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sábado, 29 de dezembro de 2018

Livro lido

Na Escuridão da Floresta - Eliza Wass

Castella Cresswell e seus cinco irmãos sabem o que é ser diferente. O mundo deles se resume à casa decrépita da família na escuridão da floresta. Os irmãos obedecem
estritamente às leis de Deus, cujas mensagens são transmitidas através de seu pai. Uma delas diz que eles são as únicas pessoas puras na terra e deverão se casar
uns com os outros em uma cerimônia divina. Na escola, eles ainda são encarados como os esquisitos de sempre, que aparecem com hematomas inexplicados e vivem em
completo isolamento. Até Castley ser obrigada a fazer dupla com George Gray, que oferece a ela um vislumbre do que é uma vida com liberdade e opções. O mundo de
Castley rapidamente se expande para além da floresta que ela conhece tão bem e das crenças que um dia ela pensou serem as únicas verdades. Há um futuro esperando
por ela se conseguir escapar das garras de seu pai, mas a garota se recusa a deixar os irmãos para trás. E, justo quando ela começa a bolar um plano, seu pai faz
um anúncio arrepiante: os Cresswell em breve retornarão para seu lar no paraíso. Com o tempo se esgotando, Castley precisa arrumar um jeito de expor toda a extensão
da loucura de seu pai. A floresta manteve a verdade no escuro por muito tempo, e agora Castley pode ser a última esperança de salvação para os irmãos Cresswell.

Livro lido

Segredos de Família - Lisa Wingate

Com mais de um milhão de exemplares vendidos nos EUA e baseado num escândalo real envolvendo o sequestro e a venda de crianças pobres para famílias ricas, Segredos
de família é um romance fascinante e inspirador.
Memphis, 1939. Rill Foss, de doze anos, e seus quatro irmãos mais novos vivem uma vida mágica com seus pais a bordo de um barco no rio Mississípi. A mãe está grávida
do sexto filho e, ao sofrer complicações durante o parto, é levada às pressas para o hospital. Rill é encarregada de tomar conta dos irmãos, até que estranhos invadem
o barco que as crianças chamavam de casa, arrancando-as de tudo o que lhes era familiar e jogando-as em um orfanato no Tennessee. À mercê da cruel diretora da instituição,
uma mulher sem escrúpulos envolvida em um impiedoso esquema de tráfico de crianças, Rill luta para manter seus irmãos juntos num mundo perigoso e incerto.
Aiken, Carolina do Sul, dias de hoje. Nascida em uma família rica e poderosa, Avery Stafford parecia ter tudo: uma carreira de sucesso como promotora, um noivo
bonito e promissor, e uma luxuosa festa de casamento à vista. Quando ela retorna a sua cidade natal para ajudar o pai, um político influente que está às voltas
com um escândalo de opinião pública e um grave problema de saúde, um encontro casual com uma senhora durante uma vista oficial a uma clínica geriátrica a faz seguir
uma jornada pelo passado de sua família, um caminho que acabará revelando histórias enterradas e fazendo com que Avery repense as suas escolhas e tudo aquilo que
considerava como a sua verdade.
Best-seller em mais de vinte países e baseado em uma história real que fez com que milhares de famílias norte-americanas revissem suas origens e os segredos escondidos
em seu passado, Segredos de família alterna passado e presente para mostrar o poder de duas mulheres fortes, dispostas a vencer todos os obstáculos para defender
suas famílias e reinventar suas próprias vidas, ligadas por um vínculo muito mais intenso do que jamais poderiam imaginar.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Livro lido:

A MENINA DA MONTANHA - TARA WESTOVER

Tara Westover tinha 17 anos quando pisou pela primeira vez em uma sala de aula. Nascida nas montanhas de Idaho, Estados Unidos, era a caçula de sete irmãos. Guiados
pelo fanatismo do pai, todos estavam sempre se preparando para o fim do mundo, estocando conservas e dormindo com uma mala pronta para o caso de fuga. No verão,
ajudava a mãe, parteira e curandeira, a fazer remédios medicinais. No inverno, coletava sucata com o pai.
Além do sistema de ensino, seu pai também desconfiava dos hospitais, por isso Tara jamais viu um médico durante a infância. Cortes, machucados e até mesmo graves
queimaduras eram todos tratados em casa. A família estava tão isolada da sociedade que não havia ninguém para garantir que as crianças recebessem educação, nem
para intervir nos casos de violência.
No entanto, quando um de seus irmãos conseguiu entrar para a faculdade e retornou com notícias do mundo além da montanha, Tara resolveu tentar um novo tipo de vida.
Aprendeu matemática, gramática e ciências para prestar o vestibular, e foi admitida na Universidade Brigham Young. Sua busca pelo conhecimento a transformou, fazendo-a
atravessar oceanos e continentes, até chegar às universidades de Harvard e Cambridge, na Inglaterra. Foi quando se deu conta de quão longe tinha viajado, e se perguntou
se ainda existiria um caminho de volta para casa.
A menina da montanha é um relato autobiográfico sobre a busca de uma nova identidade. É um conto sobre lealdade familiar e sobre o luto de romper estes laços. Com
a intensa sensibilidade que distingue os grandes escritores, Tara Westover nos oferece uma história universal que resume o sentido da palavra educação: a perspectiva
de ver a vida com novos olhos, e a vontade de mudar.

Livro lido:

Ao Norte da Loucura - Tanya Anne Crosby


Levantando o véu da intimidade de uma grande família sulista em declínio, a autora na lista dos mais vendidos do New York Times, Tanya Anne Crosby, explora as vidas
de Caroline, Augusta e Savannah Aldridge, três irmãs que dividem um passado obscuro e um futuro incerto.

Livro lido:

Entre Quatro Paredes: O casamento perfeito ou a mentira perfeita? - B.A. Paris

Grace é a esposa perfeita.
Ela abriu mão do emprego para se dedicar ao marido e à casa. Agora prepara jantares maravilhosos, cuida do jardim, costura e pinta quadros fantásticos. Grace mal
tem tempo de sentir falta de sua antiga vida.
Ela é casada com Jack, o marido perfeito.
Ele é um advogado especializado em casos de mulheres vítimas de violência e nunca perdeu uma ação no tribunal. Rico, charmoso e bonito, todos se perguntavam por
que havia demorado tanto a se casar.
Os dois formam um casal perfeito.
Eles estão sempre juntos. Grace não comparece a um almoço sem que Jack a acompanhe. Também não tem celular, que ela diz ser uma perda de tempo. E seu e-mail é compartilhado
com Jack, afinal, os dois não guardam segredos um do outro. Parece ser o casamento perfeito. Mas por que Grace não abre a porta quando a campainha toca e não atende
o telefone de casa? E por que há grades na janela do seu quarto?
Às vezes o casamento perfeito é a mentira perfeita.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

SIGNOS E A MATERNIDADE

Veja se você se enquadra nas características principais da maternidade
de seu signo.

A MÃE ARIANA


Uma mãe dinâmica e arrojada, por vezes autoritária e enérgica porém,
apaixonada sem medidas pelos seus filhos; estando sempre inventando
alguma coisa diferente e divertida para entretê-los.



A MÃE TAURINA

Uma mãe nem sempre paciente, mas afetuosa que busca fazer tudo para o
bem estar da prole. Adora o contato físico com seus filhos e vê-los
confortáveis e bem alimentados.



A MÃE GEMINIANA

Uma mãe temperamental e agitada. Comunicativa e alegre adora criar
brincadeiras com seus filhos e incentiva-los a curiosidade e o
desenvolvimento do intelecto; além de procurar conversar com eles de
igual para igual.



A MÃE CANCERIANA

Mãe devotada, a canceriana não mede esforços para manter seus filhos por
perto, mesmo depois de adultos e já com seus próprios filhos. Ela é
muito sensível e impressionável e magoa-se com certa facilidade; precisa
sentir-se peça indispensável na vida de seus filhos.



A MÃE LEONINA

Exigente, porém generosa e benevolente, não há mãe que se orgulhe mais
dos seus filhos. Vê-los crescendo e colocando sua criatividade em ação é
algo que não tem preço para ela. É uma mãe durona e autoritária, que não
deixa de dar as broncas necessárias. Mas é tão protetora com filhos
quanto é uma leoa com sua cria.



A MÃE VIRGINIANA

Perfeccionista, a mãe virginiana busca transmitir valores de trabalho,
organização e disciplina aos seus filhos. E desde cedo procura
incutir-lhes noções de higiene, bons hábitos e cooperação doméstica,
podendo tornar-se um tanto crítica e exigente. Ver seus filhos fazendo
as coisas de forma correta e eficiente é sua maior alegria.



A MÃE LIBRIANA

Elegante e sociável, a mãe libriana vive para manter um clima harmonioso
e agradável no lar. Com ela, seus filhos aprendem, desde cedo, que
comportar-se polida e educadamente é de grande importância.



A MÃE ESCORPIANA

Profunda e perceptiva, a mãe escorpiana é bastante exigente quanto à
educação e encaminhamento na vida dos filhos e tem uma visão de raio X -
o que torna difícil esconderem algo dela, que não hesitará em vasculhar
caixas, gavetas bolsas e carteiras procurando por pistas. É rigorosa,
mas amorosa e protetora, e procura transmitir aos seus filhos valores de
sobrevivência e superação.



A MÃE SAGITARIANA

Expansiva e sempre em movimento, a mãe sagitariana tem o maior orgulho
em ver os filhos tirando boas notas e destacando-se pela inteligência.
Tem gosto em passear com seus filhos e levá-los a conhecer coisas e
lugares novos. Aprecia a leitura e os estimula a devorarem livros, como
ela.



A MÃE CAPRICORNIANA

Autoritária e disciplinadora, a mãe capricorniana segue o tipo
"linha-dura". É bastante exigente, mas tudo isso por conta de preparar
seus filhos para a vida, pois em sua visão, as coisas são conquistadas
com esforço e perseverança. Algumas vezes pode parecer fria em excesso,
mas é devotada a seus filhos e será, para eles, sempre um ponto de
sustentação e segurança.



A MÃE AQUARIANA

Moderna e engajada, a mãe aquariana é um pouco diferente das outras. Não
leva a maternidade ao modo convencional; luta por seus ideais, é cheia
de opiniões e valoriza a liberdade de ser e de estar. Por isso mesmo
concede bastante liberdade e estimula a individualidade em seus filhos.
Mas nem por isso ama menos sua prole. Ela é original e divertida, e é o
tipo de mãe que todo amigo do filho diz desejar possuir.



A MÃE PISCIANA

A mãe pisciana é dedicada e carinhosa. Sensível ao extremo, procura
orientar seus filhos para que estes tenham uma vida melhor que a dela; é
capaz de qualquer sacrifício por eles. Tem uma visão romântica da vida e
uma imaginação poderosa, que nem sempre atua a seu favor - vez por
outra, se entristece por acreditar-se excluída da vida de seus filhos.

* Por Fernando martins

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Para refletir

A GENTE MORRE e fica tudo aí,
os planos a longo prazo e as tarefas de casa,
as dívidas com o banco,
as parcelas do carro novo que a gente comprou pra ter status.
A GENTE MORRE sem sequer guardar as comidas na geladeira,
tudo apodrece, a roupa fica no varal.
A GENTE MORRE, se dissolve e some toda a importância que pensávamos que tínhamos,
a vida continua, as pessoas superam e seguem suas rotinas normalmente.
A GENTE MORRE e todos os grandes problemas que achávamos que tínhamos se transformam em um imenso vazio, não existem problemas.
Os problemas moram dentro de nós.
As coisas têm a energia que colocamos nelas e exercem em nós a influência que permitimos.
A GENTE MORRE e o mundo continua caótico, como se a nossa presença ou ausência não fizesse a menor diferença.
Na verdade, não faz.
Somos pequenos, porém, prepotentes. Vivemos nos esquecendo de que a morte anda sempre à espreita.
A GENTE MORRE, pois é.
É bem assim: Piscou, morreu.
O cachorro é doado e se apega aos novos donos.
Os viúvos se casam novamente, fazem sexo, andam de mãos dadas e vão ao cinema.
A GENTE MORRE e somos rapidamente substituídos no cargo que ocupávamos na empresa.
As coisas que sequer emprestávamos são doadas, algumas jogadas fora.
Quando menos se espera, A GENTE MORRE. Aliás, quem espera morrer?
Se a gente esperasse pela morte, talvez a gente vivesse melhor.
Talvez a gente colocasse nossa melhor roupa hoje, fizesse amor hoje,
talvez a gente comesse a sobremesa antes do almoço.
Talvez a gente esperasse menos dos outros,
se a gente esperasse pela morte, talvez a gente perdoasse mais, risse mais,
saísse a tarde para ver o mar, talvez a gente quisesse mais tempo e menos dinheiro.
Quem sabe, a gente entendesse que não vale a pena se entristecer com as coisas banais,
ouvisse mais música e dançasse mesmo sem saber.
O tempo voa.
A partir do momento que a gente nasce,
começa a viagem veloz com destino ao fim - e ainda há aqueles que vivem com pressa!
Sem se dar o presente de reparar que cada dia a mais é um dia a menos, porque A GENTE MORRE o tempo todo, aos poucos e um pouco mais a cada segundo que passa.
O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO COM O POUCO TEMPO QUE TE RESTA? ????

Autor desconhecido

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Livros lidos

Os Reis Bourbon 1 - J. R. Ward


Por gerações, a família Bradford foi coroada como magnata da capital
mundial da produção de bourbon, no Estado norte-americano de Kentucky.
A fortuna permanente lhes proporcionou prestígio e privilégios - bem
como a divisão de classes, conseguida a duras penas, na vasta
propriedade familiar,
a Easterly. No topo dela, há uma dinastia que, para todos os efeitos,
joga de acordo com as regras da boa sorte e do bom gosto.
Na base, os empregados que trabalham sem parar para manter impecável
a fachada dos Bradford. E nunca os dois lados deverão se encontrar.
Para Lizzie King, a jardineira-chefe, cruzar essa fronteira quase
arruinou sua vida. Apaixonar-se por Tulane, o filho pródigo da
dinastia do bourbon, não foi o que pretendia, nem o que desejava, e o
rompimento amargo só provou que seus instintos estavam certos.
Agora, após dois anos de afastamento, Tulane finalmente retorna para
casa, e traz consigo o passado.
Ninguém sairá ileso: nem a bela e insensível esposa de Tulane; nem
seu irmão mais velho, cuja amargura e rancor desconhecem limites;
tampouco e especialmente o patriarca, um homem de pouca moral, ainda
menos escrúpulos e muitos, muitos segredos terríveis.
Enquanto as tensões familiares - profissionais e particulares -
florescem, Easterly e todos os seus habitantes serão lançados nos
domínios de uma transformação irrevogável, e somente os fortes
sobreviverão.

Os Reis Bourbon 2 - J. R. Ward

Em Charlemont, Kentucky, a família Bradford é a crème de lá crème1 da
alta sociedade, assim como sua marca exclusiva de bourbon.
E suas vidas complicadas e vastas propriedades são administradas por
um pessoal discreto que inevitavelmente se envolve em seus assuntos.
Isto é especialmente verdadeiro agora, quando o aparente suicídio do
patriarca da família está começando a parecer cada vez mais com
assassinato...
Ninguém está acima de suspeita, especialmente o filho mais velho
Bradford, Edward. A hostilidade entre ele e seu pai é conhecida em
toda parte, e ele está ciente de que poderia ser nomeado como
suspeito.
À medida que a investigação sobre a morte se intensifica, ele se
mantém ocupado no fundo de uma garrafa,
bem como, a filha do seu ex-treinador de cavalos. Enquanto isso, o
futuro financeiro da família está nas mãos perfeitamente tratadas de
um rival de negócios, uma mulher que quer Edward para si.
Tudo tem consequências, todos têm segredos. E poucos podem ser
confiáveis. Então, na eminência da morte na família, alguém que
pensava perdido para eles retorna à casa.
Maxwell Bradford chegou a casa.
Mas ele é um salvador... ou o pior de todos os pecadores?

Os Reis Bourbon 3 - J. R. Ward

Primeiro, a morte de William Baldwine, chefe da família Bradford, foi
considerada suicídio.
Mas então, seu filho mais velho e inimigo jurado, Edward, avançou e
confessou que era, de fato, um assassinato.
Agora, sob custódia policial, Edward não lamenta a desintegração de
sua família ou a perda da liberdade, apenas a mulher que deixou para
trás.
Seu amor, Sutton Smythe, é a única pessoa com quem ele realmente se
importou, mas ela é a Diretora Presidenta da maior concorrente da
Bradford Bourbon Company,
qualquer relação entre eles é impossível. E então há a realidade da
prisão que Edward enfrenta.
Lane Baldwine deveria permanecer no seu papel de playboy, sempre na
sombra de seu irmão mais velho, Edward.
Em vez disso, ele se tornou o novo chefe da família e da empresa.
Convencido de que Edward está encobrindo outra pessoa, Lane e seu
verdadeiro amor, Lizzie King, seguem a trilha de um assassino, apenas
para descobrir o segredo que é tão devastador como é a mudança de
jogo.
Enquanto Lane se apressa para descobrir a verdade, e Sutton fica
irresistivelmente atraída por Edward, apesar de suas circunstâncias,
as vidas de todos em Easterly nunca mais serão as mesmas.
Para alguns, isso é bom, para outros, pode ser uma tragédia além da
imaginação. Apenas uma coisa é certa:
o amor sobrevive a todas as coisas, Mesmo o assassinato.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Filme que assisti, adorei!

Um Homem de Família

Sinopse:

Dane Jensen (Gerard Butler), um implacavél headhunter corporativo de Chicago, está disputando com uma colega de trabalho (Alison Brie) a chance de substituir o
chefe da empresa (Willem Dafoe), prestes a se aposentar. Ele é o favorito, mas ainda assim precisa bater as metas nos últimos três meses do ano. Enquanto a rivalidade


atinge níveis extremos, no entanto, uma tragédia familiar faz com que ele coloque na balança suas prioridades.

sábado, 20 de outubro de 2018

Livro lido

A teia - Jonathan Kellerman

Adorei, muito bom!

Três meses no paraíso com as despesas pagas...
Convidado pelo dr. Woodrow wilson Moreland para trabalhar com ele e se
hospedar em sua casa em Aruk, uma pequena ilha do Pacífico, o
psicoterapeuta Alex Delaware acha que vai encontrar um pouco de paz e
tranquilidade e parte rumo ao desconhecido com sua companheira, Robim
Castagna.
Mas o que prometia ser uma viagem de sonhos revela-se um pesadelo...
Hóspedes mas do que suspeitos, assustadores visitantes noturnos, fatos
sinistros, será que tudo isto tem alguma relação com o misterioso
assassinato de uma jovem cujo corpo foi encontrado na praia mutilado e
com indicios de canibalismo seis meses antes?
E o esquivo dr. Moreland, um suspeito médico e filantropo:
Estaria ele escondendo alguma coisa?
Enquanto investiga - com uma pequena ajuda a distancia do detetive
Milo Sturgis, seu amigo que trabalha para a polícia de Los Angeles,
Alex comessa a acreditar que a resposta esta escondida em algum lugar
da vasta propriedade de Moreland.
Mas quando finalmente descobre a verdade, a revelação é mais chocante
do que poderia imaginar. E surge tarde demais para conter a onda de
violência que ameassa tanto culpados quanto inocentes na deslumbrante
ilha perdida de Aruk.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

DEFICIÊNCIAS

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as
imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter
consciência de que é dono do seu destino.
.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de
miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou
o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer
garantir seus tostões no fim do mês.
.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás
da máscara da hipocrisia.
.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam
de sua ajuda.
.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

MARIO QUINTANA

Livros lidos

Amor fatal - Jonathan Kellerman

Mais uma obra em que o brilhante romancista Jonathan Kellerman mescla a
ciência da psicologia com a arte da ficção, tem como pano de fundo um assassinato: Donald
Dell Wallacc mata a ex-mulher, é preso e entra com uma petição para poder ver as filhas,
agora sob os cuidados da avó materna. O psicoterapeuta Alex Delaware, consultor da
polícia, é encarregado de avaliar se as meninas têm condições psicológicas de ver o pai.
Fatos incomuns passam a acontecer com Alex: ele recebe por correspondência uma fita
cassete reproduzindo os gritos de dor de um homem que parece estar sendo torturado e um
estranho canto com uma voz de criança desprovida de emoção. Associa, então, a fita a
Donald Dell, julgando que ele está tentando intimidá-lo.
Para Alex, a fita é a primeira evidência de que passará a viver um pesadelo. Outras logo se
seguem: um telefonema em que gargalhadas perturbadoras ecoam antes de a ligação
subitamente cair e um assombroso ato de transgressão e vandalismo. Ele se torna alvo de
ameaças e intimidações cuidadosamente orquestradas... Rapidamente a intimidação se
transforma em terror insano.

SANGUE DO MEU SANGUE - JONATHAN KELLERMAN


O consagrado mestre do tbriller psicológico Jonathan Kellerman apresenta
seu trabalho mais fascinante e memorável: o assassinato brutal de uma
jovem problemática e esquiva obriga o inteligente psicólogo-detetive Alex
Delaware a enfrentar sua própria falibilidade.
Lauren Teague é uma adolescente bonita e rebelde, à beira da delinqüência,
quando seus pais a levam ao consultório de Alex. Mas, apesar da habilidade
e do empenho dele, Lauren resiste, e a contragosto o psicólogo a incluiu
no rol dos inevitáveis fracassos em sua carreira. No entanto, anos depois,
quando Alex tem um encontro desconcertante com Lauren, ambos, terapeuta e
paciente, sentem muita vergonha do passado. Um tempo depois, o cadáver
brutalizado de Lauren é encontrado num beco. E, sem dar importância aos
conselhos de seu leal amigo Milo Sturgis, investigador da polícia de Los Angeles, Alex
põe em risco seu relacionamento com a namorada Robin Castagna para perseguir o
assassino de Lauren.
Ao investigar o conturbado passado da jovem, ele penetra o mundo sombrio das
experiências psicológicas marginais e se envolve com a indústria do sexo,
arriscando perder a própria vida.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Livro lido

Doutor morte - Jonathan Kellerman

O que leva um médico a praticar a eutanásia? Quais são seus valores, seus
pensamentos, suas idéias? Uma pessoa tem o direito de tirar a vida da outra
assim, tão friamente? Essas são algumas das questões que vêm à tona quando Eldon Mate,
médico conhecido como Doutor Morte por praticar a eutanásia, é encontrado morto
no interior
da van que utilizava como local seguro para a última 'viagem' de seus pacientes.
O corpo apresenta sinais explícitos de tortura e crueldade e, por mórbida ironia
do assassino, é ligado ao 'Humanitron', a polêmica "máquina da morte".
O veterano detetive do departamento de homicídios da polícia de Los Angeles,
Milo Sturgis, é então chamado ao local do crime e começa a trabalhar no caso com
a ajuda do psicólogo Alex Delaware. No entanto, durante a busca pelo assassino,
que continua a matar sem piedade, surge entre os dois um sério conflito de
interesses:
Alex tem pacientes que estão diretamente ligados ao crime, o que faz com que ele
fique dividido entre compartilhar e omitir as informações obtidas no consultório
com Milo. A investigação toma um rumo totalmente inesperado, e a longa lista de
suspeitos passa a incluir parentes de pacientes do médico, um violento psicopata
e até o próprio filho de Mate...
Afinal, quem matou o Doutor Morte? Por que ele foi assassinado? Essas questões
não podem ser esclarecidas antes que uma outra, mais complexa e crucial - talvez
a chave para a solução do crime, seja resolvida: o Doutor Morte aliviava o
sofrimento alheio ou simplesmente carregaria um instinto assassino?

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Livro lido

A Clinica - Jonathan Kellerman

"Os escritores de mistério costumam ser conhecidos por criar ou tramas sensacionais ou
personagens verossímeis. Kellerman se destaca por fazer as duas coisas. E de maneira
magistral."
(USA Today )
Em uma rua tranquila e arborizada de um dos bairros mais seguros de Los Angeles, a poucos
metros de sua casa, uma famosa escritora é encontrada morta, esfaqueada.
Hope Devane era uma mulher bem-sucedida. Professora de psicologia com um Currículo
acadêmico admirável, ganhou fama com a publicação de um best-seller feminista que causou
controvérsia, por sua crítica aos homens. Três Meses depois de sua morte, a polícia sequer se
aproxima de uma solução. Recém-encarregado do caso, o detetive Milo Sturgis também não
encontra pistas e pede ajuda a um velho amigo, o psicoterapeuta Alex Delaware. Para os dois
homens, a maneira fria e calculista como Hope Devane foi assassinada sugere uma
premeditação estimulada pelo ódio... uma execução. O motivo eles procuram abrindo um a um
os compartimentos mais íntimos da vida da psicóloga: seu casamento, o trabalho escuso para
uma clínica em Beverly Hills, o Comitê de Conduta que presidia com mão de ferro na
universidade e sua desconcertante ligação com outra vítima de assassinato. Mas é quando
mergulha na infância de Devane que Alex Delaware começa a compreender a mulher
formidável que ela foi... e os laços que emaranharam sua vida até o terrível ato de traição que a
encerrou.

Livro lido

A Mulher do Meu Marido - Jane Corry

Quando Lily, uma advogada em início de carreira, se casa com Ed, um pintor frustrado, ela está disposta a deixar os segredos do passado para trás. Lily vê no casamento
a chance de recomeçar, mas não consegue deixar de se perguntar se o marido superou mesmo o rompimento com a ex-noiva. À frente de seu primeiro grande caso, ela
tem de dividir seu tempo entre o marido, que vive uma péssima fase profissional, e seu cliente, um homem condenado pelo assassinato da namorada e por quem talvez
esteja disposta a arriscar tudo. Mas será que ele é mesmo inocente? E quem é ela para julgá-lo? Mas a advogada não é a única que esconde algo.
Carla, sua vizinha de anos, conhece o poder de um segredo. A pequena imigrante italiana sofre por não ter pai, é vítima de bullying na escola e vive com o pouco
dinheiro que a mãe ganha. Mas ela sabe que bons segredos podem comprar qualquer coisa. Principalmente os segredos do amante de sua bela mãe. A menina esperta, observadora
e que compreende muito mais coisas que os adultos possam imaginar logo conquista a simpatia do casal de vizinhos, com quem passa quase todos os domingos. Para Lily,
Carla é a desculpa perfeita para eles não pensarem nos próprios problemas. Para Ed, Carla vira a inspiração para um novo quadro.
Uma década depois, quando Lily - agora uma advogada respeitada e bem-sucedida - e Carla - uma bela mulher que, quando menina foi o modelo da obra prima de Ed -
se reencontram, uma série de coisas estranhas começa acontecer, e nenhuma delas pode imaginar o trágico desfecho dessa história.

sábado, 6 de outubro de 2018

Livro lido

Que Tipo de Mãe é Você? - Paula Daly

Um thriller intenso e perturbador sobre traições e humilhações da vida doméstica.
A vida de Lisa Kallisto, uma atarefada mãe de três filhos, vira de cabeça para baixo com o desaparecimento de Lucinda, 13 anos, filha de sua melhor amiga. Era Lisa
quem deveria estar tomando conta da garota no momento do sumiço, mas por conta de um dia estressante, ela se esqueceu de buscá-la na escola. Só que Lucinda não
é a primeira adolescente a sumir recentemente na pequena cidade, e, conforme vai desvendando mistérios relacionados ao desaparecimento da garota, Lisa começa a
descobrir que sua pacata comunidade não é bem o que ela pensou que fosse... E que suas amigas também não são quem aparentam.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Livro lido

Meu Querido Meio Irmão - Penelope Ward


Não é normal desejarmos alguém que nos atormenta. Quando meu meio-irmão, Elec, se mudou para nossa casa, eu não estava preparada para lidar com um cara tão idiota.
Odiei o fato de ele ter descontado sua raiva em mim porque não queria estar aqui. Odiei ele ter trazido garotas da escola para seu quarto. Mas o que mais odiei
foi o modo indesejável que meu corpo reagia a ele.
A princípio, pensei que tudo o que ele tinha a seu favor era o corpo musculoso e tatuado e o rosto perfeito. Mas as coisas começaram a mudar entre nós, e tudo teve
um desfecho em uma noite inesquecível. No entanto, do mesmo modo que Elec entrou na minha vida, logo voltou para a Califórnia. Passaram-se anos desde a última vez
que o vi. Quando a tragédia atingiu nossa família, tive que encará-lo novamente. E, diabos, o adolescente que me deixou louca se tornou o homem que destruiu o resto
de sanidade que havia em mim. Senti que meu coração estava prestes a ser partido. De novo.

livro lido

Implante - F. Paul Wilson

O cirurgião plástico Duncan Lathram é o queridinho dos ricos e poderosos de Washington. Entre seus pacientes estão influentes senadores e deputados federais – ávidos
por uma boa imagem e pelo tratamento revolucionário do médico, que utiliza implantes enzimáticos para acelerar a cicatrização dos cortes cirúrgicos.
Mas estranhos acidentes começam a acontecer, despertando a atenção da médica Gina Panzella.
A curiosidade se transforma em suspeita e medo, e ela logo percebe que os implantes não eram tão inofensivos como deveriam ser.
Agora, Gina tem pouco tempo para descobrir toda a verdade. Um suspense médico de arrepiar os cabelos.

Livro lido

A Casa Assombrada - John Boyne

Eliza Caine tem 21 anos e acaba de perder o pai. Totalmente sozinha e sem dinheiro suficiente para pagar o aluguel na cidade, ela se depara com o anúncio de um
tal H. Bennet. Ele busca uma governanta para se dedicar aos cuidados e à educação das crianças de Gaudlin Hall, uma propriedade no condado de Norfolk – sem, no
entanto, mencionar quantas são, quantos anos têm ou dar quaisquer outras explicações. Assim, ela larga o emprego de professora numa escola para meninas e ruma para
o interior. Chegando a Gaudlin Hall, Eliza se surpreende ao encontrar apenas Isabella, uma menina que parece inteligente demais para sua idade, e Eustace, seu adorável
irmão de oito anos. Os pais das crianças não estão lá. Não se veem criados. Ela logo constata que não há nenhum outro adulto na propriedade, e a identidade de H.
Bennet permanece um mistério. A governanta recém-contratada busca informações com as pessoas do vilarejo, mas todos a evitam. Nesse meio-tempo, fica intrigada com
janelas que se fecham sem explicação, cortinas que se movem sozinhas e ventos desproporcionais soprando pela propriedade. E então coisas realmente assustadoras
começam a acontecer.

Livro lido

Morte Na Lua de Mel - Jaden Skye


Na costa acidentada e selvagem do leste de Barbados, Cindy e Clint estão desfrutando a lua de mel dos seus sonhos, quando o paraíso rapidamente se transforma em
inferno. Cindy perde seu amado, afogado em um acidente no oceano. A polícia local rapidamente declara tudo como um acidente, insistindo que seu marido fora pego
por uma correnteza súbita. Mas Cindy, completamente sozinha, não está convencida.
Cindy deve retornar a sua casa em Nova York, agora vazia, e enfrentar seus sogros, que nunca quiseram que Clint se casasse com ela e que fizeram de tudo para tornar
seu noivado e casamento um inferno. Ela precisa enfrentar todas essas calúnias, fofocas e acusações não ditas, enquanto tenta lidar com seu próprio sofrimento e
ter clareza sobre o que realmente aconteceu com Clint.
Cindy recebe pelo correio uma foto anônima de uma mulher que ela nunca conheceu, endereçada a Clint. Enquanto Cindy tenta desvendar a misteriosa fotografia, ela
investiga mais fundo os e-mails e arquivos de seu marido e percebe quantos segredos ele havia escondido em seu passado. Ela percebe que não conhecia de verdade
o homem que amava. E se dá conta de que Clint fora assassinado.
Ela vai mais fundo, descobrindo tudo sobre a grande empresa de Clint, a DGB oil e, ao descobrir informações que não deveria, ela vai longe demais. Logo, sua própria
vida está em perigo. Na corrida, ela percebe que a única maneira de obter respostas e salvar sua própria vida é voltar para onde tudo começou: Barbados. Enquanto
ela se dirige ao lado obscuro da ilha, no coração das aldeias locais, ela fica chocada ao descobrir o que realmente aconteceu com seu marido em sua lua de mel.
Mas, a essa altura, pode ser tarde demais.

Livro lido

O JOGO DA MORTE - Ursula Poznanski

Em uma escola de Londres, Erebos, um misterioso jogo de computador, é a nova sensação entre os alunos. Cópias piratas circulam
de forma clandestina, aumentando assim o número de fãs e a mística do game. Mas as regras de Erebos são extremamente rígidas. Cada pessoa tem apenas uma oportunidade
e deve jogar sempre sozinha, não comentando com ninguém.
Quem viola essas instruções ou deixa de cumprir suas missões é eliminado e não pode iniciar outro jogo. O mais estranho, no entanto, é que Erebos impõe missões
a serem realizadas não no mundo virtual, e sim no real. Como se não bastasse, Erebos parece saber bastante sobre seus jogadores e começa a manipular suas vidas.
Logo, chega a vez de Nick receber sua cópia. Aos 16 anos, o rapaz se torna obcecado pelo game. Até que recebe uma ordem impensável. Ao se recusar, o menino é banido.
E passa a tentar descobrir mais sobre Erebos, em um outro, mas nem por isso menos perigoso, jogo de gato e rato.
Ficção e realidade se confundem de maneira intrigante. Quem será o vencedor?

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Você vive de aparências?

Hoje, infelizmente, vivemos mais na era do aparentar, que do ser. Muitos
ainda sentem necessidade de mostrar uma imagem ao mundo que não
corresponde ao seu eu real.

Isto acontece porque o ego tem horror de manifestar qualquer tipo de
fraqueza, já que o sucesso e o reconhecimento são tidos como troféus,
aos quais somente os fortes e infalíveis têm direito.

Portanto, admitir alguma fragilidade é considerar-se um fracasso. Mas,
ao contrário do que imaginamos, ser capaz de superar uma suposta derrota
constitui grande virtude.

Digo suposta, porque a realidade da vida é que nem sempre os nossos
anseios serão satisfeitos. Às vezes, o que rotulamos como fracasso é
somente um acontecimento, cuja probabilidade de sucesso ainda não estava
plenamente madura.

Se levarmos em conta os ensinamentos contidos no I Ching, o livro das
mutações, aprenderemos que tudo na natureza tem o tempo certo para
florescer.

E, enquanto as condições ideais para que isto aconteça não estiverem
reunidas, nada se materializará. O que na maior parte das vezes, não
está em nossas mãos determinar.

Então, é importante analisar com isenção cada circunstância da vida,
para que evitemos experimentar o sentimento de inferioridade e, para
compensá-lo, nos transformemos num personagem.

Demonstrar a verdade sobre quem somos, sem a preocupação em negar nossas
fases menos gloriosas, é sinal de uma vida onde a sabedoria e a
maturidade começam a predominar.

Quanto mais autênticos pudermos ser, maiores serão as chances de que o
reconhecimento de nossas virtudes e habilidades aconteça. Porém, antes
que ele nos seja concedido pelo mundo, é essencial que exista
primordialmente, dentro de nós.

por Elisabeth Cavalcante

Livros lidos

Li e amei de paixão, são ótimos!

Virgínia C. Andrews - A SAGA DOS FOXWORTH 1 - O Jardim dos Esquecidos
Virgínia C. Andrews - A SAGA DOS FOXWORTH 2 - Pétalas Ao Vento
Virgínia C. Andrews - a saga dos foxworth 3 - os espinhos do mal
Virgínia C. Andrews - A Saga dos Foxworth 4 - Sementes do Passado
Virgínia C. Andrews - A SAGA DOS FOXWORTH 5-Jardim das Sombras

Minissérie que acabei de assistir

Assédio

Inspirado no livro "A Clínica: A farsa e os crimes de Roger Abdelmassih", de Vicente Vilardaga, o seriado conta a história de mulheres que sofreram abusos sexuais
cometidos por um médico bem-sucedido.
O médico da trama é Roger Sadala, interpretado por Antonio Calloni.
O personagem é baseado em Roger Abdelmassih, condenado por estuprar pacientes em seu consultório em São Paulo entre 1994 e 2007.
O ex-médico especialista em reprodução humana, um dos pioneiros da fertilização in vitro no Brasil, foi condenado a 181 anos de prisão por 48 estupros de 37 pacientes.

Basiado em fatos reais

Gostei muito.

Livro lido

Vampirismo - O Assédio Invisível - Maria Aparecida Caboclo



Distantes da Transilvânia, região histórica da Europa Central onde residia o lendário conde Drácula, os vampiros da atualidade encontram-se, muitas vezes, bem próximos
de nós. Com a intenção de auxiliar o leitor a identificar sua presença - e livrar-se deles, classifiquei alguns tipos da espécie, os mais comuns, mas altamente
perigosos. São causadores dos mais diversos problemas, mas somente atacam aqueles que, igualmente, apresentam, ainda que adormecidas no íntimo, as mesmas características
que lhes definem o caráter. Sal grosso, alho, água-benta, talismãs, cruzes, velas, incensos, são recursos inúteis contra eles. Estaca no coração, nem pensar! Estes,
aos quais nos referimos, são criaturas semelhantes a nós, "encarnados", infiltrados entre aqueles com os quais convivemos. Alguns se apresentam como amigos, fãs,
admiradores e até na condição de fiéis colaboradores. Cuidado: são vampiros disfarçados, que trocaram a capa preta por roupas comuns, preocupados apenas em sugar
energias e nos influenciar, a favor deles, é claro.

Livro lido

Uma Casa No Fundo de Um Lago - Josh Malerman

O novo livro do autor do best-seller Caixa de Pássaros.
James e Amélia têm dezessete anos. Em comum, além da idade, têm o fato de estarem um a fim do outro e de serem tomados pelo nervosismo quando James chama Amélia
para sair. Mas tudo parece perfeito para um primeiro encontro: um passeio de canoa pelos lagos, levando um cooler cheio de sanduíches e cervejas.
À medida que se aprofundam na exploração, os dois chegam a um lago escondido e encontram algo impressionante debaixo d'água. Um lugar perigosamente mágico: uma
casa de dois andares com tudo que tem direito — móveis, um jardim, uma piscina e uma porta da frente, que está aberta.
Enquanto, fascinados, vasculham o imóvel e tentam passar uma boa impressão para o outro, cresce o medo. Será que um local misterioso como aquele esconde alguém
— ou algo — vivo? Uma coisa é certa: depois de mergulhar nos mistérios da casa no fundo do lago, a vida deles jamais voltará a ser a mesma.

Livro lido

Seita - O dia em que entrei para um culto religioso - Paula Picarelli
Do idealismo libertário ao completo desencanto: uma história sobre mecanismos de manipulação e algumas doses de ayahuasca.
Fui vítima de pelo menos duas ameaças de morte. Fico em dúvida do número exato, porque as ameaças eram disfarçadas de "lições e ensinamentos". Numa dessas vezes,
me disseram que o trabalho que estávamos fazendo era muito parecido ao realizado lá atrás, na Grécia Antiga. Naquele tempo, quem participasse de algo assim e saísse,
ou contasse a alguém sobre o que era feito e discutido ali, era morto. Morto pelos deuses, pelas entidades enviadas por um deus... nesse caso, Dionísio.
As pessoas acreditam em muitas ficções. Por que acreditam em umas e não em outras é uma coisa que me intriga muito. Mas de uma coisa eu tenho certeza: é mais fácil
embarcar numa história mirabolante se você estiver sob o efeito de uma bebida alucinógena.
Eu era uma atriz promissora. Paula. Outra Paula, Paulinha. Meu livro é um relato – ficcional – de como me envolvi em um novo culto religioso, o Portal da Divina
Luz. Posso dizer que as pessoas entram numa seita por várias razões. Mas todas saem pelos mesmos motivos.

Livro lido

O Quinto Mandamento - Caso Von Richthofen - Ilana Casoy


Honrar pai e mãe é o quinto mandamento bíblico, e desrespeitá-lo é inaceitável para a grande maioria das pessoas. O que levaria, então, uma aplicada jovem estudante
de Direito, rica e bonita, a planejar o assassinato de seus pais e participar de cada etapa da elaboração do crime, prosseguindo, sem hesitar, até a aterrorizante
noite fatal? O que faz o namorado dela, um rapaz também aparentemente "normal", encabeçar o plano com a ajuda do irmão? Com faro de detetive e talento de romantista,
Ilana Casoy segue passo a passo os bastidores desse crime desconcertante, desde sua execução até a confissão final. Ela mostra o comportamento dos assassinos –
que em pouco mais de uma semna passaram de vítimas a acusados -, os depoimentos da família e o trabalho quase sem precedentes na história da polícia, recolhe prova
por prova na busca pela verdade.

Livro lido

Caramba, esse foi demais, adrenalina pura, ameiiiiiiiiiiiiii!





Edifícil & Lorraine Warren - Lugar Sombrio

O casal de investigadores paranormais favorito dos darksiders está de volta. Depois do grande sucesso de Ed & Lorraine Warren: Demonologistas, a DarkSide Books
reabre seus Arquivos Sobrenaturais para desenterrar um dos casos mais assustadores dos últimos 30 anos. Descubra a verdadeira história por trás do exorcismo de
Connecticut em Ed & Lorraine Warren: Lugar Sombrio. Mesmo quem tem medo do assunto certamente já ouviu falar deles. Seus casos mais famosos, como os de Amityville,
Rhode Island e de Enfield, por exemplo, foram adaptados para o cinema. Até mesmo a endiabrada Annabelle está no currículo de assombrações, poltergeists e espíritos
obsessores enfrentados pelo casal Warren. Claro, a boneca legítima faz parte da coleção que Lorraine, hoje com 90 anos, mantém em casa. Ed & Lorraine Warren: Lugar
Sombrio é o relato meticuloso dos fenômenos que infernizaram a vida de um casal norte-americano após sua mudança para uma antiga casa em que havia funcionado uma
funerária anos antes. O exorcismo de Connecticut ganhou notoriedade na mídia norte-americana na época. Em 2009, a história serviu de inspiração para o filme Evocando
Espíritos, de Peter Cornwell, que usou Ed & Lorraine Warren: Lugar Sombrio como principal fonte de pesquisa. Nos fóruns da internet, os fãs e a mídia especializada
apostam que James Wan (Annabelle, Jogos Mortais) também vai contar sua visão dessa mesma história em breve, no aguarda do Invocação do Mal 3.

Livro lido

A PRINCESA DE GELO [Patrick Hedström #01]

Autor: Camilla Läckberg

De regresso à cidadezinha onde nasceu depois da morte dos pais, a escritora Erica Falk encontra uma comunidade à beira da tragédia. A morte da sua amiga
de infância, Alex, é só o princípio do que está para vir. Com os pulsos cortados e o corpo mergulhado na água congelada da banheira, tudo leva a crer que Alex se
suicidou. Erica, que não a via desde a infância, vê-se de repente no centro dos acontecimentos e ao mesmo tempo, Patrik Hedström, que investiga o caso, começa a
perceber que as coisas nem sempre são o que parecem. Mas só quando ambos começam a trabalhar juntos é que vem a verdade sobre aquela cidadezinha com um passado
profundamente perturbador.

Livro lido

Boo: Minha Vida Após a Morte - Neil Smith

Oliver Dalrymple é o típico looser americano: aos 13 anos, magro e pálido como um fantasma, está mais interessado em biologia e química do que em esportes e vida
social. Um dia, enquanto se recupera de um dos frequentes episódios de bullying de que é vítima recitando a tabela periódica em frente a seu armário, ele desfalece
para sempre. E é aí que sua verdadeira vida começa. O céu onde Oliver acorda depois do que acredita ter sido uma parada cardíaca em função de um problema congênito
chama-se Cidade e é povoado por pessoas que morreram aos 13 anos, como ele e seu colega de escola Johnny Henzel, que chega dias depois de Boo à Cidade, trazendo
notícias perturbadoras sobre a causa da morte deles. Notícias que mudam para sempre a percepção de Oliver Boo sobre sua personalidade e seu lugar no mundo. Elogiado
pela crítica e adorado pelos leitores, Boo é um romance cativante sobre amizade, confiança, bullying e a difícil tarefa de ser adolescente.

Interessante, gostei!

Livro lido

Esse já li a alguntempo e adorei, é otimoooooooooooooooooooooooo!

A assombração da Casa da Colina - Shirley Jackson


Considerada uma das melhores histórias de terror do século XX, a A assombração da Casa da Colina promete calafrios aos seus leitores. Vista por mestres como Stephen
King e Neil Gaiman como a rainha do terror, Shirley Jackson entrega um livro perturbador sobre a relação entre a loucura e o sobrenatural. Sozinha no mundo, Eleanor
fica encantada ao receber uma carta do dr. Montague convidando-a para passar um tempo na Casa da Colina, um local conhecido por suas manifestações fantasmagóricas.
O mesmo convite é feito a Theodora, uma alma artística e "sensitiva", e a Luke, o herdeiro da mansão. Mas o que começa como uma exploração bem-humorada de um mito
inocente se transforma em uma viagem para os piores pesadelos de seus moradores. Com o tempo, fica cada vez mais claro que a vida, e a sanidade, de todos está em
risco. "A história de casa mal-assombrada mais próxima da perfeição que eu já li." — Stephen King

sábado, 28 de julho de 2018

As consequências do aborto não dizem respeito somente ao Espirito reencarnante, mas também a futura mâe.

As consequências do aborto não dizem respeito somente ao Espirito reencarnante, mas também a futura mâe.

Seu ato imprudente provoca desajustes espirituais que a situam em
estado de pertubaçao latente,
marcada pela inquietação, e mais cedo ou mais tarde se refletirá
no corpo físico, na forma de enfermidades e limitações que tenderão a
fixar-se nos órgãos correspondentes à natureza de seu crime.
Esterelidade, fibromas, tumores, infecções renitentes e disfunções
genitais representarão o resgate a longo prazo de dívidas sérias
contraídas perante a Justiça Divina ao eliminar o filho que trazia em
seu ventre.

Richard Simonetti

sexta-feira, 16 de março de 2018

Relacionamentos abusivos

O que caracteriza um relacionamento abusivo? Ou o que é um
relacionamento abusivo?

Será possível ter UMA resposta? Ou será que se escrevermos aqui alguns
comportamentos como agressão física, verbal, emocional, humilhação,
entre outros, e houver a identificação de 3 ou mais, pode-se afirmar com
certeza que há um relacionamento abusivo?

Quem é o responsável por um relacionamento assim? Será uma questão de
gênero? 

Talvez este artigo seja escrito apenas por questões, não sei ao certo
qual será o fim dele, mas penso que este tema é particular demais para
me arriscar em respostas certas, rápidas, simples ou generalistas.
Porque o que é abusivo para mim, pode não ser para você. O que é
violência para mim, pode não ser para a minha vizinha.

Sim, eu sei que tapas, socos, gritos e muitas outras atitudes não são
legais! No entanto são coisas comuns para muitas pessoas e são como elas
sabem se relacionar. Ok! Eu também acho que é preciso rever esse saber,
mas não acredito que seja por meio de CERTO e ERRADO que será possível a
desconstrução de padrões vividos, muitas vezes, por gerações.

Há que se acolher quem se permite ser abusado, para só então propiciar a
construção de questões legítimas e norteadoras de outro saber viver. O
que quero dizer com isso, é que não basta criticar quem apanha ou quem
bate, é preciso ver e ouvir o que está por trás desse ato ou dessa
submissão. É preciso criar um espaço para que os autores desses atos se
percebam nesse papel, porque enquanto a implicação não for interna e só
vier de zum-zum-zum de amigos, parentes ou conhecidos, pode-se até
trocar de parceiros, mas “curiosamente” os abusos retornarão.


Talvez um percurso interessante seja levantar questões para despertar a
percepção de como cada um de nós nos tratamos. Como você se olha no
espelho? Com gentileza no olhar e buscando suas belezas? Ou apenas
enxergando imperfeições?

Como você se toca? Seja no banho, enquanto se troca e/ou durante o dia.
Você conhece a textura da sua pele? Há carinho neste momento ou apenas
movimentos automáticos e mecânicos cumprindo uma função higiênica e
social?

Como você reage frente aos seus erros e limitações? É autocrítica demais
ou benevolente demais? Analisa os seus atos ou age impulsivamente? É
bem-humorada no dia a dia ou sempre leva tudo muito a sério?

Enfim, como você se trata?

O primeiro relacionamento abusivo que precisamos perceber e querer
mudar, é o que temos com nós mesmos, diante de maus-tratos próprios será
difícil não permitir os abusos que vêm de fora.

Um outro possível caminho, mas que está entrelaçado com o saber como
você se trata, é revisitar sua história e buscar por memórias de abusos
entre familiares, como tios, tias, avós, avôs, entre seus pais, entre
você e seus pais. É permitir-se relembrar momentos que talvez não tenham
sido agradáveis, mas marcaram a forma como você se relaciona com você
mesmo e com o outro.

Voltemos então para as primeiras perguntas deste texto: O que
caracteriza um relacionamento abusivo? Ou o que é um relacionamento
abusivo?

De alguma maneira, acredito que todos saibamos respondê-las, seja
através de respostas prontas e carregadas de pré-conceitos ou de
respostas sinceras, doloridas e incômodas. Talvez, essas duas perguntas
sejam as menos importantes, porém as mais feitas, porque saber o que
caracteriza ou o que é um relacionamento abusivo pode vir carregado
apenas de teorias vazias e de senso comum.

Eu prefiro inverter e reduzi-las em apenas uma: O relacionamento que
você tem com você mesmo é abusivo?

Escrito por Juliana Meyer Luzio

terça-feira, 13 de março de 2018

Muito bom saber, adorei!!!

O SUS (Sistema Único de Saúde) vai passar a oferecer dez novas terapias
alternativas . Foram incluídas práticas como aromaterapia, cromoterapia,
hipnoterapia e terapia de florais.

Na lista há também tratamentos menos conhecidos, como constelação
familiar, técnica de representação espacial das relações familiares que
permite identificar bloqueios emocionais de gerações ou membros da
família, e imposição de mãos, descrita pelo ministério da Saúde como
"cura pela imposição das mãos próximo ao corpo da pessoa para
transferência de energia para o paciente".

O efeito, diz a pasta, é promover bem-estar e diminuir o estresse e a
ansiedade. Baseadas em conhecimentos tradicionais, práticas como essas
têm sido adotadas com maior frequência em unidades da rede pública de
saúde.

Com a ampliação, anunciada nesta segunda-feira (12), serão 29 práticas
desse tipo disponíveis para os pacientes. No SUS, são chamadas de
"práticas integrativas" ou "complementares" à medicina convencional.
Cabe às unidades de saúde municipais e estaduais decidir se adotam ou
não os tratamentos. 88% deles são oferecidos na rede de atenção básica.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

É como fala uma amiga minha: Muitas vezes o preconceito começa dentro de casa na própria família.

POR QUE TEMEMOS AOS CEGOS? (BRISTOL, R.I)

Há alguns anos, quando mencionei a uma mulher que

conheci em uma festa que dava aulas emu uma escola para cegos, ela pareceu confundida. "Posso fazer-te uma pergunta?" - Disse. "Como falas com teus alunos?" Expliquei-lhe
que os estudantes eram cegos, não surdos. Levantando as palmas de suas mãos para mim, como para frisar ainda mais a incompreensão, ela disse: "Sim, sei que não
são surdos. Mas o que realmente quero dizer é: realmente falas com eles?" Eu sabia, porque me havia sido feita esta pergunta antes por pessoas razoavelmente inteligentes,
que a mulher não sabia exatamente o que queria dizer. O único que sabia era que em sua mente existia uma barreira intelectual substancial entre os cegos e os videntes.
Os cegos podiam ouvir, sim. Mas podem entender corretamente? Ao longo da história e em todas as culturas, os cegos têm sido denegridos por uma série de mitologias
como esta. Têm sido percebidos de várias maneiras como idiotas lamentáveis, incapazes de aprender, como mestres engenhosos do engano, ou como místicos possuídos
de poderes sobrenaturais. Um dos mitos mais persistentes sobre a cegueira é que ela é uma maldição de Deus pelas faltas cometidas numa vida passada, que encobre
o cego na escuridão espiritual e o faz não só perigoso, e ainda malvado. A maioria dos estudantes cegos no Instituto Internacional de Empreendedores presa (International
Institute for Social Entrepreneurs), em Trivandrum (Índia), uma filial da Braille sem Fronteiras, veio do mundo em desenvolvimento: Vieram de Madagascar, Colômbia,
Tibete, Libéria, Gana, Quênia, Nepal e da Índia. Um de meus alunos, de 27 anos de idade, Sahr, perdeu a maior parte de sua vista em decorrência do sarampo, quando
era um menino. (Como muitos meninos das zonas rurais da África Ocidental, Sahr não havia sido vacinado.) Os residentes da aldeia de Sahr estavam seguros de que
sua cegueira, sem dúvida, era o resultado de bruxaria ou de ações imorais por parte de sua família, e poderia afetar negativamente a toda a aldeia. Rodearam sua
casa e gritaram ameaças e abusos. Confiscaram uma parte considerável da terra de seus pais. Com o tempo, os anciãos decretaram que o pai de Sahr deveria levar o
menino à selva, "onde vivem os demônios, e abandoná-lo ali". Os pais se negaram e fugiram da aldeia com seu filho. Muitos de meus alunos tiveram experiências similares.
Os pais de Marco, devotos católicos colombianos, rogaram a um sacerdote que rezasse uma missa para que seu pequeno filho cego morresse antes de que sua existência
trouxesse vergonha e dificuldades em seu lar. Os povoadores da remota aldeia tibetana de Kyile insistiram em que ela, seus dois irmãos cegos e seu pai cego deviam
todos suicidar-se porque não eram mais que uma carga para os membros videntes da família. Quando, como menino em Serra Leoa, James começou a ver os objetos de cabeça
para baixo por causa de uma enfermidade ocular, os aldeões estavam seguros de que ele estava possuído por demônios. Nestes lugares, as escolas para meninos cegos
eram consideradass uma perda absurda de recursos e de esforço. Os professores das escolas normais se negaram a educá-los. Meninos videntes os haviam ridicularizado,
os enganaram, cuspiram e lhes jogaram pedras. E quando chegaram à idade de trabalhar, ninguém os contratou. Durante uma visita ao Centro de Treinamento do Braille
Sem Fronteiras no Tibete, conheci os meninos cegos que haviam sido oprimidos, disseram que eram idiotas, foram encerrados em quartos por anos e anos e abandonados
por seus pais. Estes relatos que eram uma condição normal ou comum na Idade Média, tomaram lugar nos anos 1980, 1990 e 2000. Estão tomando lugar agora. Nove em
cada 10 meninos cegos no mundo en desenvolvimento ainda não têm acesso à educação, muitos deles pela única razão de que são cegos. Os Estados Unidos têm uma das
taxas mais baixas de deficiência visual no mundo, e todavia a cegueira segue sendo uma das doenças físicas mais temidas. Inclusive neste país os cegos são percebidos
como um povo à parte. Existe aversão aos cegos pela mesma razão de que existe a maioria dos prejulgamentos: a falta de conhecimento. A ignorância é um potente gerador
de temor. E o medo se converte facilmente em agressão e desprezo. Quem nunca passou mais de cinco minutos com uma pessoa cega poderia ser perdoado por crer - como
a mulher que conheci na festa - que há um abismo intransponível entre nós e eles. Para a maioria das pessoas a vista é a principal forma pela qual interpretamos
o mundo. Como podemos sequer começar a pensar em uma conexão significativa com uma pessoa que não pode verVega na rua ficava olhando, paralizado, com esperança,
de um mal-estar vago e visceral, que não ia a ter que me comprometer com ele. Em 1930, em seu livro, "O Mundo dos Cegos", Pierre Villey, um professor francês cego
de literatura, resumiu o carnaval aterrorizante dos prejulgamentos e superstições sobre os cegos que se transmite através dos séculos. "A pessoa vidente julga os
cegos, não pelo que são, mas pelo temor que a cegueira inspira... A revolta demãos sensibilidade encarando "a mais atroz das enfermidades, enche uma pessoa vidente
com prejulgamentos e dá lugar a milhares de lendas". A autora cega Georgina Kleege, conferencista da Universidade da Califórnia em Berkeley, mais concisamente escreveu:
"Os cegos são, ou sobrenaturais, ou sub-humanos, esquisitos ou animais." Acostumamos-nos tanto com a visão que temos, nos aferramos a ela de modo servil, e estamos
tão oprimidos pelos dados superficiais, que inclusive a pessoa vidente mais brilhante pode gastar um longo tempo, estupidamente, para reconhecer o óbvio: há, em
geral, um perfeito estado de saúde, uma mente ativa humana normal por trás desse par de olhos que olham sem ver. Christopher Hitchens chama a cegueira: "um dos
transtornos mais antigos e mais trágicos conhecidos pelo homem". Como de excluídos horrivelmente, e carentes, nos sentiríamos ao perder o mundo e a forma de vida
que a vista nos leva. A cegueira pode suceder a qualquer um de nós. Eu mesmo, cria estar seguro de que preferiria morrer antes que ser cego; não poderia imaginar
como ia a ter a força para seguir adiante encarando essa perda. E contudo a gente o faz. Em 1749, o filósofo francês Denis Diderot publicou uma composição, "Carta
sobre os cegos para o benefício dos que veem", na qual descrevia uma visita que ele e um amigo fizeram à casa de um homem cego, filho de um professotevê filosofia
na Universidade de París. O homem cego se casou, teve um filho, tinha muitos conhecidos, estava versado em química e botânica, sabia ler e escrever com um alfabeto
em relevo, e ganhava a vida destilando licores. Diderot escreveu con admiração do "bom sentido sólido" do homem, de sua ordem, de sua "surpreendente memória para
sons" e vozes, de sua capacidade para dizer o peso de qualquer objeto e de qualquer vasilha simplesmente sustendo-os em suas mãos, de sua capacidade para desmontar
e tornar a montar as máquinas pequenas, de sua agudeza musical e de sua extrema sensibilidade às mudanças atmosféricas. O homem cego , talvez cansado de ser interrogado
por Diderot e seu amigo como se fosse um animal de circo, com o tempo lhes fez uma pergunta própria. "Percebo, senhores, que vocês não estão cegos. Estão é assombrados
pelo que faço, e por que não pelo que expresso?" Mais do que qualquer de suas habilidades sensoriais, era a autoestima do homem cego que surpreendeu mais a Diderot.
"Este homem cego", escreveu, "valoriza-se tal como ou talvez mais do que nós, os que vemos". Aprendi de meus amigos cegos e colegas que a cegueira não tem por que
seguir sendo trágica. Para aqueles que podem adaptar-se a ela, a cegueira se converte num caminho a uma forma alternativa e igualmente rica da vida. Uma das muitas
ideias equivocadas sobre os cegos é que eles têm uma maior audição, um maior sentido do olfato e um maior sentido do tato que as pessoas videntes. Isso não é estritamente
certo. Sua cegueira simplesmente lhes obriga a reconhecer os dons que sempre tiveram, mas até agora haviam ignorado em grande medida. Há
alguns anos, me permiti
colocar uma venda nos olhos e fui levada pelas ruas de Lhasa por duas meninas cegas tibetanas adolescentes, estudantes do Braille Sem Fronteiras. As garotas não
haviam crescido na cidade, e contudo a haviam atravessado com facilidade, sem tropeçar ou perder-se. Tinham um destino específico em mente, e a cada vez anunciavam:
"Agora vamos à esquerda" ou "Agora giramos à direita", me vi obrigada a perguntar-lhes como sabiam isso. Suas respostas me surpreenderam, sobretudo porque as pistas
que estavam seguindo eram o som de muitos televisores em uma loja de eletrodomésticos, o cheiro do couro duma sapataria, a sensação de paralelepípedos de repente
sob os pés, mesmo que estivessem fora ao ar livre, para que qualquer um pudesse percebê-los, eram praticamente ocultos para mim. Pela primeira vez em minha vida
me dei conta do pouco caso que dava aos sons, aos cheiros, de fato, a todo o mundo que se estendia mais além de minha capacidade de ver. O escritor francês, Jacques
Lusseyran, que perdeu a visão na idade de 8 anos, entendeu que aqueles de nós que temos a visão estamos, em certo modo, privados pela mesma. "Em troca de todos
os benefícios que traz a visão, nos vemos obrigados a renunciar a outros cuja existência nem sequer suspeitamos". Não pretendo sugerir que há algo maravilhoso na
cegueira. Só há algo maravilhoso na resistência humana, a adaptabilidade e a ousadia. Os cegos não são mais ou menos místicos, estúpidos, malvados, tristes, lamentáveis
e enganosos que o resto de nós. É só nossa ignorância que os envolve nessas qualidades ridículas. Quando Helen Keller escreveu: "É mais difícil ensinar a ignorância
do que pensar em ensinar a um homem cego inteligente o ver a grandeza das Cataratas do Niágara", ela estava falando, obviamente, da elevação e da igualdade de valor
do conhecimento. (Rosemary Mahone é a autora do livro da próxima aparição "Para benefício dos que veen: Envios do Mundo dos Cegos.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

É verdade!

Faço minhas, estas palavras

O olhar profundo de um cego

Sim, nós incomodamos, eu sei. Porque no fundo, lá no fundo, vocês têm medo de ficarem cegos; vocês têm
medo do escuro, da velhice, da diabetes e do glaucoma. E vocês têm medo do escuro porque nele é muito fácil encontrar o desconhecido, a cadeira no caminho, o orelhão
na testa, o poste na cara, o susto. Vocês têm medo do escuro porque nele vocês se sentem tão vulneráveis, tão fragilizados, tão pobrezinhos, tão impotentes, tão
improdutivos. Pois devo informar-lhes que é como VOCÊS se sentem no escuro, e não como eu me sinto após uma vida sem visão física. Vocês têm medo do escuro porque
nele está o espelho da sua verdade mais profunda, nua e crua, sem a estética das cores e formas, sem maquiagem, sem roupa da moda, sem nada do que vocês estão acostumados
a ver. Vocês têm medo de se olharem profundamente. Logo nós incomodamos porque nossa cegueira lembra vocês de seus piores medos... Sim, nós incomodamos vocês, é
verdade. Porque muitos de nós somos felizes, produtivos, trabalhamos e fazemos dinheiro, compramos casa, formamos família, cozinhamos, cuidamos da casa com independência,
e muitas vezes, sobrando um tempinho, ainda fazemos trabalho voluntário, ajudando a outros que não enxergam ou que enxergam. E tudo isso num país nada preparado
para nós. E vocês se vitimizam reclamando da crise. Por outras vezes incomodamos porque ainda muitos de nós pedem esmola no seu caminho de casa, e vocês se lembram
da miséria humana, da desigualdade social, do quanto vocês não fazem para transformar todo este cenário. Vocês têm medo e evitam o mendigo, o malvestido, o mal-encarado,
o mal-apessoado, o cracudo; e nós, muitas vezes, somos ajudados e guiados por qualquer um desses na rua e nem ficamos sabendo quem são, mas precisamos de ajuda
e aceitamos o primeiro braço que se oferece para atravessar a rua conosco. Aliás, não sabemos seus nomes nem suas aparências, mas ficamos sim sabendo quem são:
seres humanos que, como qualquer outro, têm seu lado bom, e às vezes só o que lhes falta é uma oportunidade de exercê-lo. Nós incomodamos porque vivenciamos algo
do qual a maioria de vocês só fala e fala: a fé. Sim, incomodamos vocês, sinto muito; porque com tanta tecnologia, tantos chips implantados, tantos curandeiros,
tantos "milagres" médicos e espirituais por aí, como ainda não nos curamos? Porque na consciência "cega" de vocês, cegueira é doença, e precisa urgentemente ser
curada. Porque se Jesus curou os cegos, sinal de que o certo e saudável é enxergar. Desculpa se agora vou virar seu mundo de cabeça para baixo, mas conto a vocês
que eu e muitos outros cegos temos a consciência de que escolhemos não enxergar, pois só assim aprendemos coisas incríveis que não aprenderíamos de outra forma.
Não, não aprendemos a ser ninja nem super-herói, como vocês viram em quadrinhos, livros e filmes; e desculpa ainda decepcionar vocês, mas não reconhecemos todas
as vozes, não somos todos talentosos para música, não somos todos fluentes em Braille e nem todos gostamos de usar óculos escuros! Somos indivíduos, somos seres
humanos, tão únicos quanto cada um de vocês, cada um de nós teve sua criação, seu ambiente, sua família, sua história. Por fim, incomodamos vocês, porque quando
vocês conhecem um cego acham que já conhecem e compreendem todos os cegos, e quando conhecem o segundo, enxergam que não é nada disso... Incomodamos vocês, porque
não olhamos vocês nos olhos, não damos tchauzinho na rua, não reagimos aos seus apelos visuais e não respondemos quando vocês nos enviam foto sem legenda no Whatsapp,
e assim desafiamos sua zona de conforto, sua forma tradicional de comunicação, suas convicções construídas há séculos. Abra seus olhos e veja: é hora de desconstruir...
para reconstruir um olhar muito mais profundo e amplo sobre nós, sobre vocês mesmos, sobre todos nós juntos e misturados, afinal somos membros de uma só família,
a família humana. Sim, você tem cegos na família. "Incomodem" também, repassando este texto.

Assinado: um cego




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"Encontre dentro de seu coração a energia
para ser o artista de sua criação,
O sol da vida está dentro de você..."
(Roberto Shinyashiki)


Angela Aparecida Gimenes

Mestra em Reiki
Cristaloterapelta

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Miguel Pereira - RJ

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Ressaca emocional existe de fato e influencia memória

Universidade de Nova York (EUA)
Publicada na revista Nature Neuroscience

Ressaca emocional e memória

Experiências emocionais fortes podem induzir estados psicológicos e
estados internos da mente que persistem por muito tempo após a
experiência emocional ter terminado.

A comprovação da existência dessa "ressaca emocional", publicada na
revista Nature Neuroscience, mostra que esse período de turbulência
emocional influencia a maneira como abordamos e como nos recordamos das
experiências tidas a seguir, por mais simples que sejam.

Sabe-se há algum tempo que experiências emocionais importantes - como
casamentos, funerais, primeiros beijos, eventos históricos, parto ou a
morte de um ente querido - são mais lembradas do que as não-emocionais,
mesmo anos mais tarde.

No entanto, agora se demonstrou que as experiências não-emocionais que
se seguem à experiência emocional também são melhor lembradas no futuro
- justamente porque elas ocorrem no período de "ressaca emocional".

Colorindo as experiências

"A forma como nos lembramos dos eventos não é apenas uma consequência do
mundo externo que experimentamos, mas também é fortemente influenciada
por nossos estados internos - e esses estados internos podem persistir e
colorir as experiências futuras," explica Lila Davachi, da Universidade
de Nova York (EUA).

"A emoção é um estado de espírito. Estes resultados deixam claro que
nossa cognição é altamente influenciada por experiências precedentes e,
especificamente, que os estados cerebrais emocionais podem persistir por
longos períodos de tempo," acrescentou.

Para identificar esse período de ressaca emocional, os pesquisadores
analisaram imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) do cérebro
dos voluntários. Os exames mostram que os estados cerebrais associados
com experiências emocionais alteram o modo como outras experiências
tidas a seguir, sem cunho emocional, são lembradas no futuro - sua
memorização é significativamente mais forte.

Em resumo, a experiência emocional cria um estado que "colore" todos os
eventos ocorridos durante esse período de ressaca emocional, reforçando
a capacidade de sua recordação posterior em comparação com eventos
similares ocorridos fora do período de ressaca emocional.