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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Livro lido

A mulher na janela - A. J. Finn

Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e... espionando os vizinhos.
Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir.
Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle?
Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. A mulher na janela é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Livro lido

O Anjo Branco - José Rodrigues dos Santos



No seu pequeno avião, José cruza diariamente um
vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da
província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que
chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda no mato.
Chamam-lhe o Anjo Branco .
O livro aborda um assunto
complexo e profundo: a precariedade da saúde em Moçambique nas décadas
de 60 e 70.

Livro lido

A Filha Devolvida - Donatella Di Pietrantonio


Considerado um dos grandes romances da Itália, o livro narra a história de Uma
menina

de treze anos, que descobre brutalmente que o homem e a mulher
que a criaram não são seus pais. Filha única, privilegiada, com uma casa
à beira-mar e aulas de ballet, é obrigada a abandonar o lar onde cresceu
para ser devolvida à família biológica. ... A família biológica é pobre,
caótica e pouco acolhedora.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Livro lido

Muito além da loucura - Marcelo Simões


Muito Além Da Loucura – A história de um crime até então sem precedentes no Brasil: para ficar com a fortuna da família, Marcílio matou o pai, a mãe, a avó e o irmão.
Numa madrugada, Marcílio, de 19 anos, viciado em drogas e ovelha negra da família, mata a tiros o pai (rico comerciante português), a mãe, a avó e um irmão ('um jovem louco, esquizofrênico, tomava muitos remédios controlados'), a quem tenta culpar pelos crimes, simulando suicídio da vítima.
Crime premeditado. Mas seu artifício (um suposto bilhete do irmão justificando os crimes) é desmascarado (a letra não bate com a do irmão). Marcílio confessa os crimes, é processado e condenado.
Como a família não contratou advogado para defendê-lo, teve a defesa conduzida por um advogado nomeado pela Defensoria Pública, o brilhante Dr. João Meira, que trabalhou com seriedade e conseguiu uma pena menor do que a prevista.
A tese era de que o rapaz era esquizofrênico, mas após o julgamento, pela ingrata reação do condenado, o advogado percebe que Marcílio na verdade era um psicopata.
Na prisão, o condenado passa a ler a Bíblia (presente da irmã, Vânia), recebe a visita de uma mulher (Bartira, dessas que gostam de amor-bandido) que diz amá-lo (apaixonou-se por ele quando viu sua foto nos jornais), ela engravida e tem filhos gêmeos dele – filhos que Marcílio nunca veria.
Ele engravida outra mulher, de novo de gêmeos, que também não conheceria (balanço: matou quatro da família, gerou quatro filhos).
Passa a colaborar com traficantes na prisão (recebe mulheres como presente ou pagamento de serviços prestados). Ainda preso, achaca os irmãos Nei e Vânia e quer receber parte da herança, a que não tem direito. Solto, se diz arrependido e morre cego, de câncer do cérebro, diante da irmã. A história se passa em Salvador, Bahia.

Livro lido

Todo Dia a Mesma Noite - A História Não Contada da Boate Kiss - Daniela Arbex

Reportagem definitiva sobre a tragédia que abateu a cidade de Santa Maria em 2013 relembra e homenageia os 242 mortos no incêndio da Boate Kiss.

Livro lido

Médico ou Semideus - Robin Cook



Do consumado mestre da narrativa de horror, este é mais um fascinante romance inspirado na medicina.
A história começa com a união de um casal de médicos jovens e talentosos dominados pela missão de curar, que se combinam tanto como companheiros de trabalho quanto como amantes.
Desde o primeiro momento em que a patologista residente Cassandra Cassidy conhece, no centro médico em que trabalham, o brilhante cirurgião cardíaco Thomas Kingsley, ela sente que foram feitos um para o outro.
Obrigada por um problema de visão a mudar da especialidade que escolhera para a psiquiatria, Cassandra necessita do apoio e da aprovação que o carismático médico lhe oferece tão apaixonadamente; e Thomas, privilegiado filho único de um industrial e banqueiro, encontra na moça linda e vulnerável a ilimitada devoção de que necessita tão desesperadamente.
Mas, à medida que Thomas continua sua meteórica ascensão, o que deveria ser uma felicidade de conto de fadas começa a se desintegrar.
Verdadeiro santo para o público que o adora, Thomas é muito diferente para a mulher que o ama — um estranho excêntrico cujas inexplicáveis crises de raiva e cujo comportamento insólito se tornam cada vez mais perturbadores.
Quando o casamento de Thomas e Cassandra começa a se desfazer, a segurança do mundo do hospital que os rodeia parece igualmente ameaçada: Cassandra está convencida de que alguém está matando os doentes em final de tratamento — alguém que tem o poder de vida e morte nas mãos e usa este poder como o anjo da morte.
Contra as furiosas objeções do marido, Cassandra resolve deter os assassinatos, ao mesmo tempo em que luta para salvar seu casamento.
Depois de deparar-se com uma terrível descoberta, é obrigada a ver que seus sonhos se transformaram em pesadelos e que sua busca da verdade abriu as comportas de um horror inconcebível.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

OBSESSÕES CARNAVALESCAS

*Cláudia Gelernter*
*Revista Visão Espírita, março de 2000*
*OBSESSÕES CARNAVALESCAS*
Atrás do trio elétrico também vai quem já morreu
Poucos sabem que a palavra Carnaval é, na verdade, uma abreviatura da frase: a carne nada vale. Em contrapartida, grande parte dos brasileiros acredita que participar das festividades carnavalescas em nada atrapalha sua organização psico-físico-espiritual. Algo como mudar totalmente o padrão vibracional, adentrando por quatro dias e cinco noites num maremoto energético de baixo teor e dizer que isso não desarmoniza ninguém, ao contrário, desestressa". Será mesmo só esse o resultado do envolvimento em tal festividade? Desestressamento?
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Estudiosos da psicologia realizaram um trabalho de pesquisa interessante sobre o tema, trazendo-nos alguns dados que já nos suscitam importantes reflexões. Vou transcrever parte da matéria que saiu no Jornal Correio Brasiliense, onde constam tais informações: "(…) de cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.); desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério; de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas (…). Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais (…)".
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A maioria dos foliões da atualidade segue os carros alegóricos sem nenhuma noção do que lhes envolve naqueles momentos. Sequer suspeitam onde ou porque surgiu tal 'festividade'. Estão ali simplesmente para permitirem o enlouquecimento momentâneo, sem pensar em mais nada a não ser no prazer dos sentidos. Porém, os resultados são evidentes, como pudemos contatar nesta matéria alusiva sobre o tema.
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Quanto às suas origens, podemos dizer que as tataravós do carnaval são a bacanália, da Grécia – quando era homenageado o deus Dionísio – e a saturnália – festa romana onde se imolava uma vítima humana, previamente escolhida. Depois, já na Idade Média, aceitava-se a tese de que "uma vez por ano é lícito enlouquecer", o que tomou corpo, modernamente, no carnaval de nossos dias.
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Claro que muitos dançam e se sacodem freneticamente entre sorrisos largos, sem nenhuma intenção menos digna: desejam somente a "alegria". Porém, mesmo que a intenção seja apenas a de ficar contente, será que o discípulo de Momo no meio de tantos desvarios em nada se prejudica?
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Tudo seria tranqüilo se junto de tais pessoas estivessem tantas outras numa mesma sintonia, munidos da mesma vontade de confraternização, sorrisos e danças conjuntas; sem maldade, sem deixarem seus instintos reptilianos tão aflorados.
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Porém, a realidade não é essa. As conclusões apresentadas pelos psicólogos brasilienses já nos dão certa base para um pensar mais aclarado sobre o assunto. Soma-se a tais dados outra importantíssima informação que ainda não é levada em conta tanto pelos profissionais comuns da psique quanto pelos amantes carnavalescos: no período que compreende a sexta-feira de carnaval até o amanhecer da quarta-feira de cinzas, verdadeiras falanges das esferas inferiores invadem a crosta terrestre – atraídas pelo padrão reinante – acompanhando bem de perto tais foliões, incitando-os aos extremos, dando início a sérias obsessões que por vezes se arrastam sobremaneira, trazendo inúmeros prejuízos a tais pessoas.
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No livro "Nas fronteiras da loucura" do espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco, o venerando espírito, em suas ponderações, conclui que isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano. O processo obsessivo ocorre ainda durante o sono, quando em estado de desdobramento (momento em que o corpo descansa e o espírito sai em suas excursões) o folião visita as zonas de baixo teor vibracional, já em contato direto com tais entidades.
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Conhecedores de tais realidades os responsáveis pela revista Visão Espírita fizeram pequeno trocadilho com a famosa frase composta por Caetano Veloso, no seu frevo carnavalesco que diz que "atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu". Os divulgadores do espiritismo refizeram o ditado. Escreveram que, na verdade, *"atrás do trio elétrico também vai quem já "morreu!"…"*. Realmente! Só faltou acrescentar: "(…) e eles são em grande número".

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Livro lido

A ostra e o vento - moacir c. lopes


a menina Marcela, cercada apenas da presença do pai e seu ajudante na ilha onde moram, dá nome ao vento, Saulo, e transforma-o em amante, como forma de escapar da solidão. Pura fantasia; poesia.

Livro lido

O peso do pássaro morto - Aline Bei


A vida de uma mulher, dos 8 aos 52, desde as singelezas cotidianas até as tragédias que persistem, uma geração após a outra. Um livro denso e leve, violento e poético. É assim O peso do pássaro morto, romance de estreia de Aline Bei, onde acompanhamos uma mulher que, com todas as forças, tenta não coincidir apenas com a dor de que é feita.

Livro lido

O homem-sussurro - Alex North

Se a porta aberta você deixar, o sussurro por ela vai entrar.
Ainda arrasado após a perda da esposa, Tom Kennedy se muda com o filho Jake para o pacato vilarejo de Featherbank, em busca de um recomeço mais do que necessário. Mas Featherbank tem um passado tenebroso. Vinte anos antes, um pervertido assassino em série sequestrou e matou cinco meninos. Até finalmente ser pego. O assassino era conhecido como "O Homem-Sussurro". Claro, um crime antigo não deveria incomodar Tom e Jake, que pretendem tão somente se estabelecer na nova casa. Só que agora outro garoto desapareceu. E, depois, Jake começa a agir de modo estranho. Ele diz que ouve um sussurro na janela...

Livro lido

O adulto - Gillian Flynn

Uma jovem ganha a vida praticando pequenas fraudes. Seu principal talento é a capacidade de dizer às pessoas exatamente o que elas querem ouvir, e sua mais recente ocupação consiste em se passar por vidente, oferecendo o serviço de leitura de aura para donas de casa ricas e tristes.
Certo dia, ela atende Susan Burkes, que se mudou há pouco tempo para a cidade com o marido, o filho pequeno e o enteado adolescente. Experiente observadora do comportamento humano, a falsa sensitiva logo enxerga em Susan uma mulher desesperada por injetar um pouco de emoção em sua vida monótona e planeja tirar vantagem da situação.
No entanto, quando visita a impressionante mansão dos Burke, que Susan acredita ser a causa de seus problemas, e se depara com acontecimentos aterrorizantes, a jovem se convence de que há algo tenebroso à espreita. Agora, ela precisa descobrir onde o mal se esconde, e como escapar dele. Se é que há alguma chance.
Em seu estilo inconfundível que arrebatou milhares de fãs, Gillian Flynn traça surpreendentes e intrigantes perfis psicológicos dos personagens e tece uma narrativa repleta de suspense ao mesmo tempo em que brinca com elementos clássicos do sobrenatural.

Livro lido

Na Própria Carne - Gillian Flynn


A vida da solitária Camille Preaker em Chicago resume-se a escrever matérias para a editoria de polícia do jornal Daily Post, beber vodca além da conta e torturar-se pelo passado que deixou para trás na pequena Wind Gap, sua cidade natal. É para lá que seu editor a envia em busca de um furo de reportagem. Naquela comunidade ao sul do Missouri, um serial killer faz de crianças suas vítimas. Recebido com entusiasmo pelo público e pela crítica dos Estados Unidos, Na própria carne, romance de estréia de Gillian Flynn, descreve o tumultuado reencontro da protagonista Camille Preaker com os fantasmas de sua própria história.

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Elis e eu - João Marcello Bôscoli

Elis e eu: 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe - Escuto essa pergunta há muitos anos. E quase sempre em situações corridas do dia a dia, sem muito espaço pra responder. Então resolvi escrever tudo ao alcance da minha memória e compartilhar como se cada leitor ou leitora fosse um amigo ou amiga com quem tenho intimidade e tempo.

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Ed & Lorrain Warren: Demonologistas - Gerald Brittle

Eles enfrentaram os mistérios mais sinistros dos últimos sessenta anos, sempre em busca da verdade. Agora é a sua vez de entrar em contato com o sobrenatural. Você tem coragem? Então leia Ed & Lorraine Warren: Demonologistas, a biografia definitiva dos mais famosos investigadores paranormais do nosso plano astral.
Não é de hoje que os fãs do terror conhecem Ed Warren e sua esposa, Lorraine. O casal foi retratado em filmes de grande sucesso, como Invocação do Mal, Annabelle e Horror em Amityville. Mas basta folhear as páginas de Ed & Lorraine Warren: Demonologistas para constatar que, muitas vezes, a vida pode ser bem mais assustadora que o cinema. No livro, Gerald Brittle desvenda alguns dos principais casos reais vividos pelos Warren. Ed e Lorraine permitiram ao autor acesso exclusivo aos seus arquivos sobrenaturais, que incluem relatos extraordinários de poltergeists, casas mal-assombradas e possessões demoníacas. O resultado é um livro rico em detalhes como nenhum outro.