Larga! A dor de tirar os espinhos que ficaram nunca será maior do que a dor de se agarrar ao que te machuca.
13
Não abandone seus amigos por causa de um relacionamento. Que tipo de amor é esse que pede para você se afastar do que te faz feliz?
14
O que as pessoas enxergam nos outros é o reflexo do que elas têm dentro de si. As pessoas são apenas seu espelho.
15
Você deveria se sentir feliz por ver as pessoas de quem já gostou seguindo em frente. Todos merecem seguir em frente. Inclusive você.
16
Aceitar que somos humanos e que erramos o tempo todo é libertador. Não se martirize por errar, mas se parabenize por continuar tentando até acertar. Vai, você consegue.
17
Quem ama quer enxugar suas lágrimas, quer achar uma solução para o que te deixa triste, quer tirar toda a dor do seu coração. Se a pessoa não faz isso, tenho más notícias: talvez ela não te ame tanto como diz.
18
Aceite seus sentimentos. Se permita sentir o que quer que esteja aí dentro... amor, raiva, tristeza. Deixe fluir, somos humanos, nós sentimos, é normal! O que não é normal é querer guardar os sentimentos e achar que isso não vai te prejudicar um dia.
19
Nunca apague seu brilho para que o outro brilhe mais do que você. Em um céu estrelado, todas as estrelas têm sua vez de brilhar.
20
Sabe por que a gente sempre encontra alguém melhor? Porque nós seremos melhores do que antes.
Retirado do livro: não se umilha não - Isabela Freitas
sexta-feira, 12 de junho de 2020
15 fatos curiosos sobre o mundo da literatura e da produção de livros, Veja só:
1. A Índia é o país que mais lê no mundo, registrando uma média de 10 horas semanais para cada leitor.
2. O primeiro livro feito em uma máquina de escrever é do autor Mark Twain, o Adventures of Tom Sawyer.
3. Já o primeiro livro registrado como "best-seller foi o Fools of Nature, da escritora Alice Brown.
4. O recorde de pessoas que conseguiram equilibrar um maior número de livros na própria cabeça, ao mesmo tempo e em um mesmo lugar, foi 998 indivíduos, em Sydney, na Austrália, em 2012.
5. O livro mais caro do mundo, hoje, custa 153 milhões de euros, com apenas 13 páginas de conteúdo.
6. "Bibliosmia é o nome dado ao prazer em que as pessoas sentem ao cheirar livros antigos.
7. A frase mais longa impressa em um livro vem da obra Os Miseráveis, de Victor Hugo, com 823 palavras.
8. Os três livros mais lidos no mundo são: a Bíblia, O Livro Vermelho, de Mao Tsé-Tung, e Harry Potter.
9. Ler pode ajudar a prevenir doenças como o Alzheimer.
10. Um estudo mostra que crianças e adolescente entre 10 e 16 anos que leem por prazer vão melhor na escola.
11. Segundo a UNESCO, Agatha Christie é considerada a escritora mais traduzida mundialmente.
12. Paulo Coelho é o autor brasileiro que mais vendeu livros no mundo. Cerca de 70 milhões de exemplares.
13. J.K. Rowling, autora de Harry Potter, escreveu todos os livros da saga à mão.
14. Alice no País das Maravilhas chegou a ser proibido de ser vendido na China por ter como personagens animais que falavam.
15. Franz Kafka não queria que seus livros O Castelo, O Processo e Amerika fossem lançados. Antes de morrer, ele havia pedido que seu amigo queimasse os manuscritos. (Ainda bem que isso não aconteceu!)
2. O primeiro livro feito em uma máquina de escrever é do autor Mark Twain, o Adventures of Tom Sawyer.
3. Já o primeiro livro registrado como "best-seller foi o Fools of Nature, da escritora Alice Brown.
4. O recorde de pessoas que conseguiram equilibrar um maior número de livros na própria cabeça, ao mesmo tempo e em um mesmo lugar, foi 998 indivíduos, em Sydney, na Austrália, em 2012.
5. O livro mais caro do mundo, hoje, custa 153 milhões de euros, com apenas 13 páginas de conteúdo.
6. "Bibliosmia é o nome dado ao prazer em que as pessoas sentem ao cheirar livros antigos.
7. A frase mais longa impressa em um livro vem da obra Os Miseráveis, de Victor Hugo, com 823 palavras.
8. Os três livros mais lidos no mundo são: a Bíblia, O Livro Vermelho, de Mao Tsé-Tung, e Harry Potter.
9. Ler pode ajudar a prevenir doenças como o Alzheimer.
10. Um estudo mostra que crianças e adolescente entre 10 e 16 anos que leem por prazer vão melhor na escola.
11. Segundo a UNESCO, Agatha Christie é considerada a escritora mais traduzida mundialmente.
12. Paulo Coelho é o autor brasileiro que mais vendeu livros no mundo. Cerca de 70 milhões de exemplares.
13. J.K. Rowling, autora de Harry Potter, escreveu todos os livros da saga à mão.
14. Alice no País das Maravilhas chegou a ser proibido de ser vendido na China por ter como personagens animais que falavam.
15. Franz Kafka não queria que seus livros O Castelo, O Processo e Amerika fossem lançados. Antes de morrer, ele havia pedido que seu amigo queimasse os manuscritos. (Ainda bem que isso não aconteceu!)
quarta-feira, 10 de junho de 2020
ISSO É ÓTIMOOOOOOOOOOOO!
PULSEIRA VISION
Pulseiras criadas em SC ajudam deficientes visuais
Segundo dados do IBGE, mais de 180 mil pessoas no Estado têm grande dificuldade ou não conseguem enxergar
Para ajudar cegos ou pessoas com dificuldades de visão, três jovens de Blumenau desenvolveram a Pulseira Vision, que serve para informar o nome de lojas
ou outros estabelecimentos nas proximidades. Assim, não será preciso abordar pessoas e perguntar. A ideia foi aprovada na última edição do Programa Nascer,
promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com o Sebrae/SC. Anderson Cordeiro de Souza conta que a
equipe usou o contexto catarinense para desenhar a solução.
Segundo dados do IBGE, mais de 180 mil pessoas no Estado têm grande dificuldade ou não conseguem enxergar. Cada comércio que quiser se tornar mais acessível,
deverá ter um dispositivo chamado BlindBox, que emite um sinal contendo as informações do local. Quando o usuário passar pela frente, sentirá uma vibração
e poderá escolher se aceita ou não saber qual é o estabelecimento.
E aí, vamos aderir?
06/06/2020 - 08h00
Por Fabrício Vitorino
Pulseiras criadas em SC ajudam deficientes visuais
Segundo dados do IBGE, mais de 180 mil pessoas no Estado têm grande dificuldade ou não conseguem enxergar
Para ajudar cegos ou pessoas com dificuldades de visão, três jovens de Blumenau desenvolveram a Pulseira Vision, que serve para informar o nome de lojas
ou outros estabelecimentos nas proximidades. Assim, não será preciso abordar pessoas e perguntar. A ideia foi aprovada na última edição do Programa Nascer,
promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com o Sebrae/SC. Anderson Cordeiro de Souza conta que a
equipe usou o contexto catarinense para desenhar a solução.
Segundo dados do IBGE, mais de 180 mil pessoas no Estado têm grande dificuldade ou não conseguem enxergar. Cada comércio que quiser se tornar mais acessível,
deverá ter um dispositivo chamado BlindBox, que emite um sinal contendo as informações do local. Quando o usuário passar pela frente, sentirá uma vibração
e poderá escolher se aceita ou não saber qual é o estabelecimento.
E aí, vamos aderir?
06/06/2020 - 08h00
Por Fabrício Vitorino
terça-feira, 9 de junho de 2020
Livro lido
Escola noturna - C. J. Daugherty
O mundo de Allie está desmoronando. Sua família está destroçada, ela foi expulsa de várias escolas por mau comportamento e acabou de ser presa. De novo. Quando os pais a mandam para um colégio interno longe de casa e de seus amigos, Allie espera encontrar um presídio. Apesar das regras rígidas, que incluem proibição de celular e laptop, ela descobre que a Academia Cimmeria é um lugar bastante peculiar. Os alunos são ricos e talentosos - diferentemente dela - e um grupo de elite participa de uma organização secreta: a Escola Noturna. Logo ela faz algumas amizades e se vê envolvida entre o atencioso Sylvain e o misterioso Carter. Mas Allie não demora muito a perceber que a Cimmeria é um lugar cheio de segredos e mentiras que envolvem não só seus colegas, mas também alguns professores. E, quando uma aluna é encontrada morta, ela precisa descobrir em quem confiar se quiser desvendar o que está acontecendo.
O mundo de Allie está desmoronando. Sua família está destroçada, ela foi expulsa de várias escolas por mau comportamento e acabou de ser presa. De novo. Quando os pais a mandam para um colégio interno longe de casa e de seus amigos, Allie espera encontrar um presídio. Apesar das regras rígidas, que incluem proibição de celular e laptop, ela descobre que a Academia Cimmeria é um lugar bastante peculiar. Os alunos são ricos e talentosos - diferentemente dela - e um grupo de elite participa de uma organização secreta: a Escola Noturna. Logo ela faz algumas amizades e se vê envolvida entre o atencioso Sylvain e o misterioso Carter. Mas Allie não demora muito a perceber que a Cimmeria é um lugar cheio de segredos e mentiras que envolvem não só seus colegas, mas também alguns professores. E, quando uma aluna é encontrada morta, ela precisa descobrir em quem confiar se quiser desvendar o que está acontecendo.
Livro lido
A Costela de Adão - Antonio Manzini
Uma mulher de meia-idade é encontrada morta na casa onde mora com seu marido, ambos pessoas bem consideradas na comunidade. Seu corpo está numa sala escura, pendurada num lustre com uma corda amarrada ao pescoço. Em torno desta cena macabra há uma imensa desordem que evidencia um latrocínio. O subchefe de polícia Rocco Schiavone é chamado de volta à ação, dando início a uma história cheia de surpresas, na qual também se desvendam alguns dos mistérios que cercam a vida do próprio Schiavone...
Uma mulher de meia-idade é encontrada morta na casa onde mora com seu marido, ambos pessoas bem consideradas na comunidade. Seu corpo está numa sala escura, pendurada num lustre com uma corda amarrada ao pescoço. Em torno desta cena macabra há uma imensa desordem que evidencia um latrocínio. O subchefe de polícia Rocco Schiavone é chamado de volta à ação, dando início a uma história cheia de surpresas, na qual também se desvendam alguns dos mistérios que cercam a vida do próprio Schiavone...
domingo, 24 de maio de 2020
Livros lidos
Trilogia Chronos
Livro 1: Viajantes do Tempo - Rysa Walker
Na vida, tudo tem uma ordem certa para acontecer: os sapatos devem ser colocados depois das meias, a geléia deve ser passada no pão depois da
manteiga,
netos nascem depois dos avós.
Kate Pierce-Keller nunca havia dado atenção a este último item, até sua avó surgir com revelações e um objeto que podem colocar sua existência em risco.
CONSPIRAÇÕES, A CHAVE PARA A ETERNIDADE E UM ASSASSINO EM SÉRIE.
Os eventos da premiada Trilogia Chronos se iniciam quando Kate descobre que sua avó é uma historiadora viajante do tempo
nascida alguns séculos à frente, mas presa ao presente por conta de um
acidente.
e possui um artefato, um medalhão azul reluzente, que permite realizar saltos temporais para qualquer época e local.
Tudo parece um absurdo no início, mas uma leve interferência na linha temporal faz com que os pais de Kate sumam do mapa e ela seja a próxima da lista.
Arriscando sua vida, ela aceita a missão de tentar voltar no tempo para evitar um homicídio que é a chave de tudo e colocar as coisas no seu devido lugar.
Mas se ela for bem sucedida, a interferência também terá um custo pessoal.
Neste primeiro volume, o leitor é transportado para a Exposição Universal de 1893, em Chicago, quando a Roda Gigante foi apresentada pela primeira vez e o serial killer H. H. Holmes dirigia um hotel construído especialmente para receber os visitantes da feira (e sumir com seus corpos).
Em meio a tantos fatos históricos e curiosos, Kate precisa agir pontualmente para não estragar nada, e ainda impedir a ascensão de um culto religioso bastante poderoso que ameaça afetar o universo como o conhecemos.
A viagem no tempo sempre fascinou o ser humano e foi tema de obras que marcaram época como o clássico A Máquina do Tempo, de H. G. Wells, O Fim da Eternidade, de Isaac Asimov, o filme mais querido da década de oitenta, De Volta para o Futuro, e o cult que impressionou uma geração, Donnie Darko.
Todo mundo já quis mudar alguma coisa do seu passado, mas é difícil calcular o impacto disso no presente.
Além do mais, quem decide que essa mudança pode ser feita?
Livro 2: Limites do Tempo - Rysa Walker
Em Chronos: Viajantes do Tempo, primeiro livro da premiada trilogia de Rysa Walker, acompanhamos a história de Kate Pierce-Keller, que não só descobriu que possui um gene que a permite viajar no tempo, como também saltou para o século XIX para impedir um homicídio e ajustar a linha temporal que desmanchou sua família.
Agora, em CHRONOS: LIMITES DO TEMPO, Kate está frente a frente com uma conspiração envolvendo os ciristas, um culto religioso que ameaça afetar o universo como o conhecemos ao fazer mudanças nas linhas temporais para aumentar sua rede de poder.
Para impedi-los de alterar a realidade de maneira irreversível, ela foi incumbida de coletar todas as chaves CHRONOS através do tempo antes que elas parem nas mãos erradas.
Tudo precisa ser detalhadamente planejado e nada pode dar errado:
um movimento em falso e os ciristas descobrem seu plano, comprometendo o futuro de milhões de inocentes.
Conforme Kate revela as camadas da mente doentia de seu avô, uma das principais figuras envolvidas na ascensão do culto, e as memórias aterrorizantes de quando foi perseguida pelo serial killer H.H. Holmes a atormentam, sua missão fica cada vez mais complexa.
Os aliados são poucos, e qualquer um pode ser um espião.
Em CHRONOS: LIMITES DO TEMPO, Rysa Walker faz o leitor presenciar momentos críticos e marcantes da história norte-americana: o assassinato do presidente John F. Kennedy, em 1963; a Boston de 1905, onde o escapista Harry Houdini apresentava seus truques; e o interior do estado da Georgia, em 1938, onde as leis de segregação racial ainda eram uma triste realidade.
Nesta sequência de tirar o fôlego, Rysa Walker apresenta um jogo de ações e consequências em que limites são testados literalmente o tempo
todo.
Livro 3: Fragmentos do Tempo - Rysa Walker
Desde que Kate descobriu que possui um gene de viajante do tempo, sua vida nunca mais foi a mesma.
Após saltar para o século XIX para impedir um homicídio e ajustar a linha temporal que desmanchou sua família, ela se viu diante de uma conspiração perigosíssima comandada por ninguém menos que seu avô.
E virou peça-chave para salvar as vidas de milhões de inocentes.
Depois de muitas reviravoltas, descobertas e traições, chegou a hora de colocar um fim no perigoso culto religioso dos
ciristas.
e, principalmente, no Abate.
Cada salto para o passado ou futuro pode desencadear uma nova linha do tempo e colocar o plano da Resistência em perigo.
Quando tudo fica mais intenso e Kate começa a questionar a lealdade de quem está ao seu lado, atitudes drásticas são necessárias, incluindo arriscar a sua própria vida.
Os leitores apaixonados por boas histórias embarcaram em uma viagem no tempo com a DarkSide® Books e agora terão memórias preciosas para guardar por toda a eternidade.
Chronos: Fragmentos do Tempo marca o fim dessa jornada emocionante, que deixou muita gente acordada até tarde
lendo.
e desejando ter uma chave chronos para voltar no tempo e recuperar as horas de sono.
No último livro de sua premiada trilogia, Rysa Walker mais uma vez exibe suas habilidades como escritora em uma trama intrincada, cheia de idas e vindas, e muitas pistas.
Neste livro, a sensação de urgência é ainda mais presente, e lutar contra o tempo é uma expressão que fica mais literal do que nunca.
Perspicaz e determinada, Kate utiliza mais ainda do jogo de cintura que conhecemos nos dois primeiros livros da série: Chronos: Viajantes do Tempo e Chronos: Limites do Tempo.
Sua confiança é admirável, mesmo quando ela não sabe muito bem para onde está indo ou como agir; há uma tarefa que precisa ser feita, custe o que custar, e o cuidado precisa ser extremo: um movimento em falso e tudo pode se arruinar.
Chronos: Fragmentos do Tempo é o final arrebatador de uma trilogia que encantou os leitores fascinados pela possibilidade de espiar o passado e descortinar o futuro.
Livro 1: Viajantes do Tempo - Rysa Walker
Na vida, tudo tem uma ordem certa para acontecer: os sapatos devem ser colocados depois das meias, a geléia deve ser passada no pão depois da
manteiga,
netos nascem depois dos avós.
Kate Pierce-Keller nunca havia dado atenção a este último item, até sua avó surgir com revelações e um objeto que podem colocar sua existência em risco.
CONSPIRAÇÕES, A CHAVE PARA A ETERNIDADE E UM ASSASSINO EM SÉRIE.
Os eventos da premiada Trilogia Chronos se iniciam quando Kate descobre que sua avó é uma historiadora viajante do tempo
nascida alguns séculos à frente, mas presa ao presente por conta de um
acidente.
e possui um artefato, um medalhão azul reluzente, que permite realizar saltos temporais para qualquer época e local.
Tudo parece um absurdo no início, mas uma leve interferência na linha temporal faz com que os pais de Kate sumam do mapa e ela seja a próxima da lista.
Arriscando sua vida, ela aceita a missão de tentar voltar no tempo para evitar um homicídio que é a chave de tudo e colocar as coisas no seu devido lugar.
Mas se ela for bem sucedida, a interferência também terá um custo pessoal.
Neste primeiro volume, o leitor é transportado para a Exposição Universal de 1893, em Chicago, quando a Roda Gigante foi apresentada pela primeira vez e o serial killer H. H. Holmes dirigia um hotel construído especialmente para receber os visitantes da feira (e sumir com seus corpos).
Em meio a tantos fatos históricos e curiosos, Kate precisa agir pontualmente para não estragar nada, e ainda impedir a ascensão de um culto religioso bastante poderoso que ameaça afetar o universo como o conhecemos.
A viagem no tempo sempre fascinou o ser humano e foi tema de obras que marcaram época como o clássico A Máquina do Tempo, de H. G. Wells, O Fim da Eternidade, de Isaac Asimov, o filme mais querido da década de oitenta, De Volta para o Futuro, e o cult que impressionou uma geração, Donnie Darko.
Todo mundo já quis mudar alguma coisa do seu passado, mas é difícil calcular o impacto disso no presente.
Além do mais, quem decide que essa mudança pode ser feita?
Livro 2: Limites do Tempo - Rysa Walker
Em Chronos: Viajantes do Tempo, primeiro livro da premiada trilogia de Rysa Walker, acompanhamos a história de Kate Pierce-Keller, que não só descobriu que possui um gene que a permite viajar no tempo, como também saltou para o século XIX para impedir um homicídio e ajustar a linha temporal que desmanchou sua família.
Agora, em CHRONOS: LIMITES DO TEMPO, Kate está frente a frente com uma conspiração envolvendo os ciristas, um culto religioso que ameaça afetar o universo como o conhecemos ao fazer mudanças nas linhas temporais para aumentar sua rede de poder.
Para impedi-los de alterar a realidade de maneira irreversível, ela foi incumbida de coletar todas as chaves CHRONOS através do tempo antes que elas parem nas mãos erradas.
Tudo precisa ser detalhadamente planejado e nada pode dar errado:
um movimento em falso e os ciristas descobrem seu plano, comprometendo o futuro de milhões de inocentes.
Conforme Kate revela as camadas da mente doentia de seu avô, uma das principais figuras envolvidas na ascensão do culto, e as memórias aterrorizantes de quando foi perseguida pelo serial killer H.H. Holmes a atormentam, sua missão fica cada vez mais complexa.
Os aliados são poucos, e qualquer um pode ser um espião.
Em CHRONOS: LIMITES DO TEMPO, Rysa Walker faz o leitor presenciar momentos críticos e marcantes da história norte-americana: o assassinato do presidente John F. Kennedy, em 1963; a Boston de 1905, onde o escapista Harry Houdini apresentava seus truques; e o interior do estado da Georgia, em 1938, onde as leis de segregação racial ainda eram uma triste realidade.
Nesta sequência de tirar o fôlego, Rysa Walker apresenta um jogo de ações e consequências em que limites são testados literalmente o tempo
todo.
Livro 3: Fragmentos do Tempo - Rysa Walker
Desde que Kate descobriu que possui um gene de viajante do tempo, sua vida nunca mais foi a mesma.
Após saltar para o século XIX para impedir um homicídio e ajustar a linha temporal que desmanchou sua família, ela se viu diante de uma conspiração perigosíssima comandada por ninguém menos que seu avô.
E virou peça-chave para salvar as vidas de milhões de inocentes.
Depois de muitas reviravoltas, descobertas e traições, chegou a hora de colocar um fim no perigoso culto religioso dos
ciristas.
e, principalmente, no Abate.
Cada salto para o passado ou futuro pode desencadear uma nova linha do tempo e colocar o plano da Resistência em perigo.
Quando tudo fica mais intenso e Kate começa a questionar a lealdade de quem está ao seu lado, atitudes drásticas são necessárias, incluindo arriscar a sua própria vida.
Os leitores apaixonados por boas histórias embarcaram em uma viagem no tempo com a DarkSide® Books e agora terão memórias preciosas para guardar por toda a eternidade.
Chronos: Fragmentos do Tempo marca o fim dessa jornada emocionante, que deixou muita gente acordada até tarde
lendo.
e desejando ter uma chave chronos para voltar no tempo e recuperar as horas de sono.
No último livro de sua premiada trilogia, Rysa Walker mais uma vez exibe suas habilidades como escritora em uma trama intrincada, cheia de idas e vindas, e muitas pistas.
Neste livro, a sensação de urgência é ainda mais presente, e lutar contra o tempo é uma expressão que fica mais literal do que nunca.
Perspicaz e determinada, Kate utiliza mais ainda do jogo de cintura que conhecemos nos dois primeiros livros da série: Chronos: Viajantes do Tempo e Chronos: Limites do Tempo.
Sua confiança é admirável, mesmo quando ela não sabe muito bem para onde está indo ou como agir; há uma tarefa que precisa ser feita, custe o que custar, e o cuidado precisa ser extremo: um movimento em falso e tudo pode se arruinar.
Chronos: Fragmentos do Tempo é o final arrebatador de uma trilogia que encantou os leitores fascinados pela possibilidade de espiar o passado e descortinar o futuro.
terça-feira, 19 de maio de 2020
Livros lidos
O Clã das Freiras Assassinas 1 - Perdão mortal - Robin LaFevers
Por que ser uma ovelha, quando você pode ser o lobo? Ismae Rienne, dezessete anos, escapa da brutalidade de um casamento arranjado no santuário do convento de São Mortain, onde as irmãs ainda servem deuses antigos. Lá ela aprende que o deus da Morte abençoou-a com perigosos dons e um violento destino. Se ela optar por ficar no convento, será treinada como uma assassina e servirá a Morte. Para reclamar sua nova vida, deve destruir a vida de outros. A mais importante atribuição de Ismae leva-a direto para o tribunal superior da Bretanha—onde se encontra terrivelmente sob preparada não só para os jogos mortais de intriga e traição, mas pelas impossíveis escolhas que deve fazer. Como entregar a vingança da Morte em cima de um alvo que, contra sua vontade, roubou seu coração?
O Clã das Freiras Assassinas 2 - Divina vingança - Robin LaFevers
Sybella nunca soube ao certo o que era amor. Não sem segundas intenções. Desde sua infância, ela teve de confiar em si mesma para conseguir sobreviver. Ao chegar no convento de Saint Mortain, Sybella recebe o refúgio de que tanto precisava, porém isso terá o seu preço. As irmãs, que servem ao deus da Morte, percebem que a garota tem atributos e que ela pode se tornar uma arma poderosa. Ela vive durante três anos no convento e é treinada para enfrentar quem
quer que seja. Sybella já não é mais uma garotinha inocente, e sabe disso. Agora é uma mulher madura e totalmente preparada, uma assassina experiente, que mata a quem merece e o faz por gosto e sem piedade. Nunca se arrepende de suas decisões. Pelo contrário, ela sabe onde se encontram seus pontos fortes e como usá-los para cumprir sua missão. Porém, ela é enviada de volta para o lugar onde passou sua infância, para espionar seu pai, o cruel D'Albret. Ela começa a se lembrar de coisas horríveis que aconteceram enquanto estava sob o domínio dele e decide compartilhar com Fera, quem, fora do convento, torna-se seu companheiro. Juntos eles redescobrem a confiança e o amor. Assim, Sybella caminha por uma teia complexa de vingança e ódio, em busca de seus traidores, que levam a marca do deus da Morte.
O Clã das Freiras Assassinas 3 - Amor letal - Robin LaFevers
Annith passou sua vida no convento de Saint Mortain aguardando ser enviada em missão, para lutar em nome do Deus da Morte. Por medo de ser punida ou rejeitada, durante seus anos de reclusão ela tentou ser sempre bondosa e obediente. Cobrava-se para ser a melhor, porém, em seu coração pairava a incerteza sobre seus dons e seu real valor como serva da Morte.Suas habilidades com arco e flecha e como lutadora sempre superaram a de todas as outras. Então, por que nunca a escolheram? Eis que Annith chega à conclusão de que existe algo errado no convento: a abadessa.
Ao perceber isso, Annith decide ser dona de seu próprio destino e, num momento de extrema rebeldia, resolve fugir – ainda que isso signifique desafiar Mortain. Incerta e com medo sobre qual caminho seguir, ela aceita a ajuda de Baltazaar, uma das almas condenadas pelas irmãs do convento. Mesmo assim, Annith decide seguir seu caminho ao lado dele. No entanto, essa escolha pode ameaçar sua vida e seu grande amor.
Ambientado da França medieval, O clã das freiras assassinas é uma trilogia de mulheres fortes em busca de seu próprio destino.
Por que ser uma ovelha, quando você pode ser o lobo? Ismae Rienne, dezessete anos, escapa da brutalidade de um casamento arranjado no santuário do convento de São Mortain, onde as irmãs ainda servem deuses antigos. Lá ela aprende que o deus da Morte abençoou-a com perigosos dons e um violento destino. Se ela optar por ficar no convento, será treinada como uma assassina e servirá a Morte. Para reclamar sua nova vida, deve destruir a vida de outros. A mais importante atribuição de Ismae leva-a direto para o tribunal superior da Bretanha—onde se encontra terrivelmente sob preparada não só para os jogos mortais de intriga e traição, mas pelas impossíveis escolhas que deve fazer. Como entregar a vingança da Morte em cima de um alvo que, contra sua vontade, roubou seu coração?
O Clã das Freiras Assassinas 2 - Divina vingança - Robin LaFevers
Sybella nunca soube ao certo o que era amor. Não sem segundas intenções. Desde sua infância, ela teve de confiar em si mesma para conseguir sobreviver. Ao chegar no convento de Saint Mortain, Sybella recebe o refúgio de que tanto precisava, porém isso terá o seu preço. As irmãs, que servem ao deus da Morte, percebem que a garota tem atributos e que ela pode se tornar uma arma poderosa. Ela vive durante três anos no convento e é treinada para enfrentar quem
quer que seja. Sybella já não é mais uma garotinha inocente, e sabe disso. Agora é uma mulher madura e totalmente preparada, uma assassina experiente, que mata a quem merece e o faz por gosto e sem piedade. Nunca se arrepende de suas decisões. Pelo contrário, ela sabe onde se encontram seus pontos fortes e como usá-los para cumprir sua missão. Porém, ela é enviada de volta para o lugar onde passou sua infância, para espionar seu pai, o cruel D'Albret. Ela começa a se lembrar de coisas horríveis que aconteceram enquanto estava sob o domínio dele e decide compartilhar com Fera, quem, fora do convento, torna-se seu companheiro. Juntos eles redescobrem a confiança e o amor. Assim, Sybella caminha por uma teia complexa de vingança e ódio, em busca de seus traidores, que levam a marca do deus da Morte.
O Clã das Freiras Assassinas 3 - Amor letal - Robin LaFevers
Annith passou sua vida no convento de Saint Mortain aguardando ser enviada em missão, para lutar em nome do Deus da Morte. Por medo de ser punida ou rejeitada, durante seus anos de reclusão ela tentou ser sempre bondosa e obediente. Cobrava-se para ser a melhor, porém, em seu coração pairava a incerteza sobre seus dons e seu real valor como serva da Morte.Suas habilidades com arco e flecha e como lutadora sempre superaram a de todas as outras. Então, por que nunca a escolheram? Eis que Annith chega à conclusão de que existe algo errado no convento: a abadessa.
Ao perceber isso, Annith decide ser dona de seu próprio destino e, num momento de extrema rebeldia, resolve fugir – ainda que isso signifique desafiar Mortain. Incerta e com medo sobre qual caminho seguir, ela aceita a ajuda de Baltazaar, uma das almas condenadas pelas irmãs do convento. Mesmo assim, Annith decide seguir seu caminho ao lado dele. No entanto, essa escolha pode ameaçar sua vida e seu grande amor.
Ambientado da França medieval, O clã das freiras assassinas é uma trilogia de mulheres fortes em busca de seu próprio destino.
quarta-feira, 6 de maio de 2020
Estamos todos na fila...
A cada minuto alguém deixa esse mundo pra trás. Não sabemos quantas pessoas
estão na nossa frente.
Não dá pra voltar pro fim da fila.
Não dá pra sair da fila.
Nem evitar essa fila.
Então, enquanto esperamos a nossa vez:
Faça valer a pena cada momento vivido aqui na Terra.
Tenha um propósito.
Motive pessoas!
Elogie mais, critique menos.
Faça um ninguém se sentir um alguém do seu lado.
Faça alguém sorrir.
Faça a diferença.
Faça amor.
Faça as pazes.
Faça com que as pessoas se sintam amadas.
Tenha tempo pra você.
Faça pequenos momentos serem grandes.
Faça tudo que tiver que fazer e vá além.
Viva novas experiências.
Prove novos sabores.
Não tenha arrependimentos por ter tentado além do que devia, por ter valorizado
alguém mais do que deveria, por ter feito mais ou menos do que podia.
Tudo está no lugar certo.
As coisas só acontecem quando tem que acontecer.
Releve.
Não guarde mágoas.
Guarde apenas os aprendizados.
Liberte o rancor.
Transborde o amor.
Doe amor.
Ame, mesmo quem não merece.
Ame, sem querer receber nada em troca.
Ame, pelo simples fato de vc vibrar amor e ser amor.
Mas sempre, ame a si mesmo antes de qualquer coisa. Esteja preparado para partir a qualquer momento. Vc
não sabe seu lugar na Fila, então se prepare pra deixar aqui apenas boas
lembranças. Suas mãos vão embora vazias.
Não da´ pra levar malas, nem bens...
Se prepare diariamente pra levar consigo, somente aquilo que tens guardado no
coração.
Lya Luft
estão na nossa frente.
Não dá pra voltar pro fim da fila.
Não dá pra sair da fila.
Nem evitar essa fila.
Então, enquanto esperamos a nossa vez:
Faça valer a pena cada momento vivido aqui na Terra.
Tenha um propósito.
Motive pessoas!
Elogie mais, critique menos.
Faça um ninguém se sentir um alguém do seu lado.
Faça alguém sorrir.
Faça a diferença.
Faça amor.
Faça as pazes.
Faça com que as pessoas se sintam amadas.
Tenha tempo pra você.
Faça pequenos momentos serem grandes.
Faça tudo que tiver que fazer e vá além.
Viva novas experiências.
Prove novos sabores.
Não tenha arrependimentos por ter tentado além do que devia, por ter valorizado
alguém mais do que deveria, por ter feito mais ou menos do que podia.
Tudo está no lugar certo.
As coisas só acontecem quando tem que acontecer.
Releve.
Não guarde mágoas.
Guarde apenas os aprendizados.
Liberte o rancor.
Transborde o amor.
Doe amor.
Ame, mesmo quem não merece.
Ame, sem querer receber nada em troca.
Ame, pelo simples fato de vc vibrar amor e ser amor.
Mas sempre, ame a si mesmo antes de qualquer coisa. Esteja preparado para partir a qualquer momento. Vc
não sabe seu lugar na Fila, então se prepare pra deixar aqui apenas boas
lembranças. Suas mãos vão embora vazias.
Não da´ pra levar malas, nem bens...
Se prepare diariamente pra levar consigo, somente aquilo que tens guardado no
coração.
Lya Luft
terça-feira, 5 de maio de 2020
Livro lido
Toxina - ROBIN COOK
O terror médico de Robin Cook em seu mais alto nível. Toxina conta o
drama de um conceituado cirurgião cardíaco dos EUA lutando para salvar a
vida de sua filha do perigoso vírus E. coli O157:H7.
Desesperado e sem conseguir impedir a progressão da doença em sua filha,
que está prestes a morrer, ele se lança em uma arriscada investigação
que leva às indústrias de carne dos EUA e suas perigosas práticas. Ele e
sua ex esposa agora estão juntos novamente para descobrir a origem e
evitar a morte de milhares de outras crianças como sua filha, eles só
não esperavam que os grandes chefões das indústrias estivessem prontos
para o assalto.
O terror médico de Robin Cook em seu mais alto nível. Toxina conta o
drama de um conceituado cirurgião cardíaco dos EUA lutando para salvar a
vida de sua filha do perigoso vírus E. coli O157:H7.
Desesperado e sem conseguir impedir a progressão da doença em sua filha,
que está prestes a morrer, ele se lança em uma arriscada investigação
que leva às indústrias de carne dos EUA e suas perigosas práticas. Ele e
sua ex esposa agora estão juntos novamente para descobrir a origem e
evitar a morte de milhares de outras crianças como sua filha, eles só
não esperavam que os grandes chefões das indústrias estivessem prontos
para o assalto.
Livro lido
A Grande Solidão - Kristin Hannah
Atormentado desde que voltou da Guerra do Vietnã, Ernt Allbright decide se mudar com a família para um local isolado no Alasca.
Sua esposa, Cora, é capaz de fazer qualquer coisa pelo homem que ama, inclusive segui-lo até o desconhecido. A filha de 13 anos, Leni, também quer acreditar que
a nova terra trará um futuro melhor.
Num primeiro momento, o Alasca parece ser a resposta para tudo. Ali, os longos dias ensolarados e a generosidade dos habitantes locais compensam o despreparo dos
Allbrights e os recursos cada vez mais escassos.
Porém, o Alasca não transforma as pessoas, ele apenas revela sua essência. E Ernt precisa enfrentar a escuridão de sua alma, ainda mais sombria que o inverno rigoroso.
Em sua pequena cabana coberta de neve, com noites que duram 18 horas, Leni e a mãe percebem a terrível verdade: as ameaças do lado de fora são muito menos assustadoras
que o perigo dentro de casa.
A grande solidão é um retrato da fragilidade e da resistência humana. Uma bela e tocante história sobre amor e perda, sobre o instinto de sobrevivência e o aspecto
selvagem que habita tanto o homem quanto a natureza.
Atormentado desde que voltou da Guerra do Vietnã, Ernt Allbright decide se mudar com a família para um local isolado no Alasca.
Sua esposa, Cora, é capaz de fazer qualquer coisa pelo homem que ama, inclusive segui-lo até o desconhecido. A filha de 13 anos, Leni, também quer acreditar que
a nova terra trará um futuro melhor.
Num primeiro momento, o Alasca parece ser a resposta para tudo. Ali, os longos dias ensolarados e a generosidade dos habitantes locais compensam o despreparo dos
Allbrights e os recursos cada vez mais escassos.
Porém, o Alasca não transforma as pessoas, ele apenas revela sua essência. E Ernt precisa enfrentar a escuridão de sua alma, ainda mais sombria que o inverno rigoroso.
Em sua pequena cabana coberta de neve, com noites que duram 18 horas, Leni e a mãe percebem a terrível verdade: as ameaças do lado de fora são muito menos assustadoras
que o perigo dentro de casa.
A grande solidão é um retrato da fragilidade e da resistência humana. Uma bela e tocante história sobre amor e perda, sobre o instinto de sobrevivência e o aspecto
selvagem que habita tanto o homem quanto a natureza.
sábado, 2 de maio de 2020
Livro lido
Dores e Amores: Série Mulheres do 128 - Tatiana Amaral
Ruth conheceu o seu príncipe encantado. Rafael era um homem apaixonado, carinhoso e dedicado a sua princesa. A vida parecia perfeita e o futuro era promissor.
Decidida a fazer o relacionamento dar certo, Ruth ignorou as sutis mudanças, justificou os erros e acreditou na força daquele amor. Até perceber que já era tarde demais.
Dores e Amores é um livro forte.
Abordando a violência doméstica e os relacionamentos abusivos, Dores e Amores traz um tema atual e que precisa ser discutido.
Descubra como Ruth venceu a sua história e se apaixone por você mesma.
O amor não sobrevive a tudo. Só amar, muitas vezes, pode ser o seu maior erro.
Ruth conheceu o seu príncipe encantado. Rafael era um homem apaixonado, carinhoso e dedicado a sua princesa. A vida parecia perfeita e o futuro era promissor.
Decidida a fazer o relacionamento dar certo, Ruth ignorou as sutis mudanças, justificou os erros e acreditou na força daquele amor. Até perceber que já era tarde demais.
Dores e Amores é um livro forte.
Abordando a violência doméstica e os relacionamentos abusivos, Dores e Amores traz um tema atual e que precisa ser discutido.
Descubra como Ruth venceu a sua história e se apaixone por você mesma.
O amor não sobrevive a tudo. Só amar, muitas vezes, pode ser o seu maior erro.
quinta-feira, 30 de abril de 2020
Livro lido
1977 - Einfield - Guy Lyon
Dentro deste livro, você encontra o mais completo registro do fenômeno real que inspirou os filmes Poltergeist e Invocação do Mal 2.
Real e sobrenatural. Nos entalhes da madeira, é possível ver uma cruz. Duas, se percebermos que a outra está invertida.
Será um sinal? O que há por trás daquela porta?
Descubra em 1977 — Enfield.
Green Street, 284. Enfield, subúrbio de Londres. Há quarenta anos, este endereço desperta medo e curiosidade nos estudiosos em assuntos paranormais.
Uma residência simples, de classe média baixa.
Dentro dela, uma família em pânico.
Os gritos acordavam a vizinhança, a polícia não sabia como investigar.
Seria aquela uma verdadeira casa mal-assombrada?
Seja bem-vindo para desvendar esse mistério nas páginas de 1977 – Enfield. Mas entre por sua conta e risco.
1977 — Enfield é o relato escrito por Guy Lyon Playfair, um dos especialistas em mediunidade que investigaram os fenômenos mundialmente conhecidos como o "poltergeist de Enfield".
Ele morou no Brasil durante anos, e é especialista na obra e na vida do médium Chico Xavier.
Junto com o pesquisador do paranormal Maurice Grosse, Guy acompanhou por três anos o drama da sra. Harper e de seus filhos, documentando inúmeros acontecimentos que a ciência não consegue explicar: objetos que se moviam sozinhos, barulhos sem causa aparente, vozes atribuídas a espíritos, levitação.
Seria um caso de histeria coletiva ou puro charlatanismo?
alguns podem se perguntar. Mas as fotos, os registros em áudio e vídeo e os depoimentos recolhidos por Guy Lyon e Maurice até hoje intrigam a comunidade internacional.
Poucas vezes, o sobrenatural se mostrou tão real como aqui.
O caso ganhou repercussão na mídia e atraiu a atenção de diversos pesquisadores, entre eles o casal Warren, como você pode conferir em Ed & Lorraine Warren: Demonologistas.
1977 — Enfield não tenta convencer o leitor de nada, muito menos convertê-lo.
Trata-se de um livro documental, escrito por um jornalista.
Você tem acesso aos fatos e pode tirar suas próprias conclusões, se conseguir chegar ileso até o surpreendente final.
Dentro deste livro, você encontra o mais completo registro do fenômeno real que inspirou os filmes Poltergeist e Invocação do Mal 2.
Real e sobrenatural. Nos entalhes da madeira, é possível ver uma cruz. Duas, se percebermos que a outra está invertida.
Será um sinal? O que há por trás daquela porta?
Descubra em 1977 — Enfield.
Green Street, 284. Enfield, subúrbio de Londres. Há quarenta anos, este endereço desperta medo e curiosidade nos estudiosos em assuntos paranormais.
Uma residência simples, de classe média baixa.
Dentro dela, uma família em pânico.
Os gritos acordavam a vizinhança, a polícia não sabia como investigar.
Seria aquela uma verdadeira casa mal-assombrada?
Seja bem-vindo para desvendar esse mistério nas páginas de 1977 – Enfield. Mas entre por sua conta e risco.
1977 — Enfield é o relato escrito por Guy Lyon Playfair, um dos especialistas em mediunidade que investigaram os fenômenos mundialmente conhecidos como o "poltergeist de Enfield".
Ele morou no Brasil durante anos, e é especialista na obra e na vida do médium Chico Xavier.
Junto com o pesquisador do paranormal Maurice Grosse, Guy acompanhou por três anos o drama da sra. Harper e de seus filhos, documentando inúmeros acontecimentos que a ciência não consegue explicar: objetos que se moviam sozinhos, barulhos sem causa aparente, vozes atribuídas a espíritos, levitação.
Seria um caso de histeria coletiva ou puro charlatanismo?
alguns podem se perguntar. Mas as fotos, os registros em áudio e vídeo e os depoimentos recolhidos por Guy Lyon e Maurice até hoje intrigam a comunidade internacional.
Poucas vezes, o sobrenatural se mostrou tão real como aqui.
O caso ganhou repercussão na mídia e atraiu a atenção de diversos pesquisadores, entre eles o casal Warren, como você pode conferir em Ed & Lorraine Warren: Demonologistas.
1977 — Enfield não tenta convencer o leitor de nada, muito menos convertê-lo.
Trata-se de um livro documental, escrito por um jornalista.
Você tem acesso aos fatos e pode tirar suas próprias conclusões, se conseguir chegar ileso até o surpreendente final.
segunda-feira, 27 de abril de 2020
Livro lido
A Outra Volta do Parafuso - Henry James
Esta novela de terror narra estranhos episódios ocorridos em uma casa de campo inglesa, onde duas crianças vivem com sua governanta e uma empregada. Numa estrutura narrativa brilhante, Henry James deixa a critério do leitor decidir se está diante de uma verdadeira história de fantasmas ou do fruto da alucinação da governanta.
Filmado em 1961, com o título de Os Inocentes, com Deborah Kerr e Michael
Redgrave.
Esta novela de terror narra estranhos episódios ocorridos em uma casa de campo inglesa, onde duas crianças vivem com sua governanta e uma empregada. Numa estrutura narrativa brilhante, Henry James deixa a critério do leitor decidir se está diante de uma verdadeira história de fantasmas ou do fruto da alucinação da governanta.
Filmado em 1961, com o título de Os Inocentes, com Deborah Kerr e Michael
Redgrave.
Livros lidos
Trilogia Asylum
Livro 1: Asylum - Madeleine Roux
A loucura é algo relativo. Depende muito do lado da grade em que a pessoa está. Ao entrar pela primeira vez na New Hampshire College, Dan Crawford não tem ideia de que viverá neste lugar as cinco semanas mais intensas de sua vida. Como os alojamentos estavam em reforma, os alunos estão instalados na ala desativada de um sanatório. Quando Dan e seus amigos, Abby e Jordan, começam a explorar os corredores e o
porão, descobrem que aquele edifício não era um instituto para doentes mentais comuns, pois por ali passaram psicopatas, homicidas; gente extremamente perigosa. No entanto, a presença dos três ali não é obra de um mero acaso, pois o asilo é a chave para um passado terrível e segredos que se recusam a ficar enterrados. Com fotos e cartas ilustrativas, Asylum é um suspense arrepiante e diferente de tudo o que você já leu. Uma história de terror na fronteira entre a genialidade e a loucura.
Scarlets é uma peça chave para que os fãs da saga se preparem para a leitura de Sanctum, segundo volume da
série.
Os mistérios que rondavam o alojamento Brookline estão longe de chegar a uma conclusão. Neste episódio da série Asylum, Cal Erickson vai ser obrigado a integrar um grupo secreto, os Scarlets, mas essa decisão mudará toda a sua vida e vai cobrar seu preço.
Livro 2: Sanctum
Visões. Vozes. As lembranças do verão passado, vividas no alojamento Brookline do New Hampshire College, são as mais aterrorizantes da vida de Dan, Abby e Jordan. Uma experiência traumática que eles querem esquecer. Porém, seguir em frente não será uma opção. Alguém quer manter vivo aquele terror. Os três jovens estão recebendo cartas anônimas com palavras enigmáticas e fotos de um antigo parque de diversões. Para dar fim nesse pesadelo, eles irão se disfarçar de candidatos e voltar por um fim de semana ao campus do NHC. E, ao chegar lá, eles vão descobrir que aquele parque das fotos não só é real como também voltou a funcionar. Agora, a
cada pista que tentam desvendar, Dan e seus amigos descobrirão segredos ainda mais sombrios do que haviam imaginado. Além de correrem muito mais perigo. Para se salvar, eles não poderão perder o controle.
Livro 3: Catacomb
O último ano de colégio enfim chegou. Depois de tanto tempo juntos, Dan, Abby e Jordan resolvem fazer uma viagem e o destino escolhido é a casa do tio de Jordan em New Orleans. Abby está muito
ansiosa e entusiasmada para a aventura, pois a viagem irá ajudá-la no projeto fotográfico de locais e monumentos históricos. Mas toda essa euforia diminui quando, no caminho, os três amigos percebem que estão sendo seguidos. E ainda começam a receber mensagens misteriosas, pelo celular de Dan, de um amigo que morreu no último Halloween. Os três amigos vasculham pistas sobre acontecimentos do passado para obter respostas sobre as tais mensagens, sobre um fotógrafo não identificado e sobre a história familiar de Dan. Neste incrível episódio da trilogia Asylum, a única esperança que resta é sair vivo desta viagem.
Livro 1: Asylum - Madeleine Roux
A loucura é algo relativo. Depende muito do lado da grade em que a pessoa está. Ao entrar pela primeira vez na New Hampshire College, Dan Crawford não tem ideia de que viverá neste lugar as cinco semanas mais intensas de sua vida. Como os alojamentos estavam em reforma, os alunos estão instalados na ala desativada de um sanatório. Quando Dan e seus amigos, Abby e Jordan, começam a explorar os corredores e o
porão, descobrem que aquele edifício não era um instituto para doentes mentais comuns, pois por ali passaram psicopatas, homicidas; gente extremamente perigosa. No entanto, a presença dos três ali não é obra de um mero acaso, pois o asilo é a chave para um passado terrível e segredos que se recusam a ficar enterrados. Com fotos e cartas ilustrativas, Asylum é um suspense arrepiante e diferente de tudo o que você já leu. Uma história de terror na fronteira entre a genialidade e a loucura.
Scarlets é uma peça chave para que os fãs da saga se preparem para a leitura de Sanctum, segundo volume da
série.
Os mistérios que rondavam o alojamento Brookline estão longe de chegar a uma conclusão. Neste episódio da série Asylum, Cal Erickson vai ser obrigado a integrar um grupo secreto, os Scarlets, mas essa decisão mudará toda a sua vida e vai cobrar seu preço.
Livro 2: Sanctum
Visões. Vozes. As lembranças do verão passado, vividas no alojamento Brookline do New Hampshire College, são as mais aterrorizantes da vida de Dan, Abby e Jordan. Uma experiência traumática que eles querem esquecer. Porém, seguir em frente não será uma opção. Alguém quer manter vivo aquele terror. Os três jovens estão recebendo cartas anônimas com palavras enigmáticas e fotos de um antigo parque de diversões. Para dar fim nesse pesadelo, eles irão se disfarçar de candidatos e voltar por um fim de semana ao campus do NHC. E, ao chegar lá, eles vão descobrir que aquele parque das fotos não só é real como também voltou a funcionar. Agora, a
cada pista que tentam desvendar, Dan e seus amigos descobrirão segredos ainda mais sombrios do que haviam imaginado. Além de correrem muito mais perigo. Para se salvar, eles não poderão perder o controle.
Livro 3: Catacomb
O último ano de colégio enfim chegou. Depois de tanto tempo juntos, Dan, Abby e Jordan resolvem fazer uma viagem e o destino escolhido é a casa do tio de Jordan em New Orleans. Abby está muito
ansiosa e entusiasmada para a aventura, pois a viagem irá ajudá-la no projeto fotográfico de locais e monumentos históricos. Mas toda essa euforia diminui quando, no caminho, os três amigos percebem que estão sendo seguidos. E ainda começam a receber mensagens misteriosas, pelo celular de Dan, de um amigo que morreu no último Halloween. Os três amigos vasculham pistas sobre acontecimentos do passado para obter respostas sobre as tais mensagens, sobre um fotógrafo não identificado e sobre a história familiar de Dan. Neste incrível episódio da trilogia Asylum, a única esperança que resta é sair vivo desta viagem.
quinta-feira, 23 de abril de 2020
Livro lido
A prisioneira do tempo - Kate Morton
Por que Birchwood Manor parece tão familiar a Elodie? E quem é a linda
mulher na fotografia? Será possível, depois de tanto tempo , desvendar
seus segredos? Narrada por diversos personagens ao longo das décadas, A
prisioneira do tempo é uma história de assassinato, mistério e roubo, de
arte, amor e perda.
Por que Birchwood Manor parece tão familiar a Elodie? E quem é a linda
mulher na fotografia? Será possível, depois de tanto tempo , desvendar
seus segredos? Narrada por diversos personagens ao longo das décadas, A
prisioneira do tempo é uma história de assassinato, mistério e roubo, de
arte, amor e perda.
segunda-feira, 20 de abril de 2020
Livro lido
A Entidade - Frank de Felitta
Carlotta Moran, mãe solteira de três filhos, passa a sofrer uma
violência sexual por algo que ela não consegue ver, e isso a faz
procurar ajuda de um Psiquiatra que não parece crer que se trata de algo
sobrenatural e sim de uma alucinação de Carlotta. Como seus filhos e
outras personagens presenciam tal brutalidade, espera-se que o médico
dobre-se e passe a acreditar nos relatos de Carlotta. Diante da postura
irredutível do médico, Carlotta Moran acaba por buscar apoio na
Parapsicologia.
Tudo é feito para ajudar Carlotta… A grande questão desta história é que
ela é contada levando em conta fatos reais. Sim, há como base um fato
real. Essa informação nos faz entender melhor a pormenorização da
narrativa em excesso até, eu diria, mas sabemos que na vida real os
acontecimentos não se dão prontamente, outros fatores influenciam, até
mesmo a resistência humana em ceder que algo sobrenatural a toca, a
violenta.
O que mais torna essa história aterradora é a dúvida que paira em
relação aos acontecimentos: são mesmo sobrenaturais ou trata-se de um
delírio esquizofrênico de Carlotta que é relatado por toda a narrativa?
Carlotta Moran, mãe solteira de três filhos, passa a sofrer uma
violência sexual por algo que ela não consegue ver, e isso a faz
procurar ajuda de um Psiquiatra que não parece crer que se trata de algo
sobrenatural e sim de uma alucinação de Carlotta. Como seus filhos e
outras personagens presenciam tal brutalidade, espera-se que o médico
dobre-se e passe a acreditar nos relatos de Carlotta. Diante da postura
irredutível do médico, Carlotta Moran acaba por buscar apoio na
Parapsicologia.
Tudo é feito para ajudar Carlotta… A grande questão desta história é que
ela é contada levando em conta fatos reais. Sim, há como base um fato
real. Essa informação nos faz entender melhor a pormenorização da
narrativa em excesso até, eu diria, mas sabemos que na vida real os
acontecimentos não se dão prontamente, outros fatores influenciam, até
mesmo a resistência humana em ceder que algo sobrenatural a toca, a
violenta.
O que mais torna essa história aterradora é a dúvida que paira em
relação aos acontecimentos: são mesmo sobrenaturais ou trata-se de um
delírio esquizofrênico de Carlotta que é relatado por toda a narrativa?
quinta-feira, 16 de abril de 2020
Livro lido
é muito lindo!
A bailarina fantasma - Socorro Acioli
Anabela mal podia conter a empolgação quando seu pai foi o arquiteto escolhido para coordenar uma obra no Theatro José de Alencar, em Fortaleza.
A proposta era que aquela casa de espetáculos maravilhosa mantivesse as mesmas características de quando foi inaugurada, em 1910.
Logo vira rotina para Anabela passar as tardes por ali, fazendo a lição de casa enquanto o pai trabalha.
Mas essa reforma vai acabar desenterrando histórias escondidas há muitos e muitos anos, já que Anabela começa a ver uma bailarina translúcida, vestida de azul, que mais ninguém parece enxergar.
Será que a garota vai conseguir ajudá-la?
A bailarina fantasma - Socorro Acioli
Anabela mal podia conter a empolgação quando seu pai foi o arquiteto escolhido para coordenar uma obra no Theatro José de Alencar, em Fortaleza.
A proposta era que aquela casa de espetáculos maravilhosa mantivesse as mesmas características de quando foi inaugurada, em 1910.
Logo vira rotina para Anabela passar as tardes por ali, fazendo a lição de casa enquanto o pai trabalha.
Mas essa reforma vai acabar desenterrando histórias escondidas há muitos e muitos anos, já que Anabela começa a ver uma bailarina translúcida, vestida de azul, que mais ninguém parece enxergar.
Será que a garota vai conseguir ajudá-la?
Livro lido
A Sangue Frio - Truman Capote
Um homem religioso, uma mãe depressiva, um adolescente, uma garota dona de casa, um cachorro amedrontado e dois ladrões frustrados. Esses e outros personagens são
os ingredientes chave para o romance jornalístico A sangue frio, de Truman Capote. O livro é uma reportagem investigativa sobre o assassinato de quatro membros
da família Clutter, o casal e seus dois filhos caçulas, ocorrido em 1959 na cidade de Holcomb, no Kansas, Estados Unidos.
Um homem religioso, uma mãe depressiva, um adolescente, uma garota dona de casa, um cachorro amedrontado e dois ladrões frustrados. Esses e outros personagens são
os ingredientes chave para o romance jornalístico A sangue frio, de Truman Capote. O livro é uma reportagem investigativa sobre o assassinato de quatro membros
da família Clutter, o casal e seus dois filhos caçulas, ocorrido em 1959 na cidade de Holcomb, no Kansas, Estados Unidos.
terça-feira, 14 de abril de 2020
Livro lido
A realidade de Madhu - Melissa Tobias
Neste surpreendente romance de ficção científica, Madhu é abduzida por uma nave intergaláctica. A bordo da colossal nave alienígena, fará amizade com uma bizarra híbrida, conhecerá um androide que vai abalar seu coração e aprenderá lições que mudarão sua vida para sempre. Madhu é uma Semente Estelar e terá que semear a Terra para gerar uma Nova Realidade que substituirá a ilusória realidade criada por Lúcifer. Porém, a missão não será fácil, já que Marduk, personificação de Lúcifer na Via Láctea, com a ajuda de seus fiéis sentinelas reptilianos, fará de tudo para não deixar a Nova Realidade florescer. Madhu terá que tomar uma difícil decisão. E aprenderá a usar seu poder sombrio em benefício da Luz.
Neste surpreendente romance de ficção científica, Madhu é abduzida por uma nave intergaláctica. A bordo da colossal nave alienígena, fará amizade com uma bizarra híbrida, conhecerá um androide que vai abalar seu coração e aprenderá lições que mudarão sua vida para sempre. Madhu é uma Semente Estelar e terá que semear a Terra para gerar uma Nova Realidade que substituirá a ilusória realidade criada por Lúcifer. Porém, a missão não será fácil, já que Marduk, personificação de Lúcifer na Via Láctea, com a ajuda de seus fiéis sentinelas reptilianos, fará de tudo para não deixar a Nova Realidade florescer. Madhu terá que tomar uma difícil decisão. E aprenderá a usar seu poder sombrio em benefício da Luz.
Livro lido
IRMÃS - Sue Fortin
Alice: bonita, simpática, manipuladora, mentirosa.
Clare: inteligente, leal, paranoica, ciumenta.
Clare acha que Alice é uma mentirosa manipuladora que tenta roubar a sua vida. Alice acha que Clare tem ciúmes do seu regresso, após um desaparecimento prolongado, e da nova situação familiar.
Uma das duas está a dizer a verdade. A outra é uma maníaca.
Duas irmãs, uma só verdade.
Alice: bonita, simpática, manipuladora, mentirosa.
Clare: inteligente, leal, paranoica, ciumenta.
Clare acha que Alice é uma mentirosa manipuladora que tenta roubar a sua vida. Alice acha que Clare tem ciúmes do seu regresso, após um desaparecimento prolongado, e da nova situação familiar.
Uma das duas está a dizer a verdade. A outra é uma maníaca.
Duas irmãs, uma só verdade.
Livro lido
O Espião da Sibéria - Lionel Davidson
MONTES KOLIMÁ, SIBÉRIA. Enterrada nos gelos eternos esconde-se uma estação científica tão secreta que nem sequer existe oficialmente. Quem lá entra, nunca mais sai. Mas Efraim Rogachev tem um plano.
UNIVERSIDADE DE OXFORD. O pacato professor Lazenby recebe uma mensagem encriptada. O autor é um brilhante cientista soviético desaparecido há décadas sem deixar
rastro.
LANGLEY, SEDE DA CIA. Os satélites americanos captam uma explosão num bunker siberiano até ali desconhecido; as imagens são aterradoras. Nos serviços secretos soam os alarmes. É preciso infiltrar um agente nos Montes Kolimá, um inacessível inferno de glaciares onde a temperatura ronda os 50 ºC negativos. Só um homem parece apto para a missão: Johnny Porter, poliglota, antropólogo, professor universitário e da etnia Gitksan. Os gitksan partilham com os nativos siberianos a mesma língua, a mesma cor de pele, a mesma sobre-humana resistência ao frio. E só um nativo conseguirá atravessar quilómetros de gelo, fintar tribos hostis, chegar ao coração do mistério.O Espião da Sibéria, um dos mais trepidantes thrillers do século XX, esteve durante décadas "adormecido". Mas um editor redescobriu-o e voltou a publicá-lo timidamente. O que se seguiu foi um regresso fulgurante às listas de livros mais vendidos e às listas de "melhores livros do ano". Hoje assistimos ao renascimento crítico de um autor de culto - Lionel Davidson - e de toda uma obra onde se cruza o melhor de dois géneros: a grande aventura e o romance de espionagem.
MONTES KOLIMÁ, SIBÉRIA. Enterrada nos gelos eternos esconde-se uma estação científica tão secreta que nem sequer existe oficialmente. Quem lá entra, nunca mais sai. Mas Efraim Rogachev tem um plano.
UNIVERSIDADE DE OXFORD. O pacato professor Lazenby recebe uma mensagem encriptada. O autor é um brilhante cientista soviético desaparecido há décadas sem deixar
rastro.
LANGLEY, SEDE DA CIA. Os satélites americanos captam uma explosão num bunker siberiano até ali desconhecido; as imagens são aterradoras. Nos serviços secretos soam os alarmes. É preciso infiltrar um agente nos Montes Kolimá, um inacessível inferno de glaciares onde a temperatura ronda os 50 ºC negativos. Só um homem parece apto para a missão: Johnny Porter, poliglota, antropólogo, professor universitário e da etnia Gitksan. Os gitksan partilham com os nativos siberianos a mesma língua, a mesma cor de pele, a mesma sobre-humana resistência ao frio. E só um nativo conseguirá atravessar quilómetros de gelo, fintar tribos hostis, chegar ao coração do mistério.O Espião da Sibéria, um dos mais trepidantes thrillers do século XX, esteve durante décadas "adormecido". Mas um editor redescobriu-o e voltou a publicá-lo timidamente. O que se seguiu foi um regresso fulgurante às listas de livros mais vendidos e às listas de "melhores livros do ano". Hoje assistimos ao renascimento crítico de um autor de culto - Lionel Davidson - e de toda uma obra onde se cruza o melhor de dois géneros: a grande aventura e o romance de espionagem.
domingo, 22 de março de 2020
Livro lido
Um estranho no ninho - Ken Kesey
Quem viu o filme vai querer ler o livro ou vice-versa
Um clássico da contracultura que retrata os psicodélicos anos 60. O romance de Ken Kesey é inspirado em suas próprias experiências quando participou de pesquisas com drogas psicoativas no centro psiquiátrico do Menlo Park Veterans Hospital (Califórnia). Um estranho no ninho é protagonizado por R. P. McMurphy, um preso que escapa da condenação fingindo-se de louco. McMurphy é então internado em um hospício, sob a tutela da sádica Chefona, a enfermeira Ratched, que comanda os internos com suas rigorosas sessões de terapia e eletrochoque. Aos poucos McMurphy percebe que o hospício pode ser muito pior que a prisão, nesse novo universo cercado de pacientes inseguros, ansiosos e constantemente dopados. Pessoas que buscaram refúgio da sociedade no hospício. Um livro louco, mas muito real.
Quem viu o filme vai querer ler o livro ou vice-versa
Um clássico da contracultura que retrata os psicodélicos anos 60. O romance de Ken Kesey é inspirado em suas próprias experiências quando participou de pesquisas com drogas psicoativas no centro psiquiátrico do Menlo Park Veterans Hospital (Califórnia). Um estranho no ninho é protagonizado por R. P. McMurphy, um preso que escapa da condenação fingindo-se de louco. McMurphy é então internado em um hospício, sob a tutela da sádica Chefona, a enfermeira Ratched, que comanda os internos com suas rigorosas sessões de terapia e eletrochoque. Aos poucos McMurphy percebe que o hospício pode ser muito pior que a prisão, nesse novo universo cercado de pacientes inseguros, ansiosos e constantemente dopados. Pessoas que buscaram refúgio da sociedade no hospício. Um livro louco, mas muito real.
quinta-feira, 19 de março de 2020
Livro lido
Estranha presença - Sarah Waters
O livro conta a história de uma família de aristocratas ingleses falida
após a II Guerra Mundial e vivendo em uma antiga mansão rural arruinada.
O pano de fundo é a morte de um modo de vida e o surgimento de outro.
Parte das terras da antiga fazenda foi desapropriada para que o governo
construa loteamentos de casas para uma nova classe média emergente. A
família Ayres, enquanto ressente-se da glória perdida e teme a
aproximação da âœraléâ, afunda em dívidas e dramas psicológicos que
desenterram medos profundos e antigos. A loucura ronda.
A história é contada pelo amigo dos Ayres, um comedido, pacato, porém
ambicioso, médico que encarna o protótipo do homem metódico e fleumático
britânico, chamado Faraday. Vindo dessa mesma ralé rejeitada pelos
aristocratas, ao longo da trama, ele ganha a confiança da família por
sua aparente solidez moral e mental. A proximidade com a atormentada
família, porém, envolve-o nos acontecimentos sobrenaturais que tem como
cenário a sinistra mansão de Hundreds Hall.
Também em comum com
O livro traz a atmosfera opressiva e os segredos por trás
das muitas portas da antiga mansão.
A narrativa hábil de Sara Waters propõe o bom e velho jogo de espelhos.
Nem tudo é o que parece ser e as conclusões mais apressadas do leitor
acabam frustradas pela habilidosa e intrincada trama da autora. Para
quem gosta de ser surpreendido, as expectativas são prontamente
atendidas. Além disso, ela propõe um romance entre Faraday e a herdeira
da mansão, Caroline Ayres, pontuado por preconceitos de classe,
expectativas e desejos de uma fuga da realidade vivida pelos dois. O
leitor tem uma intuição do que poderá resultar de semelhante enlace, mas
a autora ilude a percepção até dos mais argutos.
A trama contada por um observador também envolvido na história não deixa
de trazer aquelas questões de sempre sobre o quanto da nossa visão de
leitor está contaminada pelo olhar de um único personagem. A dica é ler
as entrelinhas, ter em mente a sequência cronológica dos fatos e se ater
aos âœatos falhosâ da narrativa de Faraday. Pelo desafio à sagacidade
do leitor, o texto lembra Conan Doyle e Agatha Christie, não à toa dois
autores britânicos â" assim como também é o cineasta Alfred Hitchcock #
de literatura de mistério, que precederam Sarah Waters e lançaram bases
sólidas para este tipo de entretenimento que não se pretende
elaboradíssimo ou erudito, mas é intenso dentro da sua proposta.
O livro conta a história de uma família de aristocratas ingleses falida
após a II Guerra Mundial e vivendo em uma antiga mansão rural arruinada.
O pano de fundo é a morte de um modo de vida e o surgimento de outro.
Parte das terras da antiga fazenda foi desapropriada para que o governo
construa loteamentos de casas para uma nova classe média emergente. A
família Ayres, enquanto ressente-se da glória perdida e teme a
aproximação da âœraléâ, afunda em dívidas e dramas psicológicos que
desenterram medos profundos e antigos. A loucura ronda.
A história é contada pelo amigo dos Ayres, um comedido, pacato, porém
ambicioso, médico que encarna o protótipo do homem metódico e fleumático
britânico, chamado Faraday. Vindo dessa mesma ralé rejeitada pelos
aristocratas, ao longo da trama, ele ganha a confiança da família por
sua aparente solidez moral e mental. A proximidade com a atormentada
família, porém, envolve-o nos acontecimentos sobrenaturais que tem como
cenário a sinistra mansão de Hundreds Hall.
Também em comum com
O livro traz a atmosfera opressiva e os segredos por trás
das muitas portas da antiga mansão.
A narrativa hábil de Sara Waters propõe o bom e velho jogo de espelhos.
Nem tudo é o que parece ser e as conclusões mais apressadas do leitor
acabam frustradas pela habilidosa e intrincada trama da autora. Para
quem gosta de ser surpreendido, as expectativas são prontamente
atendidas. Além disso, ela propõe um romance entre Faraday e a herdeira
da mansão, Caroline Ayres, pontuado por preconceitos de classe,
expectativas e desejos de uma fuga da realidade vivida pelos dois. O
leitor tem uma intuição do que poderá resultar de semelhante enlace, mas
a autora ilude a percepção até dos mais argutos.
A trama contada por um observador também envolvido na história não deixa
de trazer aquelas questões de sempre sobre o quanto da nossa visão de
leitor está contaminada pelo olhar de um único personagem. A dica é ler
as entrelinhas, ter em mente a sequência cronológica dos fatos e se ater
aos âœatos falhosâ da narrativa de Faraday. Pelo desafio à sagacidade
do leitor, o texto lembra Conan Doyle e Agatha Christie, não à toa dois
autores britânicos â" assim como também é o cineasta Alfred Hitchcock #
de literatura de mistério, que precederam Sarah Waters e lançaram bases
sólidas para este tipo de entretenimento que não se pretende
elaboradíssimo ou erudito, mas é intenso dentro da sua proposta.
terça-feira, 17 de março de 2020
O CORONA VÍRUS NO OLHAR DA PSICANÁLISE
O CORONA VÍRUS NO OLHAR DA PSICANÁLISE
Trecho de texto de _Christian Dunker, psicanalista e professor titular
da Universidade de São Paulo, autor de "Mal-estar, sofrimento e sintoma
-- Uma psicopatologia do Brasil entre muros" (Boitempo Editorial) e
"Reinvenção da intimidade -- Políticas do sofrimento cotidiano" (Ubu
Editora) publicado hoje no O Globo._
Acalmar-se é algo que ninguém pode fazer por você. Se você espera que
apenas mais notícias, informações e comentários venham pacificá-lo, ou
se você acha que aumentar o estoque de máscaras vai sanear sua angústia,
você está se enganando. O verbo é acalmar-se, e não ser acalmado pelos
outros e pelos objetos. O medo se combate com precaução e medidas
objetivas, a angústia com cuidado e trabalho subjetivo. Neste sentido a
pandemia tem muito a nos ensinar, especialmente quanto a nossas ilusões
de controle e dominação sobre o mundo e nosso destino. A crença digital
de que somos muito importantes e tantas outras promessas nos fazem
acreditar que somos soberanos sobre nossas vidas.
Daí aparece um pequeno micro-organismo, bastante limitado do ponto de
vista de sua capacidade reprodutiva e de sua estrutura biológica de RNA
e nos derruba. Ou seja, do ponto de vista de nossa angústia, o
coronavírus não poderia ter um nome melhor: ele nos tira do trono de nós
mesmos e coloca a coroa de nossas vidas em sua justa dimensão. É a coroa
de espinhos que convoca uma experiência escassa em nossa época: a
humildade.
Diante desta pequena e destrutiva força da natureza, nosso narcisismo se
dobra como um vassalo encurralado. Apesar de dolorosa como um espinho na
alma, esta pode ser uma experiência profundamente transformadora.
Descobrir que podemos muito menos do que pensamos, aceitar o
imponderável que nos governa e acolher com humildade o que ainda não
dominamos pode ser muito benéfico. Pode ser uma verdadeira terapia para
aqueles que precisam descansar a cabeça do peso de sua coroa de espinhos
narcísicos.
Trecho de texto de _Christian Dunker, psicanalista e professor titular
da Universidade de São Paulo, autor de "Mal-estar, sofrimento e sintoma
-- Uma psicopatologia do Brasil entre muros" (Boitempo Editorial) e
"Reinvenção da intimidade -- Políticas do sofrimento cotidiano" (Ubu
Editora) publicado hoje no O Globo._
Acalmar-se é algo que ninguém pode fazer por você. Se você espera que
apenas mais notícias, informações e comentários venham pacificá-lo, ou
se você acha que aumentar o estoque de máscaras vai sanear sua angústia,
você está se enganando. O verbo é acalmar-se, e não ser acalmado pelos
outros e pelos objetos. O medo se combate com precaução e medidas
objetivas, a angústia com cuidado e trabalho subjetivo. Neste sentido a
pandemia tem muito a nos ensinar, especialmente quanto a nossas ilusões
de controle e dominação sobre o mundo e nosso destino. A crença digital
de que somos muito importantes e tantas outras promessas nos fazem
acreditar que somos soberanos sobre nossas vidas.
Daí aparece um pequeno micro-organismo, bastante limitado do ponto de
vista de sua capacidade reprodutiva e de sua estrutura biológica de RNA
e nos derruba. Ou seja, do ponto de vista de nossa angústia, o
coronavírus não poderia ter um nome melhor: ele nos tira do trono de nós
mesmos e coloca a coroa de nossas vidas em sua justa dimensão. É a coroa
de espinhos que convoca uma experiência escassa em nossa época: a
humildade.
Diante desta pequena e destrutiva força da natureza, nosso narcisismo se
dobra como um vassalo encurralado. Apesar de dolorosa como um espinho na
alma, esta pode ser uma experiência profundamente transformadora.
Descobrir que podemos muito menos do que pensamos, aceitar o
imponderável que nos governa e acolher com humildade o que ainda não
dominamos pode ser muito benéfico. Pode ser uma verdadeira terapia para
aqueles que precisam descansar a cabeça do peso de sua coroa de espinhos
narcísicos.
segunda-feira, 16 de março de 2020
Livro lido
Perversa viúva - Amanda Quick
Como se não bastasse a suspeita de ter assassinado seu marido Deveridge
e a tia acreditam que estão sendo perseguidas pelo espírito do falecido
que exige o livro secreto de Vanza.Apavorada com o fantasma e temendo
por sua vida ela encontra um aliado no recluso Artemis Hunt o
desconhecido proprietário do Pavilhão dos Sonhos. Atormentado pelo
passado pois julga-se culpado por não ter impedido o brutal assassinato
de sua noiva ele está à procura dos assassinos. Seus planos no entanto
são ameaçados pela perversa viúva. Ela descobre no livro que Hunt faz
parte da mesma organização ocultista da qual seu marido e pai eram
integrantes. A fim de obter ajuda chantageia-o porque acredita que os
conhecimentos da sociedade secreta seriam capazes de solucionar o
mistério da aparição fantasmagórica. Revelar sua condição de dono do
Pavilhão e de mestre Vanza arruinaria sua vingança. Hunt e Deveridge
empreendem uma caçada que os coloca em contato com intrigas morte e
traições. Mas também são surpreendidos pelo desejo que sentem um pelo
outro à medida que as ameaças da assombração tornam-se um perigo real.
Como se não bastasse a suspeita de ter assassinado seu marido Deveridge
e a tia acreditam que estão sendo perseguidas pelo espírito do falecido
que exige o livro secreto de Vanza.Apavorada com o fantasma e temendo
por sua vida ela encontra um aliado no recluso Artemis Hunt o
desconhecido proprietário do Pavilhão dos Sonhos. Atormentado pelo
passado pois julga-se culpado por não ter impedido o brutal assassinato
de sua noiva ele está à procura dos assassinos. Seus planos no entanto
são ameaçados pela perversa viúva. Ela descobre no livro que Hunt faz
parte da mesma organização ocultista da qual seu marido e pai eram
integrantes. A fim de obter ajuda chantageia-o porque acredita que os
conhecimentos da sociedade secreta seriam capazes de solucionar o
mistério da aparição fantasmagórica. Revelar sua condição de dono do
Pavilhão e de mestre Vanza arruinaria sua vingança. Hunt e Deveridge
empreendem uma caçada que os coloca em contato com intrigas morte e
traições. Mas também são surpreendidos pelo desejo que sentem um pelo
outro à medida que as ameaças da assombração tornam-se um perigo real.
sexta-feira, 6 de março de 2020
Livro lido
Causa Mortis - Renee Benzaim
Um livro para quem tem nervos de aço
Este livro conta a história de um serial killer que escolhe
suas vitimas jovens e latinas para assassina las com picadas de aranhas
viuvas negras. A equipe da homicidios composta por Annie e Tom se
desdobram para descobrir quem é esse assassino com a ajuda de Jesse que
é do Ministério Publico e apaixonado por Annie.
Uma história envolvente e
que prende a atenção do leitor... uma ótima dica de leitura para quem
ama uma trama de investigações suspense e curiosidade!!!!
O livro lembra muito as histórias da série CSI, com um diferencial, pois
o enredo envolve a polícia científica que trabalha em acordo com o
departamento de homicídio e com a promotoria, acompanhamos assim todo o
trabalho de descoberta e prisão de um criminoso.
Um livro para quem tem nervos de aço
Este livro conta a história de um serial killer que escolhe
suas vitimas jovens e latinas para assassina las com picadas de aranhas
viuvas negras. A equipe da homicidios composta por Annie e Tom se
desdobram para descobrir quem é esse assassino com a ajuda de Jesse que
é do Ministério Publico e apaixonado por Annie.
Uma história envolvente e
que prende a atenção do leitor... uma ótima dica de leitura para quem
ama uma trama de investigações suspense e curiosidade!!!!
O livro lembra muito as histórias da série CSI, com um diferencial, pois
o enredo envolve a polícia científica que trabalha em acordo com o
departamento de homicídio e com a promotoria, acompanhamos assim todo o
trabalho de descoberta e prisão de um criminoso.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
Livro lido
A mulher na janela - A. J. Finn
Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e... espionando os vizinhos.
Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir.
Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle?
Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. A mulher na janela é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.
Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e... espionando os vizinhos.
Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir.
Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle?
Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. A mulher na janela é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.
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