O Farol - Emma Stonex
Em seu romance de estreia, já traduzido para mais de vinte países, Emma Stonex narra mistério que ronda a morte de três funcionários de um farol em alto-mar
Em 1972, três faroleiros somem de um farol remoto, a quilômetros de distância do litoral. A porta de entrada do lugar está trancada por dentro. Os relógios estão parados — todos no mesmo horário. O registro do faroleiro-chefe descreve uma terrível tempestade, mas o céu está limpo.
O que aconteceu com os homens do farol? O mar revolto sussurra seus nomes. A maré muda sob as ondas, afogando fantasmas. As águas algum dia poderão revelar o segredo deles?
Vinte anos depois, as esposas ainda lutam para seguir em frente. A tragédia deveria ter unido Helen, Jenny e Michelle, mas, em vez disso, as afastou mais. Quando um escritor aparece, tentando resolver o mistério, elas têm pela primeira vez a oportunidade de contar sua versão da história. Mas a verdade só virá à tona se tiverem coragem de enfrentar seus maiores medos.
Inspirado em fatos reais, O Farol é um mistério inebriante e cheio de segredos que marca a estreia literária de Emma Stonex. "Escrito com perfeição", segundo o jornal The Guardian, este livro é também uma história de amor e luto que explora de que forma nossos medos turvam os limites entre o real e a imaginação.
quarta-feira, 21 de julho de 2021
Livro lido
Glória da Manhã - LaVyrle Spencer
Eleanor Dinsmore, filha de uma mãe solteira – uma grande vergonha para aquela época –, sempre se sentira deslocada, exceto na floresta, em meio às aves e aos bichos. Ela havia crescido em um lar disfuncional, numa velha casa, sob o olhar rigoroso de avós excêntricos. Agora, ela estava viúva, com dois meninos pequenos para criar – e um terceiro filho a caminho –, e ninguém que a ajudasse a cuidar da propriedade em ruína. Em 1941, Will chegou em Whitney, na Georgia, na esperança de deixar seu passado solitário para trás. Ele ansiava pela ternura que nunca tinha conhecido e por uma casa que nunca tinha tido. Tudo o que ele precisava era de alguém para lhe dar uma chance. Então, ele leu o anúncio: PROCURA-SE UM MARIDO. E quando Will Parker atravessou o quintal desordenado de Elly Dinsmore, ele sabia que, finalmente, tinha voltado para casa.
Eleanor Dinsmore, filha de uma mãe solteira – uma grande vergonha para aquela época –, sempre se sentira deslocada, exceto na floresta, em meio às aves e aos bichos. Ela havia crescido em um lar disfuncional, numa velha casa, sob o olhar rigoroso de avós excêntricos. Agora, ela estava viúva, com dois meninos pequenos para criar – e um terceiro filho a caminho –, e ninguém que a ajudasse a cuidar da propriedade em ruína. Em 1941, Will chegou em Whitney, na Georgia, na esperança de deixar seu passado solitário para trás. Ele ansiava pela ternura que nunca tinha conhecido e por uma casa que nunca tinha tido. Tudo o que ele precisava era de alguém para lhe dar uma chance. Então, ele leu o anúncio: PROCURA-SE UM MARIDO. E quando Will Parker atravessou o quintal desordenado de Elly Dinsmore, ele sabia que, finalmente, tinha voltado para casa.
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